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Polícia brasileira está de olho em principal facção criminosa após assassinato descarado no aeroporto de São Paulo | Brasil
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Tiago Rogero in Rio de Janeiro
A polícia que investiga um assassinato descarado na área de desembarque do principal aeroporto do Brasil está realizando pelo menos três linhas de investigação na tentativa de rastrear os assassinos – e os possíveis mentores do crime chocante.
Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, 38, estava saindo do aeroporto internacional de São Paulo na tarde desta sexta-feira, quando dois homens encapuzados saltaram de um carro e dispararam uma saraivada de balas. O ataque descarado, capturado em câmeras de segurançamarcou uma escalada dramática da violência criminosa no país.
Gritzbach, ex-membro da facção criminosa do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi atingido por 10 balas e morreu no local.
Three bystanders were also hit. Uber driver Celso Araujo Sampaio de Novais, 41, foi baleado nas costas e morreu horas depois. Os outros dois sofreram ferimentos menos graves: um funcionário de uma empresa contratada permanece em observação no hospital, enquanto uma passageira já recebeu alta.
“As execuções públicas não são novidade para o PCC”, disse Renato Sérgio de Lima, diretor executivo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. “O que mais se destacou desta vez foi a ousadia de cometer tal crime em uma área fortemente monitorada: o segundo maior aeroporto da América Latina, onde estão presentes vários órgãos de segurança pública.”
Segundo o Ministério Público, Gritzbach, ex-agente imobiliário, ajudou o grupo criminoso lavar 30 milhões de reais (£ 4 milhões) do tráfico internacional de drogas por meio de investimentos em propriedades e postos de gasolina.
Ele também supostamente recebeu 100 milhões de reais (£ 13,6 milhões) de um líder do PCC, Anselmo Becheli Santa Fausta, conhecido como Cara Preta, para investir em criptomoeda. Em 2021, Fausta exigiu a devolução, mas Gritzbach supostamente não obedeceu. Nesse mesmo ano, Fausta e seu guarda-costas foram assassinados; os promotores alegaram que Gritzbach havia ordenado o crime. Enquanto isso, o PCC teria oferecido uma recompensa em 3m reais (£407,381) na cabeça dele.
Marcado para morrer pelo PCC, Gritzbach procurou o Ministério Público e se ofereceu para revelar detalhes sobre as operações de lavagem de dinheiro da gangue em troca de um acordo judicial. No último dia 31 de outubro, ele ampliou seu testemunho, alegando policiais havia aceitado subornos para proteger os membros de gangues da investigação.
Oito dias depois, ele foi morto. O momento gerou uma teoria de que policiais podem estar envolvidos em sua morte. Para aumentar a nuvem de suspeitas, Gritzbach contratou quatro policiais como guarda-costas – algo ilegal segundo a lei brasileira – mas eles estavam ausentes durante o ataque, supostamente devido a uma avaria no carro a caminho do aeroporto.
Na terça-feira, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo anunciou a suspensão dos quatro oficiaise quatro outros que trabalharam como seguranças de Gritzbach.
Uma terceira hipótese é que Gritzbach foi morto por causa de uma dívida.
“A morte desse cara agradou muita gente”, disse o detetive Osvaldo Nico Gonçalves. disse ao jornal brasileiro Estadão. “Acompanharemos os fatos, independentemente de envolverem membros da polícia civil ou militar”, afirmou.
Lima, o especialista em segurança, disse que o assassinato oferece ainda mais provas de que o crime organizado no Brasil começou a atingir a “escala” dos cartéis mexicanos.
“A extensão em que o crime contaminou o Estado e a economia formal – com lavagem de dinheiro no setor imobiliário, redes de combustível e criptomoedas – está atingindo os níveis do México. E isso é profundamente preocupante”, disse ele.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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