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Parkas, chapéus de balde e macacos: como a turnê de reunião do Oasis está impulsionando o retorno do visual Britpop | Pop Britânico
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2 anos atrásem
Lauren Cochrane
TO grande retorno do Oasis não começa até o verão de 2025, mas modelo e influenciador Thomas Meaco – um jovem de 23 anos que encanta seus 700 mil seguidores com roupas “blokecore” e um penteado de penas dos anos 90 – já sabe o que vai vestir. “Jeans lisos pretos ou índigo, uma parka Oakley, qualquer tênis Adidas antigo e os óculos de sol Ray-Ban da minha mãe.” Basicamente, diz ele, quer ficar “o mais próximo de Liam Gallagher desde o início”. Você sabe o que quero dizer? videoclipe possível”.
Meacock não é o único jovem de 20 e poucos anos pensando em sua roupa e estudando a moda de meados da década de 1990. O anúncio de uma reunião do Oasis significa que o estilo Britpop e suas inúmeras referências – de bucket hats e parkas a ternos dos anos 1970 – estão sendo revisados. Aparentemente, pesquisas por “banda Oasis” subiram 105% no Pinterest na semana em que a turnê foi anunciada.
Gianluca Cagliesi, 23 anos, descobriu o single de estreia da banda, Supersonic, em 2013, quando estava na escola e agora administra a conta do Instagram Glória do Britpopque tem 168 mil seguidores. “É impossível não apreciar a atitude de Liam Gallagher, seus movimentos e seu estilo”, diz ele. “Graças a ele, sempre uso Gazelles e Spezial.”
Lava La Rue é um músico de 26 anos que usa regularmente Arquivos Nia, . que exibe regularmente a Union Jack – uma das favoritas do Britpop – em suas imagens. Ela vê isso como “recuperar o que é visto como uma bandeira muito colonial e opressiva”. Da herança anglo-jamaicana, ela não acha que partes do establishment “gostariam de ver alguém como eu adotando-o, usando-o e reivindicando-o”.
Ela ama Pop Britânico mas usa o estilo “com senso de ironia”. Ela tem uma camiseta do Oasis com o logo da banda e os dois personagens do Idiota e mais idiotaum estrangulando o outro, um aceno à rivalidade de longa data dos irmãos Gallagher. “Os homens do Britpop são conhecidos por se levarem muito a sério.” Embora os Gallaghers sejam importantes, outros nomes da música pop também estão no moodboard dos jovens de 20 e poucos anos. Cagliesi aprecia “a elegância de Damon Albarn e o aparente desleixo de Richard Ashcroft”. Há também a loja de caridade chique de Jarvis Cocker, o estilo de rock digno de CBGBs da cofundadora da Elastica, Justine Frischmann, o gamine chic de Sonya Madan em Echobelly, o elegante vocalista da moda masculina Johnny Dean, o cabelo ruivo de Miki Berenyi em Lush e uma jovem Lauren Laverne , irreconhecível em seu visual punk clubkid dos anos 90 para Kenickie.
“O estilo era mais diversificado do que você imagina”, diz Miranda Sawyer, que escreveu recentemente um livro sobre Britpop, Pessoas incomunsque conta a história da época em 20 músicas. Ela diz que há quatro looks a serem observados. “Eu sou de fora de Manchester. Oasis e The Verve se vestem como homens do norte. Pulp era um visual de liquidação, então você teria peles falsas, meninas em minivestidos e meninos em ternos de segunda mão. Blur fez esse pop inglês invertido, Kinks-y, Quadrofenia olhar. O último é PE. Não o macacão, porque era para o inimigo, mas equipamento para atividades ao ar livre e tênis Adidas.”
Sawyer ressalta que o estilo não estava no topo da agenda dessas bandas. “Eu usava o que usava quando era estudante”, confirma Louise Wener, vocalista do Sleeper, banda conhecida por singles de sucesso como O que eu faço agora?. “Quando assinamos contrato, não era como ‘Agora que temos um contrato de gravação, vamos mudar nosso visual e começar a pensar nisso’. Acabei de ir a Camden Town e comprei uma jaqueta de couro.”
Wener acha que a abordagem laissez-faire em relação às roupas foi o que as tornou tão atraentes para os fãs – era alcançável. “Qualquer um poderia se parecer comigo, ou Justine ou Sonya ou quem quer que seja – não era como tentar se parecer com Dua Lipa”, diz ela. “É uma moda quase analógica. Não parece curadoria. Acho que todo mundo está hiperconsciente agora, embora houvesse uma verdadeira casualidade naquela época.”
Parte disso se devia ao fato de que a maioria dessas bandas fazia compras de segunda mão – em liquidações e lojas de caridade. Em seu livro Pop bom, pop ruimJarvis Cocker fala sobre sua primeira compra em liquidação, uma camisa berrante dos anos 70, como “o verdadeiro começo da estética Pulp”. Johnny Dean, o vocalista da Menswear, também se dedicou a encontrar tesouros no meio do lixo, com um visual retro elegante combinando com seu visual característico. “Quando eu tinha 19 ou 20 anos, vivi nas profundezas mais profundas e sombrias de Essex”, lembra ele. “Eu conhecia todas as lojas de caridade num raio de oito quilômetros.”
Isso também alimentou a vibração retrô do Britpop estética. “Você ia até a casa de alguém e eles tinham um Space Hopper dos anos 70 e um tapete fofo”, diz Sawyer. “E essa era a estética – era barata e também reconfortante porque lembrava sua infância.”
“Foi uma coisa estranha”, diz Dean. “Era a nossa geração prestando homenagem a todas essas coisas com as quais crescemos… era quase esse medo do futuro.”
A Grã-Bretanha dos anos 60 foi particularmente idolatrada, seja pelo amor do Blur pelos The Kinks, ou Oásis como fanboys dos Beatles. Anne-Marie Curtis, que era editora de moda na Céu revista da época e trabalhou nas capas de Suede e Sleeper, lembra-se da época como uma época feliz, mas não nervosa. “Havia muito patriotismo por aí”, diz ela. “A forma como era superbritânico significava que não era tão rebelde.”
Apesar de toda a sua rebelião implícita, os tropos e imagens do Britpop agora podem ser interpretados como cafonas e mais do que um pouco retrógrados. Veja Liam Gallagher e sua então parceira Patsy Kensit embrulhados em lençóis Union Jack para o capa de Feira da Vaidade em 1997 ou Noel em Downing Street brindando à Cool Britannia em um terno elegante. Veja também a “Batalha do Britpop”, que vi os homens adultos do Blur e do Oasis se enfrentando, Gladiadores-estilo, pelos tablóides. Desfoque Casa de campo vencer o Oasis Role com ele para o primeiro lugar, mas seu vídeo no estilo Benny Hill para a música parecia estranho na época e positivamente questionável agora. Existem alguns elementos do Britpop que é melhor deixar no passado.
Veja também a forma como os homens do Britpop influenciaram a forma como as mulheres se vestiam. “Com os chapéus bucket e os jeans largos acho que ficou um estilo bem masculino. Era ser um dos rapazes”, diz Curtis. Wener se lembra da pressão para ser mais glamoroso. “À medida que avançávamos, eu recebia comentários dos editores de revistas: ‘Você não pode deixar Lou aparecer de novo com camiseta e jeans, ela tem que usar algo diferente’”, diz ela. “Começou a ser mais fashion, enquanto começamos com antimoda.”
Para atualizar o visual por enquanto, talvez se trate de olhar para esse começo. Os sobreviventes do Britpop têm sugestões – e a maioria delas são, como eram na época, de baixa manutenção. “Talvez opte pela camiseta skinny e depois use o que você normalmente usaria”, diz Wener. “Se você quer realmente ser Britpop, você precisa ir a lojas de caridade”, aconselha Dean.
Cagliesi não estava presente na génese, por isso vê a época como uma caixa de referências: “Acredito que o estilo daquela época é tão universal que se adapta a qualquer época”.
Em última análise, a maioria das pessoas sempre pensará em tops, chapéus, parkas e uma arrogância aprovados pelo irmão Gallagher quando pensarem no Britpop. “Fui ver Blur no Primavera ano passado”, diz Sawyer. “E muitas pessoas lá pareciam o Oasis.”
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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