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Pedido de Bolsonaro para ir aos EUA é absurdo, diz leitor – 12/01/2025 – Painel do Leitor
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Passaporte
“Moraes exige documentos adicionais para decidir sobre ida de Bolsonaro à posse de Trump” (Brasília Hoje, 11/1). Mesmo que ele tenha sido convidado e não exista algum documento real comprovando, é ridículo, absurdo e patético querer liberar o passaporte para viajar. Sabe que não vai dar em nada, jamais, e quer explorar o factoide, como de seu feitio, espremendo até não poder mais a eventual vantagem de marketing perante seu gado cativo. Sujeito execrável e sem virtudes.
Flavio Calichman
(São Paulo, SP)
Perfeita decisão! Tendo convite, dê o passaporte. Não tendo, não dê!
Neli Faria (São Paulo, SP)
Liderança
“Na próxima encarnação, quero o ego de um homem branco, diz presidente da Petrobras” (Mercado, 11/1). Espero que um dia (não muito distante) esse tipo de matéria não seja necessária, que ocupar a direção de uma grande empresa/estatal seja algo rotineiro para as mulheres, assim como é para os homens.
Angela Oliveira (Brasília, DF)
Que mulher admirável, independentemente de suas convicções políticas. Seja de esquerda ou de direita, o que importa é sua integridade. Daria uma boa candidata à Presidência da República e ninguém se importaria com sua filiação política. Tenho certeza que faria melhor pelo país do que os últimos sete mandatários. Perto de uma mulher como essa devem estar brincando aqueles que defendem um cantor sertanejo para o cargo.
Maria Bethania Malato (Belém, PA)
Imigrantes
“Lisboa vira palco de protestos contra abordagem violenta de imigrantes” (Mundo, 11/1). Os governos europeus precisam decidir: apoiar os xenófobos ou reconhecer a necessidade da mão de obra importada. Se for pela facilitação da entrada de estrangeiros, há que se fazer uma educação dos nativos para que aceitem os demais seres humanos, notadamente os mais idosos, onde há uma maior resistência.
Joel Pedt Silvestre (São Paulo, SP)
Maduro
“Posse de Maduro completa farsa da Venezuela” (Sylvia Colombo, 11/1). A posição meio antagônica do governo brasileiro em não reconhecer o resultado, explicitamente fraudado por Maduro, e enviar representantes para a posse, não é uma atitude assertiva nem coerente. O “amor” do PT pelo ditador tirano falou mais alto e infelizmente põe o Brasil numa situação dúbia perante os países democráticos, todos contra a posse compulsória e explicitamente desafiadora. A política externa brasileira ficou muito mal “nessa foto”.
Marcos Fortunato de Barros (Americana, SP)
“Biden oferece recompensa de R$150 milhões por Maduro”.(Mundo, 10/1). Com exceção daqueles que relativizam o conceito de democracia em função de ideologia, é indubitável que Maduro é um ditador. Mas isso não dá aos Estados Unidos o status de “xerife do mundo”. Não se tem notícia de crimes de Maduro contra os EUA que, caso queiram, poderiam romper relações diplomáticas —o que não fazem para não perder acesso ao petróleo venezuelano.
Jonas Nunes dos Santos (Juiz de Fora, MG)
Vini Jr.
“Um além-do-homem nos gramados europeus” (Muniz Sodré, 11/1). Vinicius Junior nos lembra o doutor Sócrates, aliás Vini caberia perfeitamente naquele que foi o maior e mais emblemático movimento de um time de futebol: a democracia corintiana.
Marcos Barbosa (Casa Branca, SP)
Supersalários
“Supersalários em governos estaduais chegam a R$ 49 mil, e cenário é mais grave que na União” (Mercado, 12/1). Enquanto vigorarem estes assaltos aos cofres públicos, como os supersalários, emendas e tudo mais que se faz em benefício de poucos, não será possível dar chances para muitos. A desigualdade se acentua. E o pior é que está institucionalizado no país. Vergonha!
Cristina Reggiani (São Paulo, SP)
Bolsa Família
“Trabalho, ainda que formal, não garante porta de saída a beneficiário do Bolsa Família” (Mercado, 11/1). Estarrecedores os dados e as análises da matéria. Assim, fica a pergunta: o que fazer para que 10 milhões de pessoas tenham condições de vida digna? Mil vezes mais do que se tem feito: fortalecimento de políticas públicas, ação de empresários, da sociedade civil, educação e saúde.
Francisco Claudio Tavares (Mogi das Cruzes, SP)
Este artigo salienta a realidade do cenário do Bolsa Família: não é, de nenhuma forma, um retrocesso ou peso nas contas do governo; é uma ação indispensável na qual se apoiam milhões de brasileiros para terem o que comer.
Gustavo Antoniacomi (Curitiba, PR)
Colunas e Blogs
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Até logo
“Uma despedida” (Bruno Boghossian, 11/1). Que pena Bruno! Seus artigos eram uns dos primeiros que gostava de ler. Espero que sua despedida seja em favor dos leitores. Sucesso na nova função.
Vilma Maria Alves G. Ribeiro (Recife, PE)
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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