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Penalidade de cinco posições no grid de Max Verstappen no GP do Brasil é chance para Lando Norris | Max Verstappen

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Giles Richards

O confronto na pista tem dominado a luta pelo campeonato mundial entre Max Verstappen e Lando Norris nas duas corridas anteriores, mas agora encerrando o que tem sido uma tripla cabeçada tempestuosa e cansativa, Norris tem a oportunidade de aproveitar a vantagem de uma maneira que causará o maior impacto no holandês, sem sequer olhar para trás.

Verstappen largará com o pé atrás no Brasil, com uma penalidade de cinco posições no grid para a corrida de domingo, depois de trocar seu motor, deixando-o em uma posição inicial de, na melhor das hipóteses, sexto, e potencialmente ainda mais baixa se o Touro Vermelho não diminuiu a diferença para Norris, McLaren e a Ferrari recentemente ressurgente, que dominou as duas últimas corridas. São lugares que importam numa luta cada vez mais acirrada. Norris está atrás de Verstappen por 47 pontos, faltando quatro encontros para o fim. Este fim de semana e o Catar no próximo mês incluem corridas de velocidade, elevando os pontos ainda disponíveis para 120.

Na última rodada no MéxicoNorris tirou 10 pontos de Verstappen e com uma vantagem potencial no grid, o piloto britânico deve idealmente maximizar, tirando mais uma grande fatia da liderança do campeão mundial no Autódromo José Carlos Pace. Ele agora tem uma boa chance de fazer isso colocando a luz do dia sobre ele na pista, um fator importante dada a Holandês deixou clara sua posição de ser intransigente em como ele corre.

Os incidentes em Austin e o México gerou um debate vigoroso e muitas críticas de que Verstappen estava dirigindo perigosamente para garantir qualquer vantagem. No México, pareceu valer a pena, antes das penalidades de tempo, quando Norris foi retido atrás do Red Bull depois que Verstappen o ultrapassou ilegalmente, permitindo que Carlos Sainz, da Ferrari, abrisse uma vantagem da qual não poderia ser alcançado, custando a Norris pontos valiosos.

Norris também foi criticado por não ser tão agressivo quanto seu oponente, mas ele deixou claro no Brasil, seja isso visto como fraqueza ou bom caráter, não é assim que ele quer correr. Sua abordagem e postura foram fortemente apoiadas pelo chefe da equipe McLaren, Andrea Stella, na sexta-feira.

Max Verstappen, da Red Bull (frente), e Lando Norris, da McLaren, se enfrentaram na pista nos dois últimos Grandes Prêmios. Fotografia: Eduardo Verdugo/AP

“Lando reflete na maneira como corre nossos próprios valores: corremos de forma justa, corremos de maneira correta, corremos de maneira esportiva”, disse ele. “O Lando está lidando com a luta pelo campeonato de uma forma que estamos gostando. Ele é rápido, a habilidade de corrida melhorando o tempo todo, a atitude, o aprendizado. Lando é agora um piloto maduro para ter sucesso neste tipo de luta.”

É igualmente simplista sugerir que Norris estaria melhor se resistisse a Verstappen e arriscasse uma queda. Ele não pode. Uma desistência (não finalização) acabaria efetivamente com suas chances, enquanto Verstappen poderia receber o golpe e ainda assim desfrutar de uma boa liderança.

Portanto, é um jogo de números para o campeão mundial e a Red Bull está de olho nos percentuais no Brasil. No México, a Red Bull estava rendendo entre 3-8km/h na reta e a equipe não teve outra opção a não ser instalar um novo motor faltando quatro reuniões ainda.

O Brasil, uma boa pista para ultrapassagens, oferece talvez a melhor oportunidade para recuperar posições no final do grid, mas Verstappen permaneceu cauteloso. “É algo sempre desconhecido”, disse ele. “Você acha que uma pista específica é o melhor lugar para sofrer uma penalidade no motor ou qualquer outra penalidade, mas isso nunca é garantido.”

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Ele sabe que é esse o caso, até porque com a corrida de velocidade de sábado, apenas uma sessão de treinos livres será oferecida para afinar os carros. Portanto, as apostas são altas, não conseguir acertar e a penalidade no grid pode ser ainda mais dolorosa e voltar ainda mais difícil.

A Ferrari, é claro, terá algo a dizer sobre tudo isso no fim de semana. O objetivo deles é o título de construtores, onde agora estão em segundo lugar, atrás da McLaren, um objetivo viável para a Scuderia, e Sainz e Charles Leclerc esperam ser jogadores no Brasil, assim como a Mercedes. Suas posições em relação a Verstappen agora são as variáveis ​​vitais no que deverá ser um fim de semana fascinante.

O fim de semana começou bem para a McLaren, com Oscar Piastri conquistando a pole para a corrida sprint à frente de seu companheiro de equipe Norris por apenas dois centésimos de segundo, aumentando a perspectiva de a McLaren potencialmente empregar ordens de equipe para maximizar os pontos de Norris. Leclerc foi terceiro e Verstappen em quarto. Lewis Hamilton lutou e largará em 11º para a corrida que será realizada na tarde de sábado, antes da qualificação para o Grande Prêmio.

O britânico Oliver Bearman foi convocado para substituir Kevin Magnussen, da Haas, que não está bem e competirá pela equipe pelo resto do fim de semana. Bearman, atualmente reserva da equipe, deve se juntar à Haas como piloto em tempo integral na próxima temporada.



Leia Mais: The Guardian

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.

 



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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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