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Permitir o genocídio? Ex-funcionários de Biden refletem sobre o legado do presidente | Notícias de Joe Biden
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Enquanto atuava como empreiteiro e consultor sênior da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), Alex Smith tinha um mandato amplo.
Ele foi encarregado de oferecer informações sobre questões relativas a gênero, doenças infecciosas, nutrição e saúde de mães e crianças.
E todas essas questões convergiram em Gaza, como As vitórias de Israel desdobrado. O cerco limitou o acesso a alimentos, água e medicamentos, forçando o encerramento de hospitais e unidades médicas. As Nações Unidas também alertaram repetidamente que o norte de Gaza está em Risco “iminente” da fome.
De acordo com a organização sem fins lucrativos Save the Children, pelo menos 3.100 crianças menores de cinco anos foram mortos em Gaza em outubro. Num inquérito realizado a crianças dessa faixa etária, a organização sem fins lucrativos descobriu que quase 20% sofriam de desnutrição aguda. Outros 4 por cento enfrentavam desnutrição aguda grave.
A ONU também concluiu que uma estimativa 46.300 mulheres grávidas em Gaza enfrentavam “níveis de crise” de fome.
Smith decidiu dar o alarme dentro de sua agência. Ele disse que escreveu e-mails para seus superiores, incluindo Samanta Powero administrador da USAID — tudo em vão.
A gota d’água, disse Smith, foi quando a liderança sênior retirou sua apresentação sobre a mortalidade materna e infantil entre os palestinos, apesar de inicialmente ter concordado em deixá-lo falar.
Antes da apresentação, ele disse que seus slides foram examinados e que lhe foram dadas instruções detalhadas sobre qual linguagem usar.
Ele lembrou-se de ter sido instruído a não se referir aos cidadãos árabes israelenses como “palestinos”, mesmo que se identificassem como tal, e a evitar frases como “na fronteira de Gaza”. Até mesmo um mapa de Gaza foi considerado “inaceitável”.
“Era tudo muito orwelliano”, disse Smith, referindo-se ao romancista distópico britânico George Orwell. “Saiu praticamente das páginas de 1984.”
Após o cancelamento da apresentação, Smith disse que teve que escolher: renunciar ou ser demitido. Ele escolheu o primeiro.
Atualmente, ele trabalha para um think tank, o Carnegie Endowment for International Peace, coletando provas para tribunais.
Ao reflectir sobre o seu tempo no governo Biden, Smith nota um forte contraste entre o apoio de Biden à Ucrânia devastada pela guerra e a sua falta de apoio a Gaza, onde bairros inteiros foram arrasados.
“Quando falamos da Ucrânia, podemos condenar o bombardeamento de hospitais. Podemos falar sobre a resiliência das pessoas que estão sendo atacadas. Podemos falar sobre os perpetradores que os estão atacando”, disse Smith.
“Mas quando se trata de Gaza, não falamos sobre essas pessoas. Não planejamos que seus sistemas de saúde sejam reconstruídos.”
Quando votou na corrida presidencial de 2024, Smith sabia que não poderia apoiar o vice-presidente de Biden, Harris, temendo uma continuação das políticas do presidente.
Seu estado natal, Maine, emprega um sistema de escolha por classificação, permitindo que os residentes ofereçam apoio a vários candidatos. Smith usou sua votação para classificar Harris como sua última escolha, atrás dos candidatos de terceiros Cornélio Oeste e Jill Stein.
Smith explicou que tem uma visão sombria do legado de Biden que será percebido nos próximos anos. “Ele será lembrado como o presidente dos EUA que fabricou um genocídio contra as crianças em Gaza.”
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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