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Permissão para placa ‘MorumBis’ será votada por conselho – 11/11/2024 – Cotidiano

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Clayton Castelani

A instalação do painel MorumBis na fachada do estádio Cícero Pompeu de Toledo, o antigo Morumbi, deverá ser discutida no próximo dia 18 pelo Conpresp, o conselho responsável pela preservação do patrimônio da capital paulista.

Exemplar da arquitetura modernista, a estrutura é tombada desde 2018. Intervenções em bens com essa característica dependem da análise do órgão municipal de patrimônio.

A mudança do nome do estádio do São Paulo Futebol Clube e, consequentemente, da fachada, faz parte do acordo firmado com a fabricante de alimentos Mondelez, responsável pela marca de chocolates Bis.

A parte externa da arquibancada superior voltada para o norte, localizada de frente para a praça Roberto Gomes Pedrosa, já teve removido o letreiro com os escudos e os nomes do clube e do estádio. É nesse local onde o painel MorumBis poderá ser fixado, caso seja aprovado.

Fenômeno cada vez mais presente em arenas esportivas, casas de espetáculos e até estações de metrô, os acordos de “naming rights” resultam na substituição de nomes de edifícios e equipamentos urbanos públicos e privados por marcas de empresas, que desembolsam milhões para isso.

No caso do Morumbi, o contrato com a fabricante de chocolates tem duração de três anos, com um aporte total de R$ 75 milhões ao São Paulo.

Além do letreiro, a reforma inciada pela São Paulo neste ano envolve mudanças nas estruturas internas do estádio.

Com órgãos municipais com direito a quatro votos no Conpresp, a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) tem se posicionado a favor da comercialização dos nomes de edifícios. Foi em 2023, já na prefeitura de Nunes, que a lei que autoriza esse tipo de negócio foi sancionada.

Um dos autores da lei do naming rights na capital é o vereador Rodrigo Goulart (PSD), que também tem cadeira no conselho de patrimônio. Isso totaliza potenciais cinco votos para a mudança de nome, de um total de nove.

Construído entre 1953 e 1960, o estádio do São Paulo foi projetado em 1952 pelo arquiteto João Batista Vilanova Artigas (1915-1985), um dos nomes mais importantes da arquitetura paulista.

É justamente para a preservar o legado de Vilanova Artigas que o decreto tombou não só o Morumbi, mas diversas construções projetadas pelo arquiteto na cidade.

Representante do IAB (Instituto dos Arquitetos do Brasil) no Conpresp, a arquiteta Danielle Santana diz que, embora mudanças para a inclusão da nova marca tenham sido realizadas no interior do estádio, intervenções na fachada tendem a enfrentar mais resistência porque essa é uma das poucas partes da construção que ainda guardam características originais.

O decreto de tombamento considera inalteráveis a volumetria e características espaciais que compõem o projeto, o que claramente indica que a instalação de uma eventual cobertura ou modificação no tamanho do campo não seriam permitidas, diz Danielle.

Caberá ao órgão de preservação do patrimônio avaliar, portanto, se o letreiro pode efetivamente ser um componente que faz parte ou não do tombamento.

“Diversos equipamentos no interior do estádio, como as cadeiras, já foram alterados diversas vezes, mas isso não significa que uma nova substituição de cadeiras poderá ser realizada sem antes passar pelo Conpresp”, explica a arquiteta.

Não é apenas o tombamento que interfere na mudança do letreiro. A Lei Cidade Limpa também impõe restrições. Para autorizar a mudança, a CPPU (Comissão de Proteção à Paisagem Urbana) exige a assinatura de um termo de cooperação em que a Mondelez precisaria realizar obras para melhorar o urbanismo no entorno do estádio.

Segundo a prefeitura de São Paulo, a minuta com o projeto urbanístico será analisada após a manifestação do Departamento do Patrimônio Histórico e do Conpresp, ou seja, após a reunião do próximo dia 18 de novembro.

A Mondelēz Brasil informou que segue os trâmites legais junto aos órgãos responsáveis. A reportagem não obteve retorno do São Paulo Futebol Clube até a publicação deste texto.



Leia Mais: Folha

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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