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Pelo menos sete mortos em confrontos em espiral na fronteira com Síria-Lebanon | Notícias de guerra da Síria
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Os exércitos libaneses e sírios dizem que estão se comunicando para aliviar a crescente violência nas fronteiras.
Pelo menos sete pessoas foram mortas e 52 feridas em confrontos na fronteira com a Síria, diz o Ministério da Saúde Pública do Líbano.
A violência de segunda -feira veio depois que as escaramuças no fim de semana mataram três soldados sírios. A Síria diz que os soldados foram levados para o Líbano e mortos. O ministro da Informação do Líbano, Paul Morkos, disse que o ministro da Defesa disse em uma reunião de gabinete que os três mortos eram contrabandistas.
O presidente libanês Joseph Aoun anunciou na segunda -feira que ordenou que o exército respondesse à violência nas fronteiras norte e leste da Síria.
De acordo com um comunicado do escritório do presidente, Aoun disse que o Líbano “não permitiria” os confrontos ao longo da fronteira continuarem.
Relatórios de Rsul Serdar da Al Jazeera de Damasco diz que 10 soldados sírios foram mortos nos confrontos até agora.
Damasco culpou o grupo libanês armado Hezbollah pelos confrontos, e os oficiais militares dos dois países estão em comunicação em uma tentativa de evitar o risco de uma expansão da violência.
A mídia estatal síria, citando funcionários sem nome, disse que o exército sírio concedeu “reuniões do Hezbollah que mataram os soldados sírios” ao longo da fronteira durante a noite.
Hezbollah negou qualquer envolvimento na convulsão e matança dos soldados sírios no sábado.
O legislador sênior do Hezbollah, Hussein Haj Hassan, em uma entrevista à TV Al Jadeed, do Líbano, acusou os combatentes do lado sírio de atravessar o território libaneses e atacar aldeias nas fronteiras.
Em comunicado à Agência Nacional Nacional Oficial, o Comando do Exército Nacional do Líbano confirmou os combates na segunda -feira e disse que enviou reforços para “controlar a situação de segurança”.
O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, um monitor de guerra do Reino Unido, disse em relatos não confirmados que grupos armados libaneses estavam envolvidos nos combates.
Os militares do Líbano disseram que um grande número de soldados libaneses foi destacado na área.
A mídia libanesa relatou combates de baixo nível ao amanhecer após um ataque a um veículo militar sírio.
Quatro jornalistas incorporados ao exército sírio foram feridos levemente na segunda -feira, quando uma concha de artilharia disparou do lado libaneso da fronteira atingiu sua posição. Eles acusaram o Hezbollah de lançar o ataque.
Acusações
Não foi confirmado quais grupos libaneses estão envolvidos nos combates.
O governo interino sírio acusou o Hezbollah de atravessar a Síria no sábado, aproveitando três soldados e matando -os em solo libanês.
A violência subiu recentemente na área entre os militares sírios e os clãs libaneses armados aliados com o regime do presidente da Síria, Bashar al-Assad.
Na semana passada, um espasmo de violência viu um grande número de mortos entre os partidários de Al-Assad e civis da comunidade alawita dentro da Síria.
Relatórios da mídia libanesa disseram que os clãs também estavam envolvidos na apreensão dos soldados sírios.
Os exércitos libaneses e sírios disseram que estão se comunicando para aliviar as tensões nas fronteiras. Os militares libaneses disseram que entregou os corpos dos três soldados à Síria.
Há relatos de que a erupção de confrontos e bombeiros da noite para o dia enviou civis nas áreas fronteiriças que fugiam em direção a Hermel, na Síria.
A fronteira do Líbano-Síria abrange 375 km (233 milhas) e apresenta terrenos acidentados sem demarcação clara em muitas áreas.
O Líbano tem buscado apoio internacional para impulsionar o financiamento para suas forças armadas, enquanto gradualmente implanta tropas ao longo de suas fronteiras porosas do norte e leste da Síria e ao longo de sua fronteira sul com Israel.
Enquanto isso, as autoridades libanesas confirmaram na segunda -feira que duas pessoas foram mortas em uma greve israelense na cidade de Yohmor, no sul.
Desde então, várias outras greves foram relatadas em toda a região, embora os militares israelenses não tenham dado um local dos últimos ataques. Ele disse que havia atingido “locais militares da organização terrorista Hezbollah”.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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