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PL vai mal no 2º turno, mas supera PSD nas grandes cidades – 28/10/2024 – Poder

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Ranier Bragon

As eleições municipais de 2024 produziram uma mudança significativa no mapa de comando das 103 maiores cidades do país, que concentram 40% do eleitorado nacional.

Apesar de ter sido proporcionalmente o maior fracassado do segundo turno, o PL de Valdemar Costa Neto conquistou no total dos dois turnos o maior número desses municípios, 16, desbancando por uma prefeitura o PSD de Gilberto Kassab.

Essas 103 cidades são as que possuem mais de 200 mil eleitores, sendo as prefeituras mais cobiçadas pelo peso político —em Brasília não há eleição municipal.

Embora a matemática aponte pequena diferença, a tabela de partidos vencedores nessas cidades não pode ser tomada como valor absoluto. É preciso levar em conta outros fatores para traçar o desempenho dos partidos.

Começando pelo campeão das urnas nesses grandes centros. O PL era insignificante nessas grandes metrópoles em 2020, tendo eleito apenas dois prefeitos.

Coube a Jair Bolsonaro, que se filiou ao partido em 2021, promover o grande salto, levando o PL a subir de 2 prefeitos para 10 mesmo antes das eleições —por meio do troca-troca partidário.

No primeiro turno de 2024 o PL elegeu 10 prefeitos e colocou outros 22 candidatos no segundo turno, disparado o melhor desempenho.

Ocorre que só conseguiu eleger seis neste domingo, o pior resultado proporcional entre as grandes legendas.

Destaque para as importantes derrotas em Fortaleza, Belo Horizonte, Manaus e Goiânia, capital onde Bolsonaro se deslocou e assistiu a derrota pessoalmente.

Os principais resultado da sigla neste domingo (27) foram a conquista de Cuiabá e Aracaju, o que elevou para quatro o número de capitais sob seu comando (levou no primeiro turno Rio Branco e Maceió).

Já o PSD elegeu 11 prefeitos nos grandes centros em 2020 e agora pulou para 15. O crescimento relativo à última eleição, porém, contrasta com uma leve queda em relação ao número atual de prefeitos nas grandes cidades: 17.

Diferentemente do PL, o PSD está na gestão de cidades mais populosas, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e São Luís.

Kassab e Valdemar travaram uma briga particular pelo título de maior sucesso nas eleições, mas, em relação às grandes cidades, o resultado pode ser classificado como um empate —no total de todos os mais de 5.500 municípios, o PSD levou a melhor, com 887 eleitos contra 515 do PL.

Voltando aos grandes centros, o pelotão que vem a seguir é formado por União Brasil (14 eleitos), MDB (12), PP (11), Republicanos (8) e Podemos (8).

Desses, destaque para o União Brasil, que manteve o comando de Salvador e levou Goiânia e Natal, além do MDB, que manteve a cidade com o maior eleitorado do país, São Paulo.

No campo da esquerda houve uma leve melhora do PT, que saiu de 4 eleitos nas grandes cidades há quatro anos para 6 vitórias agora, incluindo uma capital, Fortaleza, o que não conseguia desde 2016.

PSD, PDT e PSOL tinham poucas grandes prefeituras nas grandes cidades e agora terão menos ainda. O PSOL, que comandava Belém e que nem para o segundo turno foi, não terá nenhuma.

Na categoria grandes tombos, o PSDB segue na trajetória que o levou de um grande partido para uma sigla de porte médio e que ameaça colocá-lo na prateleira dos pequenos.

Em 2020, os tucanos conquistaram 17 grandes prefeituras, entre elas São Paulo. Agora, só estão em 5, nenhuma delas capital.

O maior símbolo do fiasco na atual eleição esteve em São Paulo, cidade em que o PSDB venceu nas duas últimas eleições, com João Doria em 2016, no primeiro turno, e Bruno Covas em 2020.

Neste ano, o deputado federal Aécio Neves (MG) e o presidente da legenda, Marconi Perillo, que são alguns dos poucos líderes históricos que restam no partido, patrocinaram a filiação e a candidatura de José Luiz Datena, que antes havia se filiado ao PSB, com a perspectiva de ser vice na chapa de Tabata Amaral.

Ele amargou a quinta colocação na disputa, com 112.344 dos votos, o equivalente a 1,84% do total. O próprio apresentador qualificou seu desempenho como “péssimo” e “horrível”.



Leia Mais: Folha

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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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