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‘PERIQUITO’ É CONDENADO A CUMPRIR 13 ANOS DE CADEIA POR HOMICÍDIO EM 2018

O Alto Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Um crime ocorrido no mês de dezembro de 2018, onde um homem de 50 anos de Cidade foi assassinado com golpes de arma branca (faca), ocasionado pelo acusado Nivaldo Roberto Lopes Bezerra (26), conhecido pelo apelido de ‘Periquito’.

Este teria ido cobrar uma dívida que tinha com Dervison Lima da Cunha (26), em uma propriedade localizada no ramal do KM 75, da BR 317 (Estrada do Pacífico), em visível estado de embriaguez. Em dado momento, iniciou-se uma confusão e foi quando Sebastião Soares da Silva (50), tentou separar os dois.

‘Periquito’ se aproveitou do momento, pegando uma ‘faca’ que estava na cintura de Sebastião e correu atrás de Dervison, ainda lhe ferindo na região da cintura. Novamente ao tentar apaziguar a situação, o acusado se voltou contra quem não tinha nada com o caso. Sebastião foi ferido mortalmente e morreu antes de receber os primeiros socorros.

Nivaldo foi preso no local por homens da PM e levado para delegacia. Desde então, ficou aguardando seu julgamento que ocorreu no dia desta quinta-feira, dia 6. Após oito horas de julgamento, o júri optou pela condenação do réu.

Com reconhecimento de uma qualificadora (motivo fútil) e hediondez, ‘Periquito’ deverá cumprir 13 anos de reclusão em regime fechado pelo crime de homicídio qualificado. A defesa pode recorrer.

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Moradores fecham estrada em Rio Branco em protesto contra buracos e problemas em pontes

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Moradores da estrada Quixadá fecharam a via, na manhã desta segunda-feira (22), em protesto contra a quantidade de buracos e as condições das pontes da região. Na região, moram mais de 500 famílias.

Conforme os moradores, nem os ônibus de linha, nem os escolares estão entrando na estrada por conta das condições das pontes. Por isso, segundo eles, as crianças estão tendo que fazer o trajeto a pé.

“Nossa reivindicação aqui é porque os ramais estão intrafegáveis, as pontes estão quebradas e nós estamos praticamente isolados. Além disso, os ramais não têm mais acesso ao ônibus escolar e está difícil tirar a produção lá de dentro. Estamos esquecidos pelo poder público. Queremos uma solução concreta e definitiva”, reclamou o morador Jucelino Silva.

Marli da Silva também é moradora da região e afirmou que as pessoas, que vivem nos ramais estão tendo que andar mais de 20 quilômetros para chegar até o local onde passa o ônibus.

“O maior problema é a questão de transporte, porque fica intrafegável quando chove e o ônibus nem entra no Ramal Limoeiro e Boa Água. Quem tem suas produções agrícolas também está quase impossível de trazer. Estamos pedindo socorro, porque já apresentaram uma planilha para nós, mentindo, talvez, porque já faz quatro meses e até agora nada de resolver”, afirmou Marli.

O representante da prefeitura, Ailton Castro, foi até o local e afirmou que estrada está no cronograma da Operação Verão. Segundo ele, a responsabilidade seria do governo do estado, mas a prefeitura se sensibilizou com a comunidade e resolveu enquadrá-la na operação de recuperação de via.

“Essa primeira ponte foi entregue a obra definitiva, a segunda ponte do Redenção, já foi feita a licitação e vai ser aberta a contratação da empresa para poder começar a manutenção definitiva. A ponte do Piragi vai ser restaurada também nesse verão. Então, essa comunidade está sendo atendida pela prefeitura”, disse o representante.

Castro afirmou que ainda não há previsão de quando as obras devem entrar na comunidade. “Claro que a responsabilidade dessa estrada do Quixadá sempre foi do governo do estado. Só que a prefeita se sensibilizou com a comunidade e vai enquadrá-la na Operação Verão. Mas, não definiu data de entrada aqui nessa comunidade”.

Após ouvir os moradores, Castro sugeriu que eles selecionassem cinco representantes para que fossem até a prefeitura se reunir com o secretário de Infraestrutura e Mobilidade Urbana do Município, Marcus Vinícius.

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Médico Giovani Casseb deixa “cela insalubre” e é transferido ao Batalhão Militar

Acjornal, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O médico especialista em Medicina da Família, Giovanni Casseb, preso num esquema de venda de anabolizantes, foi transferido a um batalhão da Polícia Militar. A transferência foi feita por militares do Bope, na madrugada desta segunda-feira, de forma discreta e silenciosa. O pai do médico, advogado, argumentou que a cela do presídio é insalubre, muito suja e com cheiro forte, “imprópria para a permanência” do seu filho e cliente. A ordem para transferir Casseb foi dada pelo juiz Raimundo Nonato Maia, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco. O magistrado foi quem determinou a prisão do médico. O garçom Wendell Oliveira, também preso sob a acusação de vender as drogas prescritas por Casseb, continua preso em cela comum.

A polícia segue na investigação. Uma lista com mais de cem nomes, encontrada na casa do médico, orienta os investigadores, além de receituários preenchidos com timbre e assinatura do profissional. 

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