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Patrulha fluvial combate crimes ambientais e soma 38 ações em menos de um mês em Rio Branco
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2 anos atrásem
Tácita Muniz
O policiamento fluvial no Rio Acre e seus afluentes tem reforçado o combate de crimes ambientais, apreendendo armas e animais abatidos ilegalmente e detendo pessoas em flagrante. Desde o ano passado, o Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) tem capacitado suas equipes para atuar no rio que corta a capital acreana.

Um levantamento parcial mostra que foram 38 ações nos 27 dias de janeiro. Nessas ações, há pessoas pegas em flagrante por crime ambiental, visitas em comunidades ribeirinhas, apreensões de arma de fogo, animais inteiros abatidos e também cerca de 20 quilos de carne de capivara.
A equipe é composta por policiais especializados em patrulhamento embarcado, inclusive com cursos em outras unidades da federação.
“O policiamento busca coibir a ocorrência de crimes ambientais mais comuns nas regiões ribeirinhas e igarapés. O foco nesta época é o defeso [explique brevemente entre colchetes], que na nossa região se estende até março. Desmate às margens de mananciais, captura e caça de animais silvestres também são alvos dessa forma de policiamento”, explica o tenente Cleodon de Souza, que está respondendo pelo Comando do BPA.
Porém, também é trabalhada a prevenção nas visitas às comunidades aonde os agentes levam educação ambiental, abordando a importância da fauna e flora dos mananciais.
Porém, em casos que o crime é constatado, o autor pode responder criminalmente. Para o tenente que está à frente do Comando, a reincidência é um dos principais problemas.
A patrulha ambiental começou a ser implantada em dezembro do ano passado, capacitando os agentes e também pensando na logística com embarcações, com o objetivo de ampliar o alcance do policiamento comunitário.
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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