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Plano de mão de obra para 1,5 milhão de novas casas não é viável, afirma empresa de construção civil | Política de planejamento

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Sammy Gecsoyler

O plano trabalhista de construir 1,5 milhão de casas durante este parlamento não é viável devido a uma grave escassez de competências, ao envelhecimento da força de trabalho e ao Brexit, disse o chefe da maior empresa de construção residencial da Grã-Bretanha.

O governo delineou na quinta-feira como iria atingir esse objetivo. As propostas no âmbito do quadro político de planeamento nacional revisto (NPPF) incluem metas individuais para cada autoridade de planeamento e novas regras que permitirão a construção de habitações em terrenos de cintura verde de menor qualidade.

O presidente-executivo da Barratt Redrow, David Thomas, quando questionado pela BBC se havia trabalhadores suficientes para construir as casas extras prometidas pelo Keir Starmer e Angela Rayner, disseram: “A resposta curta é não.”

Acrescentou que o governo teria de “revolucionar o mercado, revolucionar o planeamento, revolucionar os métodos de produção” para tornar o seu objectivo alcançável.

“Eles são alvos desafiadores. Acho que temos que reconhecer que esta é uma crise nacional”, disse Thomas.

A Home Builders Federation (HBF) ecoou os sentimentos de Thomas.

A HBF disse à BBC que o Reino Unido “não tem um fluxo de talentos suficiente” de construtores para cumprir o objectivo do Partido Trabalhista, citando restrições de recrutamento com má percepção e falta de formação nas escolas, aprendizagem insuficiente e o custo de contratar aprendizes.

O órgão da indústria disse que o setor não “atraiu” recrutas suficientes nos últimos anos, afirmando que um quarto dos comerciantes tinha mais de 50 anos.

As preocupações provenientes da indústria da construção diminuíram as perspectivas quanto aos objectivos de construção do primeiro-ministro, depois de este ter dito, em 5 de Dezembro, que o seu governo iria “absolutamente” impulsionar o desenvolvimento.

Starmer disse que queria “encontrar o equilíbrio certo com a natureza e o meio ambiente”, mas que “um ser humano querendo ter uma casa” tinha que ser a principal prioridade.

Para além do seu compromisso de construir 1,5 milhões de casas, o governo trabalhista pretende tomar decisões sobre 150 grandes projectos de infra-estruturas durante este parlamento.

O NPPF actualizado compromete-se com uma estratégia “brownfield first”, com locais desactivados que já foram desenvolvidos no passado priorizados para novos edifícios.

A resposta padrão quando um desenvolvedor busca construir em terrenos abandonados será sim, mas o governo diz que esses locais não serão suficientes para o número de casas necessárias.

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Os conselhos serão obrigados a rever os limites da sua cintura verde, identificando terrenos de “cintura cinzenta” de qualidade inferior onde possam ser construídos.

A estrutura define o cinturão cinza pela primeira vez como uma área de cinturão verde que “não contribui fortemente para os propósitos do cinturão verde”. Esses objectivos incluem limitar a expansão urbana, impedir a fusão de cidades vizinhas e preservar o carácter especial das cidades históricas.

Proteger o campo da invasão e ajudar na regeneração urbana já não são incluídos como objetivos do cinturão verde.

“Durante anos, não tivemos casas suficientes sendo construídas. Isso significa que os indivíduos e as famílias não têm a segurança que desejam”, disse Starmer durante uma visita a um canteiro de obras em Cambridge.

“Estamos determinados a superar isso, a fazer o que for necessário.”

Orientações mais específicas sobre como as autoridades locais podem avaliar suas terras no cinturão verde serão entregues em janeiro.

O governo anunciou 100 milhões de libras em dinheiro adicional para os conselhos, juntamente com 300 responsáveis ​​de planeamento adicionais, para acelerar os processos de tomada de decisão.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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