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Polícia antiterrorista inicia investigação de ataque com suástica na sinagoga de Sydney | Sidney
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Australian Associated Press
A polícia antiterrorista assumiu a investigação de um ataque de vandalismo com suástica numa sinagoga de Sydney enquanto o comissário da polícia e o governo estadual apelam ao público para ajudar a capturar os perpetradores.
A atuação Nova Gales do Sul A primeira-ministra, Penny Sharpe, disse estar confiante de que a polícia antiterrorista tinha os recursos e as habilidades para encontrar os autores do último ataque.
“Eles trazem toda a inteligência que temos sobre as atividades que estão por aí”, disse ela à rádio ABC na segunda-feira.
“Eles são capazes de coordenar em nível local, em nível mais amplo, são capazes de trabalhar em estreita colaboração e fazer coisas como liberar CCTV.”
Os líderes judeus condenaram o último ataque, no qual suásticas vermelhas foram pintadas com spray na parede frontal da sinagoga de Newtown, no interior oeste de Sydney, por um homem e uma mulher, por volta das 4h30 de sábado.
Eles também acenderam um líquido claro que queimou em poucos minutos, mas o incêndio poderia ter tido consequências mortais se tivesse se espalhado, disse a comissária de polícia de Nova Gales do Sul, Karen Webb, no domingo.
Os “criminosos odiosos” não estavam apenas tentando desfigurar um local de culto, mas também tentando destruí-lo, disse o presidente do Conselho Judaico de Deputados de NSW, David Ossip.
“Este foi um ato fracassado de terrorismo que colocou em risco a segurança e a propriedade dos residentes que dormiam pacificamente em suas casas perto da sinagoga”, disse ele.
A investigação foi assumida pela unidade de crimes de ódio do comando antiterrorista, disse Webb.
“Apelo a todos que sabem quem cometeu esses crimes repugnantes que se apresentem e digam à polícia quem são”, disse ela.
“Há outras investigações locais onde há pichações em bicicletas compartilhadas e parques de skate e outras coisas continuarão a ser tratadas localmente, a menos que haja uma sugestão de que estejam ligadas.”
Anthony Albanese defendeu a ação do seu governo para conter o anti-semitismo após os incidentes em Sydney e o ataque com bomba incendiária a uma sinagoga de Melbourne em dezembro.
“Fiz campanha contra o racismo e o anti-semitismo durante toda a minha vida”, disse ele.
“Introduzimos uma legislação significativa, a primeira proibição da saudação nazista e dos símbolos de ódio.”
A oposição federal criticou a resposta do Partido Trabalhista, alegando que o governo não conseguiu reforçar as leis anti-ódio e foi muito lento em conseguir que a polícia federal australiana criasse uma força-tarefa anti-semitismo.
Houve uma série de ataques anti-semitas na Austrália.
após a promoção do boletim informativo
Em Dezembro, a sinagoga Adass Israel, em Melbourne, foi incendiada num ataque condenado pelo primeiro-ministro, Albanese, e outros líderes.
Horas antes do ataque em Newtown, pichações semelhantes foram feitas em uma casa em Queens Park, no leste da cidade, e carros e um trailer foram vandalizados.
Na sexta-feira, a sinagoga do sul de Sydney, em Allawah, foi vandalizada com suásticas, enquanto a polícia também investiga comentários ofensivos escritos num cartaz em Marrickville.
A polícia divulgou a imagem de um homem procurado para interrogatório sobre o ataque de Allawah.
O prefeito do Interior do Oeste, Darcy Byrne, também condenou o vandalismo “terrível e covarde” e disse que “esses ataques contínuos e covardes são contra tudo o que a nossa comunidade multicultural e multi-religiosa do interior do Oeste representa”.
Os investigadores divulgaram imagens de duas pessoas vestidas com roupas pretas com quem desejam conversar sobre o ataque em Newtown.
Um andava de mountain bike e o outro tinha uma scooter motorizada.
O aumento do discurso de ódio e da intimidação na Austrália tem sido associado ao conflito em Gaza.
O comissário para discriminação racial, Giridharan Sivaraman, disse em dezembro que o anti-semitismo, Islamofobia e o racismo contra árabes e palestinos aumentou dramaticamente.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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