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‘Pessoas adormecendo não era tão incomum’: os pioneiros experimentais Necks em quatro décadas de improvisação | Música experimental
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Andrew Stafford
Tei, foram a sensação da noite para o dia, 30 anos em formação. Em 2017, uma revisão apareceu no New York Times: “Minha obsessão pelos Necks, o maior trio da Terra”. Seguiu o LA Timesque os chamou de “uma das maiores forças musicais do mundo”. O Washington Postem 2020, demorou a entender, descrevendo uma de suas músicas como “inúmeras toneladas métricas de coisas quicando e tilintando sendo descartadas em um abismo de escadas” (cortesia, é claro).
É bom que eles sejam inteligentes o suficiente para não prestar atenção a nada disso. A música dos Necks é tão efêmera que não se pode esperar que ninguém responda da mesma maneira. Não há setlists. Sem expectativas. E definitivamente sem pedidos. Só existe confiança: que os três irão literalmente fazer as pazes à medida que avançam.
Foi em 1986 que o baixista Lloyd Swanton, o percussionista Tony Buck e o pianista Chris Abrahams, todos músicos experientes, se uniram em torno da descrição de Abrahams de seu princípio básico: “E se nós apenas, você sabe, tocássemos música?” Na sexta-feira lançaram Bleed, seu 29º álbum (incluindo gravações ao vivo, que – sendo improvisadas – são tão únicas quanto as demais).
Originalmente, os Necks eram um projeto inteiramente privado. Foram cerca de oito meses de “ensaios” no departamento de música da Universidade de Sydney sem pensar em tocar ao vivo, até que a pessoa que lhes permitiu acesso à sala os convidou para se apresentarem em uma série de concertos à tarde.
Seus primeiros shows não foram exatamente recebidos em êxtase. “As pessoas adormecerem não era tão incomum”, diz Abrahams. “Eu me lembro… terminamos uma apresentação e várias pessoas estavam deitadas de costas.”
Na verdade, os Necks estavam apenas convidando o público a entrar na mesma zona que almejavam: um transe, onde os instrumentos pareciam tocá-los, e não o contrário. Eles logo chegaram ao mais próximo que chegaram de uma fórmula – um deles começaria (embora ninguém soubesse quem), então os outros entrariam. Aos poucos, uma peça tomava forma.
Agora, diz Swanton, “podemos fazer isso enquanto dormimos, embora eu espere que não pareça assim”. O desafio, desde o início, foi entrar no estado mental necessário para voltar ao princípio original: apenas jogar. “Queríamos perseguir a ideia de estar inteiramente no momento.”
Todos são virtuosos. Jim Moginie, que tocou com Abrahams tanto solo quanto com Midnight Oil (de quem Abrahams foi membro em turnê por um breve período), o chama de “provavelmente o principal pianista deste país. Estávamos usando cerca de um por cento de seu cérebro no que fazíamos.”
Há uma alquimia que acontece ao vivo, diz Moginie: “Não é jazz, é outra coisa. É música improvisada, e o fato de eles inventarem isso todas as noites – isso faz parte da ousadia, não é? Eles estão na corda bamba, os holofotes estão sobre eles e você não sabe o que vai acontecer.”
“Outra coisa” pode ser a única maneira de rotular os Necks. Próprio Bandcamp descreve-os como “não inteiramente vanguardistas, nem minimalistas, nem ambient, nem jazz”. Swanton sorri: “Não é incomum ter dificuldade em descrever música em palavras; isso é inerente ao ato de fazer música e compartilhá-la.”
Abrahams, por sua vez, não se preocupa. “Não tenho nenhum problema com as pessoas nos categorizando da maneira que acharem adequada. Cada ouvinte tem o direito de interpretar o que fazemos da maneira que sentir, e é uma necessidade humana categorizar e dar um nome às coisas. Não me importo de ser considerado como tudo isso, ou como nenhum dos itens acima.”
após a promoção do boletim informativo
Isso não significa que não existam muitos pontos de referência musicais para o que os Necks fazem. A quietude atmosférica e a lenta construção da descoberta de fusão de Miles Davis De maneira silenciosa vem à mente. O mesmo ocorre com os trabalhos ambientais de Brian Eno, que convidou os Necks para se apresentarem como parte de um supergrupo incluindo ele mesmo e Karl Hyde do Underworld em 2009.
Mas nenhum grupo de músicos criou uma carreira inteira do nada da mesma maneira. Os Necks não ensaiam: “Mesmo antes de nos apresentarmos ao vivo, eu não chamaria isso de ensaio, porque não tínhamos nada para ensaiar”, diz Swanton. As gravações são um pouco mais complicadas, tecnicamente falando, mas ainda assim nada é preconcebido.
Houve apenas uma ocasião em sua carreira, diz Swanton, em que ele sentiu medo do palco. O percussionista Tony Buck mudou-se para Berlim e o grupo não tocava há um ano. “Começamos a ganhar uma certa reputação e estávamos prestes a subir no palco em frente a uma sala cheia de centenas de pessoas. Eu estava me questionando silenciosamente: podemos realmente fazer isso?
Eles poderiam. E continuam a fazê-lo, ao ponto de o grupo ser mais procurado do que nunca, especialmente na Europa e na América. Assim como sua música, sua carreira foi crescendo gradativamente. “A questão agora é: podemos jogar tanto e não ficar cansados e desiludidos? E mesmo assim, toda vez que toco com a banda, não consigo acreditar como chegamos lá e tudo acontece”, diz Swanton.
Ocasionalmente, ele confessa, sente saudades dos primeiros tempos, quando eram apenas os três. “Às vezes ainda sinto que é uma pena que tenhamos tornado público, por assim dizer, e me pergunto se deveríamos formar outra banda privada, porque há algo muito especial nisso.”
Talvez. Mas se os Necks tivessem permanecido a portas fechadas, também teriam negado ao resto de nós algo muito especial. Por enquanto, eles estão apenas inventando à medida que avançam.
O novo álbum dos Necks, Bleed, já foi lançado pela Northern Spy. Eles percorrer em toda a Europa em novembro e na Austrália em janeiro e fevereiro de 2025
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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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