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Pelo menos 10 mortos em tiroteio em massa em Montenegro, suspeito se mata | Notícias sobre violência armada
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2 anos atrásem
Suspeito de atirar em tiroteio na cidade de Cetinje dá um tiro na cabeça após ser cercado pela polícia.
Duas crianças estavam entre as pelo menos 10 pessoas mortas num tiroteio em massa que começou num restaurante na pequena cidade de Cetinje, no Montenegro, e continuou em três locais diferentes, disseram as autoridades.
Foi confirmado que um homem local suspeito de cometer os tiroteios, identificado pela polícia como Aleksandar Martinovic, 45, morreu na manhã de quinta-feira, depois de apontar a arma para si mesmo e morrer devido aos ferimentos enquanto era transportado para o hospital.
A polícia cercou o suspeito perto de sua casa em Cetinje. Quando a polícia lhe ordenou “depor a arma, ele deu um tiro na cabeça”, disse o chefe da polícia do país, Lazar Scepanovic, aos jornalistas.
“Foi feita uma tentativa de transportá-lo para um centro clínico, mas entretanto ele sucumbiu aos ferimentos”, disse ele.
Numa publicação nas redes sociais confirmando a morte do suposto atirador, o primeiro-ministro montenegrino, Milojko Spajic, disse que o assassinato em massa “envolveu o nosso país em preto”.
“Este ato sem sentido causou tristeza e amargura imensuráveis em cada um de nós. Não há palavras de conforto”, disse Spajic.
O conselho de segurança nacional de Montenegro irá agora considerar “todas as opções” após o ataque, incluindo uma proibição total da posse de armas, disse o primeiro-ministro, acrescentando que o país observará três dias de luto nacional.
O ministro do Interior, Danilo Saranovic, disse aos jornalistas que os dois menores mortos nos ataques, que começaram na noite de quarta-feira, eram filhos do proprietário do restaurante onde começou o tiroteio. O proprietário também foi morto, disse ele.
O atirador “matou membros da sua própria família”, disse o ministro, acrescentando que se pensa que o suspeito tinha bebido muito antes do ataque.
Quatro pessoas gravemente feridas no ataque lutavam pelas suas vidas num hospital na capital montenegrina, Podgorica.
O suspeito, que segundo relatos da mídia tinha um histórico de posse ilegal de armas e recebeu pena suspensa em 2005 por comportamento violento, fugiu após os tiroteios e estava foragido em Cetinje, uma pequena cidade no vale cercada por colinas escarpadas a cerca de 38 km (23,6 milhas). ) a oeste de Podgorica.
Todas as estradas de entrada e saída da cidade foram bloqueadas enquanto a polícia invadia as ruas antes de cercar o suspeito perto de sua casa.
O tiroteio em massa foi o segundo tiroteio nos últimos três anos em Cetinje, capital histórica de Montenegro. Um agressor também matou 10 pessoas, incluindo duas crianças, em agosto de 2022, antes de ser baleado e morto por um transeunte, relata a agência de notícias Associated Press.
Montenegro, que tem uma população de pouco mais de 620 mil pessoas, é conhecido pela sua cultura de armas e muitas pessoas tradicionalmente possuem armas.
O crime organizado e a corrupção são duas questões importantes que também assolam o Montenegro, que as autoridades se comprometeram a enfrentar sob pressão da União Europeia, à qual a pequena nação aspira aderir.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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