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Pessoas com lesões causadas pela vacina da Covid não recebem a ajuda de que precisam, apurou o inquérito | Inquérito da Covid
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Ian Sample Science editor
As pessoas que foram gravemente prejudicadas pelas vacinas da Covid enfrentaram um processo “inadequado e ineficiente” para obter um pagamento do governo, com muitos rejeitados e outros esperando anos por uma decisão, o Inquérito da Covid ouviu.
O esquema de pagamento por danos causados pela vacina oferece uma quantia única de £ 120.000 para pessoas que tenham reações adversas tão graves às vacinas que fiquem pelo menos 60% incapacitadas. Mas as pessoas afetadas pelos ferimentos causados pela vacina disseram ao inquérito que não receberam a ajuda e o apoio financeiro que mereciam.
“O esquema é inadequado e ineficiente. Oferece muito pouco, muito tarde e muito pouco”, disse Kate Scott, da Vaccine Injured and Bereaved UK. “Deveria haver um esquema de compensação justo, e o governo deveria ter planejado isso, sabendo que se nada fosse 100% seguro e eficaz e estivesse sendo implementado para tantas pessoas, haveria feridos e haveria mortes.”
O marido de Scott, Jamie, desenvolveu um raro coágulo sanguíneo no cérebro após receber a injeção da AstraZeneca Covid. Ele sobreviveu apesar de ter ficado em coma por um mês, mas agora está parcialmente cego e tem problemas cognitivos que, segundo Scott, o impediriam de trabalhar novamente.
Embora Jamie tenha recebido um pagamento por danos causados pela vacina, Scott disse que o valor era insuficiente para muitas pessoas. Alguns membros do grupo usavam bancos de alimentos e mudaram de casa. “Isso é apenas um trauma extra em relação ao que já estamos enfrentando”, disse ela ao inquérito.
Outros perderam totalmente os pagamentos, disse Scott, porque não atingiram o limite de 60% para invalidez. Até 30 de Novembro, disse ela, tinham sido feitas 17.519 reclamações ao esquema de pagamento de danos causados pela vacina, com mais de 1.000 pessoas ainda à espera de uma decisão após um ano e 126 ainda à espera após quase três anos.
Além de pedir a reforma do esquema de pagamento de danos às vacinas, Scott disse que os médicos e o público deveriam ter sido informados mais cedo sobre os efeitos colaterais graves, para que pudessem receber tratamento precoce.
O último módulo do inquérito Covid centra-se em vacinas e terapêuticas que são amplamente consideradas um raro destaque na resposta à pandemia do Reino Unido. A rápida implementação das vacinas significou que o Reino Unido estava entre os países que mais beneficiaram em termos de vidas salvas pelas vacinas.
Falando na sessão de abertura na terça-feira, Hugo Keith KC, advogado do inquérito, disse que provas periciais encomendadas pelo inquérito sugeriam “esmagadoramente” que o Reino Unido operava “um sistema robusto e sofisticado” para garantir os mais altos níveis de segurança. “As evidências sugerem esmagadoramente que as vacinas contra a Covid do Reino Unido protegeram com sucesso a população do Reino Unido contra um vírus que estava matando e poderia matar centenas de milhares de pessoas”, disse ele.
“Os efeitos secundários podem ser encontrados em qualquer medicamento, mas os efeitos secundários graves, embora muito raros, são, no entanto, significativos e debilitantes”, acrescentou. “Para aqueles que sofreram efeitos secundários graves, e pior ainda, para o número muito pequeno de pessoas cujos entes queridos morreram em consequência disso, foi, claro, uma tragédia completa, e nada do que é dito sobre a raridade daqueles terríveis consequências podem ser tomadas, ou deveriam ser tomadas, para diminuir essa perda”, disse ele.
Um porta-voz do Serviço Nacional de Saúde A Autoridade de Serviços Empresariais disse: “Desde que assumimos o Esquema de Pagamento de Danos por Vacinas do Departamento de Trabalho e Pensões em novembro de 2021, expandimos significativamente nossa equipe para acelerar o andamento das reclamações, lidar com os altos volumes contínuos de novas reclamações recebidas, continuar o contato personalizado com os requerentes e interagir com os prestadores de cuidados de saúde para obter registros médicos o mais rápido possível.
“Pode levar um tempo significativo para alguns prestadores de cuidados de saúde nos enviarem registos médicos e não podemos avançar com os pedidos para a fase de avaliação médica independente sem eles. Isso causou atrasos em uma série de reclamações e reconhecemos que isso pode ser frustrante.”
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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