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Polícia Civil abre sindicância para apurar conduta de delegado em desfavor de agentes penitenciários
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8 anos atrásem
Uma portaria assinada pela corregedora adjunta da Polícia Civil, Elenice Frez Carvalho, e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (27) pede a instauração de sindicância administrativa disciplinar para apurar possíveis desvios de conduta do delegado de Polícia Civil F.H. dos S.P.
Consta na portaria que o delegado de Polícia Civil teria constrangido, de forma ilegal, agentes penitenciários que prestavam serviço na unidade feminina em Rio Branco, nos dias 14 e 16 de setembro de 2018. O texto diz que o delegado pode ter cometido abuso de autoridade. A autoridade policial teria como intento interrogar uma detenta que cumpria pena na unidade prisional.
“Utilizando-se do seu cargo de Delegado de Polícia, inclusive, chegando a ameaça-los de prisão, caso não permitissem a concretização do seu intento, qual seja, ter acesso a uma presa/detenta, que ali se encontrava, mesmo o referido servidor não sendo o responsável pela investigação que a levou á prisão e não fundamentando sua pretensão do interesse de ouvi-la em outro procedimento, deixando claro tratar-se de ação em que houve o uso de prerrogativas do cargo, para satisfazer interesse/necessidade pessoal”, diz trecho da portaria.
A corregedora adjunta valeu-se do art.102, Art. 102, Inc. XVII e disse que o caso “se amolda às transgressões disciplinares”, ou seja, “interferir indevidamente em assunto de natureza policial que não seja de sua atribuição” e “valer-se do cargo com o fim, ostensivo ou velado, de obter proveito de qualquer natureza, para si ou para terceiro, se o fato não tipificar falta mais grave”. Ambas citações estão na Lei Orgânica da Polícia Civil
Uma comissão foi formada para apurar a conduta do profissional. Os delegados Pedro Paulo Silva Buzolin e Vanderlei Scherer Thomas conduzirão as investigações que tem um prazo de 30 dias para sua finalização, podendo ser prorrogado.
Fonte: Notícias da Hora
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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre
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21 horas atrásem
5 de novembro de 2026O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.
“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”
Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
4 de novembro de 2026Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.
A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).
O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.
A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.
Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.
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