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Partido pró-Rússia de Bidzina Ivanishvili mantém o poder

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A oposição perdeu a aposta na Geórgia. De acordo com uma contagem preliminar de 70% dos votos, o Georgian Dream, partido no poder desde 2012, ficou em primeiro lugar nas eleições legislativas, sábado, 26 de outubro, na Geórgia, com 53% dos votos para uma taxa de participação de 58%. , de acordo com a Comissão Central Eleitoral (CEC). Um sucesso que permitirá ao partido do bilionário Bidzina Ivanishvili formar um novo governo e aproximar o seu país da órbita russa.

Obtidos em tempo recorde graças a um novo sistema electrónico de votação e contagem, estes resultados não estão completos. Os resultados finais serão divulgados na manhã de domingo, 27 de outubro, após a contagem manual de todas as cédulas, eletrônicas e em papel. Isto não impediu o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, o melhor aliado de Vladimir Putin na União Europeia (UE), de saudar a vitória. “muito pesado” do partido no poder.

Na Geórgia, há uma grande decepção entre os adversários. Com 38,2% dos votos no total, os quatro partidos da oposição entraram no Parlamento, mas não conseguirão formar o governo de coligação pró-europeu que imaginaram. O seu receio é agora ver o Sonho Georgiano, em plena deriva autoritária e pró-Rússia, destruir as esperanças do país de adesão à UE. A introdução, em Junho, por Tbilisi, de uma lei sobre “influência estrangeira”a cópia de um texto legislativo russo que serviu, em 2012, para amordaçar a florescente sociedade civil russa, foi descrita por Bruxelas como um obstáculo à integração da Geórgia.

Meios financeiros e raízes fortes

“A eleição não é apenas uma questão de mudança de governo, é uma questão de sobrevivência porque o governo de Ivanishvili é afiliado à Rússia”lembrou, antes da eleição, Nika Gvaramia, uma das fundadoras da Coligação para a Mudança. Tendo obtido 11,2% dos votos, o seu partido ascendeu ao posto de principal partido da oposição do país, ultrapassando o Movimento Nacional Unido (MNU), fundado pelo ex-presidente Mikheïl Saakashvili. Sob a bandeira da coligação Unity-Save Georgia, este partido fica em segundo lugar apenas com 9,8% dos votos. Assim que os resultados preliminares foram anunciados, na noite de sábado, estes dois partidos declararam que os contestavam e que em breve apelariam aos seus apoiantes para saírem às ruas.

Faltam ainda contar cerca de 30% dos votos. Estas são as dos georgianos no estrangeiro, bem como as de algumas assembleias de voto localizadas em aldeias isoladas. Estes eleitores votaram deslizando o seu boletim de voto para dentro da urna, enquanto o resto do país testou pela primeira vez o voto electrónico: 80% das mesas de voto estavam equipadas com máquinas imponentes onde os eleitores inseriam os seus boletins de voto depois de terem votado. a cabine de votação. Quando os escritórios fecham, a contagem é feita pela máquina. Implementado pela primeira vez num país marcado por denúncias de fraude e manipulação, este sistema, considerado confiável, recebeu a aprovação da Comissão Eleitoral e de todos os partidos.

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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