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Patricia Poeta: ‘Muita gente me subestima’ – 10/11/2024 – Outro Canal

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Gabriel Vaquer

Aracaju

Em seu camarim na sede da Globo, em São Paulo, Patrícia Poeta tem orgulho de mostrar os presentes que ganhou de pessoas que participam da plateia de sua atração na Globo. É uma prateleira cheia de desenhos, canecas, cartas, cartazes.

“Todos os dias recebo isso. Canecas, quadros, desenhos. Fico emocionada todos os dias”, Por estar diariamente no Encontro, Patricia diz que muita gente se sente íntima dela. E a intenção da apresentadora de 48 anos é essa mesmo.

“Acordo às quatro da manhã, faço reuniões antes e depois do programa. Hoje, eu vivo para o meu trabalho, corro muito atrás de fazer um bom trabalho”, afirma a apresentadora em entrevista para a coluna.

De fato, o Encontro tem conseguido bons resultados. Em 2024, são 7 pontos de audiência na Grande São Paulo e no PNT (Painel Nacional de Televisão).

Neste ano, Patrícia e o programa estão saindo mais do estúdio. Uma dessas filmagens, foi por um motivo difícil e delicado: as enchentes do Rio Grande do Sul, estado natal da jornalista.

“Nós fizemos aquele programa na cara e na raça. Eu só tinha um retorno e muitas vezes caía, não ouvia o que me falavam”, conta. Patricia também relembra quando encontrou uma parente. Sua mudança de sotaque foi evidente.

“Quando estou com meus familiares, viro gaúcha. Por isso minha voz mudou na hora. Com minha mãe, é muito assim. Ela assiste a mim e à minha irmã todos os dias, comenta, liga, avalia”, revela, em referência a Paloma Poeta, sua irmã que é repórter e apresentadora da Record. “Digo que é minha irmã da concorrência (risos)”, brinca.

Etarismo

Mesmo realizada no trabalho, Patrícia, 48, diz que ainda sofre alguns preconceitos. Na sua visão, houve melhora, mas ainda há muito pé atrás com mulheres mais experientes que estão na televisão, como é o seu caso. Melhorou um pouco, ela avalia, mas ainda não chegou ao que considera o ideal.

“Sinceramente, tenho sentido mais aceitação. Há claramente uma conscientização maior do papel da mulher madura na televisão e na sociedade. Mas ainda falta muita coisa para a gente evoluir e chegar onde tem que ser. Eu vejo cada vez mais mulheres com a minha idade com espaço, e isso é ótimo, mas ainda sinto que muita gente olha torto”, comenta.

Uma prova disto é que Patrícia entende que muita gente ainda questiona seu papel no Encontro. “Eu sou que nem a GloboNews, esse programa é assim. A gente nunca desliga. A ideia da gente com a mudança em 2022 era ter mais notícia e mesclar isso com entretenimento. Os resultados estão ótimos. Acho que tem muita gente que me subestima. Mas minha equipe dá muito duro”.

Mesmo com muitos haters na internet, Patrícia diz que não lê o que falam dela. “Eu não vejo o que falam de mim. Eu uso a internet para postar alguma coisa, ver alguma notícia. Mas não vejo porque não tenho tempo mesmo. Minha rotina é muito puxada”.

Samba e amor

Nas últimas semanas, Patrícia tem feito aulas de samba para chegar com tudo na Sapucaí. Pela primeira vez, ela vai desfilar como musa de destaque da Grande Rio. Algo que, confessa, sempre quis, pela sua ligação com os desfiles de escola de samba da capital fluminense.

“Minha mãe colocava samba para ouvir todos os dias. Hoje em dia, assim que eu chego em casa, peço para um sambinha tocar em casa. A escola é legal, me recebeu muito bem, e tem me ajudado muito”, comenta.

Mas e a vida sentimental? Bom, essa ainda não tem novidades. Patrícia, por enquanto, curte uma solterice de forma consciente. “Um amor ainda não apareceu. Mas vai vier na hora certa”, conclui.

Cobre diariamente os bastidores das novelas, do telejornalismo e da mídia esportiva. Tem como titular o jornalista Gabriel Vaquer



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre

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Entrega de notebooks e PCs (2).jpg

A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”

Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac propõe criação do curso de Psicologia no campus Floresta — Universidade Federal do Acre

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Reunião no DF-2026.08.25 (2).jpeg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Marcus Vinícius David, e a equipe da Secretaria de Educação Superior (Sesu), nessa terça-feira, 25, em Brasília. A pauta foi a formalização da proposta de criação do curso de Psicologia no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A expectativa da universidade é de que o curso possa ser ofertado a partir de 2027.

O reitor destacou que o Vale do Juruá não dispõe de formação superior com esse perfil e que profissionais que atuam na região muitas vezes vêm de Rio Branco ou de outros Estados. A avaliação da gestão é de que existe demanda por psicólogos tanto no atendimento pelo Sistema Único de Saúde quanto no setor privado.

A criação do curso integra as possibilidades do Programa Universidades Transformadoras e, de acordo com o reitor, foi uma das demandas apontadas durante o processo eleitoral da atual gestão “Seria uma oportunidade para os filhos, os jovens que estão saindo do ensino médio, que têm o sonho de caminhar nessa área da saúde e se formar em Psicologia”, pontuou Josimar.

Na agenda com o MEC, também foram apresentadas outras demandas da universidade. O reitor convidou formalmente Marcus Vinícius David para conhecer o campus Floresta e visitar obras da Ufac vinculadas ao Programa de Aceleração do Crescimento no campus Fronteira, em Brasileia.

Nesta quarta-feira, 26, Josimar também participou da 188ª Reunião Extraordinária do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada na sede da entidade, em Brasília. A participação integrou a agenda institucional da Ufac na capital federal.



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