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Poder Judiciário Acreano inicia atividades do projeto Horta Compartilhada

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Iniciativa socioambiental busca promover maior integração entre servidores e promover a conscientização ambiental.

O Tribunal de Justiça do Acre deu início nessa segunda-feira, 10, às atividades do Projeto Horta Compartilhada, cujo objetivo é incentivar o cultivo de plantas livres de agrotóxicos, estimular hábitos alimentares saudáveis, fortalecer o convívio comunitário e recriar a ligação entre o campo e a cidade.

O lançamento oficial da ação socioambiental foi realizado na presença da governadora do Estado do Acre, em exercício, desembargadora Denise Bonfim (presidente da Corte de Justiça).

Também compuseram o dispositivo de honra para o ato a vice-presidente do TJAC, em exercício, desembargadora Eva Evangelista, a corregedora-geral da Justiça e coordenadora do Núcleo Socioambiental Permanente (NUSAP) do Tribunal, desembargadora Waldirene Cordeiro, a presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AC), desembargadora Regina Ferrari, e o diretor-presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), Paulo Viana.

Na oportunidade, a Presidência do TJAC e a Coordenação do NUSAP conferiram certificados a 17 colaboradores que já atuam no Projeto Horta Compartilhada pela “inestimável contribuição à sustentabilidade ambiental”.

A ação, além de promover a conscientização ambiental e a cultura da sustentabilidade no ambiente de trabalho, também tem como objetivo proporcionar uma oportunidade qualificada para maior integração entre magistrados, servidores e colaboradores do TJAC.

“Essa é mais uma ação no sentido da preservação do meio ambiente, da conscientização ambiental e de uma melhor qualidade de vida. Por meio do NUSAP, com o inestimável apoio da decana do TJAC, desembargadora Eva Evangelista, nós envolvemos todas as diretorias e gerências do Tribunal na busca por um mundo melhor para nós e para as futuras gerações. Isso não é um chavão, tampouco um mantra, mas é a nossa realidade. Precisamos, ainda que minimamente, contribuir para a preservação do nosso planeta”, considerou a coordenadora do NUSAP, desembargadora Waldirene Cordeiro.

“A desembargadora Waldirene Cordeiro tem feito um ótimo trabalho à frente do NUSAP, a quem agradeço. Agradeço também aos demais desembargadores, que, de uma forma ou de outra, também colaboram com esse trabalho. Essas iniciativas têm levado o nosso Poder Judiciário a um nível nacional e é isso que nós queremos”, disse a governadora do Estado do Acre, em exercício, desembargadora Denise Bonfim.

Plano de Logística Sustentável (PLS)

As atividades do Projeto Horta Compartilhada fazem parte do PSL do Tribunal de Justiça do Acre, atendendo à determinação contida na Resolução CNJ nº 201/2015, que impõe a adoção de práticas de sustentabilidade com vistas à construção de um novo modelo de cultura institucional e à inserção de critérios de sustentabilidade nas atividades do Poder Judiciário.

Os servidores interessados em participar do projeto devem se inscrever junto à administração do NUSAP. Em seguida, eles recebem mudas da Diretoria de Gestão Estratégica (DIGES) ou trazem suas próprias mudas de casa para o canteiro que deverão cuidar e manter na sede do TJAC. Além disso, eles também deverão participar de encontros e oficinas relacionadas ao tema sustentabilidade ambiental.

Colaboradores homenageados

Confira abaixo a lista dos colaboradores homenageados durante o lançamento do Projeto Horta Compartilhada:

Andressa L. S. Braga

Andressa Vilela da Silva

Irade Ketlen Silva de Sá

Rafahella Fonseca de Oliveira

Rodrigo Luís Sarmento de Alencar

Tercio Vinicius de Souza Silva

Herly Rios Bezada

Dhyenyton Baltazar de Souza

Izabel Guedes Rodrigues

Andressa Mendes dos Santos

Tatiele Rodrigues dos Santos

Jônata Carvalho Bessa

Francisca Aline Soares Correia

Hully Viana Maia

Najara Laurentino

Amanda Aquino

Michael da Silva Oliveira

Veja todas as fotos no Flickr.

 Por Gecom TJAc

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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