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PCC: o que se sabe sobre morte de empresário em Guarulhos – 09/11/2024 – Cotidiano

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O empresário Antônio Gritzbach, 38, jurado de morte pela facção paulista PCC (Primeiro Comando da Capital), foi morto a tiros na tarde de sexta-feira (8) momentos após deixar a área de desembarque do terminal 2 do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

O ataque também deixou três feridos, e dois deles foram internados. Ainda não há informações sobre os atiradores, mas investigadores envolvidos no caso indicam que são pessoas treinadas para esse tipo de situação.

Embora tivesse uma escolta formada por policiais também com treinamento para ações letais, Gritzbach estava acompanhado apenas por dois, já que um dos veículos ficou parado em um posto de gasolina após um problema mecânico.

Veja o que se sabe sobre o ataque que matou o empresário e deixou três feridos no aeroporto.

COMO FOI O ATAQUE?

Após sair do desembarque do terminal 2 do Aeroporto Internacional de São Paulo e caminhar para a área externa, onde passageiros costumam esperar carros de aplicativo e táxi, Gritzbach foi atingido por tiros disparados por dois homens que saíram de um Gol preto.

Segundo imagens de câmeras de segurança, o carro havia estacionado no local segundos antes de ele passar por ali, após atravessar a primeira faixa de veículos na área do desembarque. No tiroteio, outras três pessoas ficaram feridas. A ação ocorreu às 16h03 de sexta-feira.

Após atirarem, os homens voltaram para o carro, que deixou o local e foi abandonado a cerca de 6 km dali, na rua Guilherme Lino dos Santos. Dentro do veículo havia munições de fuzil e colete balístico, segundo a Polícia Militar.

Corretor de imóveis, Antônio Vinícius Lopes Gritzbach era jurado de morte pelo PCC, facção com a qual ele teria ligações e um histórico de problemas. Em 2021, ele foi acusado de ser o mandante do homicídio de dois homens ligados ao PCC: Anselmo Becheli Santa Fausta, conhecido como Cara Preta, e Antônio Corona Neto, o Sem Sangue, que haviam passado US$ 100 milhões a Gritzbach para que ele, com um comparsa, investisse o valor em criptomoedas. O dinheiro sumiu, e a dupla do PCC, morta.

Em 2023, Gritzbach entrou foi denunciado sob a acusação de lavagem de dinheiro e financiamento de organização criminosa. Ele teria usado dinheiro do PCC para comprar imóveis no condomínio Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista. A investigação da Promotoria diz que o dinheiro usado na compra dos imóveis era de Cláudio Marcos de Almeida, o Django, apontado como integrante da facção.

Em março deste ano, Gritzbach assinou um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público e entregou supostos esquemas do PCC. Contratos, comprovantes de pagamento e registros de tela de conversas no WhatsApp entregues pelo empresário indicam uma suposta participação dos criminosos na contratação de jogadores da elite do futebol brasileiro e mundial.

A principal suspeita dos promotores é de lavagem de dinheiro do tráfico na aquisição dos atletas, por meio de empresas agenciadoras de jogadores de futebol.

POR QUE ELE TINHA ESCOLTA?

Gritzbach era jurado de morte pelo pela facção criminosa. Ele era suspeito de ter mandado matar dois integrantes do PCC, e também fechou um acordo de delação premiada com a Justiça.

Segundo o Ministério Público, os agentes foram contratados pelo empresário para fazer sua escolta particular e não estavam a trabalho da PM no local. Ele também teria recusado oferta da Promotoria para receber segurança.

Os policiais militares responsáveis pela segurança dele foram identificados e tiveram seus celulares apreendidos pela Polícia Civil, assim como dois que estavam em nome do motorista e um do filho dele. Os agentes foram afastados preventivamente.

ONDE ESTAVA A ESCOLTA NO MOMENTO DO ATAQUE?

Dos quatro policiais que deveriam estar acompanhando Gritzbach, apenas um deles estava próximo na hora do ataque, outro mais distante, e nenhum deles reagiu.

Dois policiais desses policiais de escolta não estavam no local do crime porque, segundo eles, o carro utilizado pela equipe quebrou e, por isso, não conseguiram se aproximar. Os PMs foram ouvidos pelas equipes do DHPP para explicar o ocorrido, e todos tiveram os celulares apreendidos. A falha é apontada como atípica e suspeita por investigadores.

O QUE SE SABE SOBRE OS ATIRADORES?

Investigadores do DHPP (divisão de homicídios da Polícia Civil) se surpreenderam com o local escolhido para o ataque, ponto de concentração de forças de segurança, como policiais civis, federais, militares e guardas municipais, além de monitoramento por diversas câmeras, nos trechos de acesso e no terminal.

As equipes de investigação também afirmam ter segurança de que os atiradores são pessoas com “treinamento operacional”, acostumadas a realizar disparos com fuzil 7.62, uma arma geralmente utilizada por atiradores de elite e equipes de assalto especializadas.

QUEM ERAM AS PESSOAS FERIDAS?

Dois homens feridos no ataque seguiam internados até a tarde deste sábado. As vítimas têm 39 e 41 anos e permanecem no Hospital Geral de Guarulhos. Um deles foi levado para a UTI, de acordo com o boletim de ocorrência, enquanto o outro está sob observação. Não há mais detalhes sobre o estado de saúde deles.

A terceira pessoa ferida, uma mulher de 28 anos, foi liberada após atendimento médico. Os três afirmaram não conhecer Gritzbach.



Leia Mais: Folha

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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