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Pessoas felizes seguem esses 8 passos simples, ensina psicóloga
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Todo mundo quer viver mais leve e tranquilo e, segundo a psicóloga Lizandra Arita, pessoas felizes tendem a seguir oito passos simples que podem te ajudar a melhorar no dia a dia. Veja todos eles abaixo!
Para a profissional da Clínica Mantelli, a felicidade não é uma coisa passageira, mas sim uma prática constante. É preciso exercitá-la todos os dias um pouquinho. Assim, vai ser bem mais fácil cultivar o crescimento pessoal e viver livre de preocupações!
“Quando focamos no positivo, mesmo que nas coisas mais simples, isso ajuda a mudar a perspectiva diante dos desafios, tornando-os mais leves e fáceis de lidar”, disse em entrevista ao Minha Vida.
Oito hábitos
É claro que tem dias que as coisas são mais difíceis, mas nesses momentos, é preciso respirar e saber enfrentar os desafios da melhor maneira possível. Veja as dicas da psicóloga:
- Gratidão diária: segundo Lizandra, pessoas felizes tendem a reconhecer e agradecer tanto pelas pequenas coisas, como as grandes coisas do dia. Comece listando três motivos pelos quais você se sente grato. Isso vai se tornar um diário de gratidão e te lembrar como há tanta coisa para agradecer!
- Medita ajudar: a meditação, ou a atenção plena, são práticas essenciais para a redução do estresse, explica Lizandra. “Meditar ou simplesmente respirar de maneira consciente traz clareza, diminui a ansiedade e melhora o foco.”
- Cuide do corpo: coloque o corpo para se mover. Exercícios físicos não só melhoram a sua saúde física, como liberam endorfinas, que promovem uma sensação de bem estar, felicidade e satisfação. “O corpo e a mente estão profundamente conectados”, disse a profissional.
- Estabelece metas: trabalhar com metas pode ser benefício e isso pode incluir várias coisas como ler um capítulo de um livro e aprender algo novo. As pequenas metas diárias são verdadeiros degraus para uma vida mais feliz e próspera.
- Pense positivo: para Lizandra, não é preciso ignorar os desafios da vida, mas foque nas soluções deles e não nos problemas. “O pensamento positivo não significa ignorar dificuldades, mas reprogramar a mente para enxergar as possibilidades.”
- Tenha momentos para si: em meio a correria do dia a dia, esquecemos de um tempinho para nós mesmos. Tente sempre separar um momento sozinho e de reflexão. “Ao passar um tempo sozinho, você pode fazer uma pausa para refletir sobre o que realmente importa e se reconectar com suas verdadeiras necessidades e objetivos.”
- Ajude os outros: ajudar os outros também te beneficia diretamente e isso já foi provado cientificamente. Faça trabalhos voluntários, que ajudam a criar uma sensação de propósito e pertencimento. Ajudar o outro, seja com um gesto simples ou com ações mais significativas, reforça a conexão e aumenta a nossa satisfação pessoal”, argumentou Lizandra.
- Menos digital: viver sem tecnologia hoje é praticamente impossível, mas a psicóloga recomenda se desconectar das telas de vez em quando. Com tempo sobrando, pratique caminhadas, leia, passe um tempo com a natureza e dê preferências às atividades ao ar livre. “Desconectar-se da tecnologia ajuda a recarregar as energias e a viver o momento presente.”
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O que não fazer
Se por um lado os oito hábitos acima vão te ajudar a viver uma vida mais feliz e tranquila, é bom ficar de olho nos hábitos que podem fazer justamente o contrário!
Se comparar constantemente com os outros, negligenciar o autocuidado e viver sempre as expectativas alheias, fazem muito mal. Se liberte disso!
Além disso, não encare os erros apenas como um fracasso, pelo contrário, veja neles motivo de aprendizado para ser cada vez melhor.
Por fim, não negue relações comunitárias e interpessoais. O ser humano é um ser social e viver próximo aos amigos e família é muito importante para o crescimento pessoal.
Não deixe pensamentos intrusivos te dominarem. Se afaste daqueles que te fazem mal! – Foto: AlisaDyson/ND
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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