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Participação maciça dos eleitores em uma votação na qual as declarações de Donald Trump passam

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Participação maciça dos eleitores em uma votação na qual as declarações de Donald Trump passam

Os agentes eleitorais estão se preparando para a contagem de votos durante as eleições legislativas, em Nuuk, Groenlândia, 11 de março de 2025.

A única estação de votação da Groenlândia, localizada na capital da Nuuk, não está cheia na terça -feira, 11 de março, para as eleições legislativas que provavelmente esboçarão um calendário que leva à independência do território. Inicialmente agendado às 20h (23h em Paris), seu cronograma de encerramento foi estendido por meia hora para permitir que todos os eleitores, na fila de depositar seu boletim, a prova de uma alta taxa de participação, confirmada por autoridades eleitorais.

Um sinal, talvez também, de um efeito Trump, após os passeios do presidente americano que cobre a ilha do Ártico com uma insistência às vezes ameaçadora. Os resultados da votação, que visa renovar os 31 assentos de Inatisartut, o Parlamento local, são esperados à noite.

Convencido de que ele pode apreender ” de qualquer jeito “ Do território autônomo dinamarquês, o presidente americano tentou até o último minuto pesar nas eleições, causando espanto, rejeição e, mais raramente, entusiasmo entre os 57.000 habitantes.

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Líder do inuit inuit Ataqatigiit (IA, Ecologista à esquerda), o primeiro -ministro da Groenlândia, MUTE EGEDE – do qual eram 38e Aniversário – votado no início da manhã, sem fazer declarações. “Nosso país está nos olhos do ciclone”ele havia lançado o dia anterior no Facebook. “O mundo exterior olha de perto e vimos recentemente o quanto eles tentam influenciar nosso país”.

Diferenças no calendário da possível independência

A campanha girou em torno da saúde, educação, economia, mas também vínculos futuros com a Dinamarca, que continuam a exercer as funções soberanas (diplomacia, defesa, moeda etc.) na ilha. Com quase 90 % de inits, os Groenlanders deploram terem sido tratados historicamente como cidadãos de segunda classe pelo ex-poder colonial acusado de ter sufocado sua cultura, prosseguem a forçar e se retirar de crianças para suas famílias.

Um sentimento reforçado pela recente transmissão na televisão pública dinamarquesa de um documentário – criticou e finalmente retirado – dizendo que a Dinamarca havia consumido enormes lucros da exploração de uma mina de choro na ilha, mas frequentemente apresentada como um fardo financeiro.

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Como a grande maioria da população, todos os principais partidos da Groenlândia desejam independência, mas divergem no calendário. Algumas pessoas rapidamente o querem como nacionalistas de Naleraq, a principal força de oposição, enquanto os outros, como os dois componentes da coalizão de saída, IA e Siumut (social -democratas), o condicionam ao progresso econômico da Groenlândia.

Coberto com 80 % de gelo, o território depende economicamente da pesca, o que representa quase todas as suas exportações, e a ajuda anual de cerca de 530 milhões de euros pagos por Copenhague, ou 20 % do produto interno bruto local. Para os separatistas mais impacientes, a Groenlândia poderia permanecer em seu próprio recurso, graças aos seus recursos minerais. Mas o setor de mineração permanece ultra-abrangente por enquanto, pesado por altos custos operacionais.

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“Eu tenho o suficiente de suas ameaças vazias”

“Estamos no início de uma enorme mudança para a independência da Groenlândia e a luta por quem somos como em -Such”.disse à agência da França-Pressse, a influenciadora Qupanuk Olsen, candidata de Naleraq, antes de escorregar seu boletim.

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Depois de já ter lançado a idéia de comprar a Groenlândia durante seu primeiro mandato, aproveitando o fim da inadmissibilidade das autoridades dinamarquesas e da Groenlândia, Donald Trump martela seu desejo de fazer com que as mãos excluiram a força no território considerado importante para a segurança americana. Durante a noite de domingo a segunda -feira, ele prometeu novamente, em sua verdade, rede social, de segurança e prosperidade para os Groenlanders que gostariam de fazer parte dos Estados Unidos.

De acordo com uma pesquisa publicada em janeiro, cerca de 85 % dos Groenlanders excluem essa possibilidade. “Eu tenho o suficiente de suas ameaças vazias”disse Anders Martinsen, um trabalhador fiscal de 27 anos. “Existem muitos da Groenlanda que percebem os Estados Unidos de maneira diferente com Trump como presidente, que estão um pouco menos prontos para cooperar, mesmo que seja isso que eles gostariam de fazer no fundo deles”. “Manter nosso país para nós é o que mais importa para mim”acrescenta outro eleitor, Lars Fredsbo.

As declarações de Donald Trump pesadas sobre a campanha eleitoral. Os nacionalistas de Naleraq veem no interesse americano na ilha uma alavanca em futuras negociações com a Dinamarca. Mas esses passeios também às vezes esfriam os ardores da independência e incentivam a manutenção de vínculos com Copenhague, pelo menos no momento.

“Se nos tornarmos independentes, Trump pode se tornar muito agressivo, é isso que me assusta”afirma um eleitor que se identifica como Ittukusuk e que julga que “Ficar com a Dinamarca é mais importante do que nunca”.

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O mundo com AFP

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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