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Polícia Militar recupera motocicleta roubada no bairro Floresta Sul

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Policiais do 3° batalhão de Polícia Militar conseguiram recuperar na manhã de segunda-feira (10), uma motocicleta tipo Honda Fan vermelha com restrição de roubo na Rua sucupira, bairro Floresta Sul, em Rio Branco.

Os policiais faziam patrulhamento de rotina quando avistaram a moto estacionada em frete um beco e ao realizar a consulta via CIOSP, foi verificado que a mesma havia sido roubada no dia 8 de dezembro deste ano ao lado do Via Verde Shopping.

Diante dos fatos narrados, foi feita a recuperação do veículo e encaminhada ao pátio do Detran-Acre para ser ressarcida a vítima.

_SEGUNDA FEIRA (10)_

Vale ressaltar que somente nessa segunda (10), policiais do 3° batalhão de polícia militar (Os guardiões da Baixada), conseguiram resgatar uma uma vítima de sequestro, efetuar duas prisões e recuperar 5 veículos, sendo 2 carros e 3 motocicletas. LILIA CAMARGO.

 

 

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ACRE

Cruzeiro do Sul, no AC, é proibida pela Justiça Federal de contratar médico sem revalida

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Cidade entrou com pedido para contratar profissionais para atendimentos nos postos de saúde durante a pandemia.

CAPA: Justiça Federal não autoriza a contratação de médicos sem o revalida para a Saúde de Cruzeiro do Sul — Foto: Fabrício Escandiuzzi/SES/Divulgação.

A cidade de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, teve o pedido para contratar médicos sem o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida) negado pela Justiça Federal do Acre. Os profissionais atuariam nos postos de saúde do município durante a pandemia do novo coronavírus.

A informação foi divulgada pelo Conselho Regional de Medicina do Acre (CRM-AC), que entrou com recurso contra o pedido e foi acatado pela 2ª Vara Federal Cível e Criminal da Justiça do Acre.

A Saúde de Cruzeiro do Sul disse que deve se posicionar sobre o caso neste sábado (1º).

Com uma população de mais de 79 mil pessoas, Cruzeiro do Sul contabiliza mais de 2 mil infectados pela Covid-19. Até esta sexta-feira (31), as mortes pela doença na cidade eram de 53 pessoas. O número de curados é de 2.473 mil.

O Conselho informou que a Saúde de Cruzeiro do Sul entrou com o pedido no final do mês de abril, quando o governo do Acre também ingressou com uma ação, em caráter de urgência, para contratar profissionais sem o exame.

A 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado chegou a autorizar a contratação, no início de maio, mas 20 dias depois o Tribunal Regional Federal da 1ª Região em Brasília acatou, em caráter liminar, o recurso do CRM e da União Federal e mandou suspender a contratação.

Ao G1, o assessor jurídico do CMR-AC, Mário Rosas, explicou que o juiz que negou o pedido da Prefeitura de Cruzeiro do Sul foi o mesmo que mandou suspender a contratação do Estado. Segundo ele, o juiz não aceitou o pedido do município por já existir um recurso do CRM-AC contra o pedido.

“O juiz entendeu por não conceder a liminar ao município de Cruzeiro do Sul em razão dessa pendência do recurso. Entrou na mesma época que o Estado também ingressou com a ação, só que o processo tinha sido distribuído, inicialmente, na Justiça de Cruzeiro do Sul, e o juiz de lá mandou para o juiz de Rio Branco que já estava julgando essa matéria”, ressaltou.

Rosas destacou que o Conselho segue defendendo que não faltam médicos no Acre. O problema é que falta organização do Governo e das prefeituras, que não contratam os profissionais, nem abrem concurso e nem disponibilizam um salário que incentive o profissional.

“Existe também para combater o possível déficit de médicos o cadastro no Programa Brasil Conta Comigo, do Governo Federal, que dispõe de mais de 200 mil profissionais da saúde para que qualquer município e estado contratar durante a pandemia. Sabemos para combater a pandemia precisamos de profissionais experientes e atuantes, sobretudo com experiência em UTI”, concluiu.

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ACRE

Lei proíbe venda de cerol e linha chilena e prevê multa de R$ 2 mil em Rio Branco

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Comerciante que descumprir norma pode ter alvará de funcionamento cassado na capital do Acre.

A Prefeitura de Rio Branco sancionou a Lei Nº 2.359/2020, que proíbe a venda de cerol e da linha chilena, utilizados para soltar pipas, sob o pagamento de multa de R$ 2 mil e apreensão do material. A sanção foi divulgada no Diário Oficial do Acre (DOE) na sexta-feira (31).

O cerol é uma mistura de cola com vidro moído ou limalha e ferro. Ele é usado para cortar a linha da pipa do adversário, mas também pode causar acidentes graves e, inclusive, a morte se o corte for muito profundo no pescoço.

Já a linha chilena é ainda mais cortante que o cerol. Ela é desenvolvida em uma mistura de óxido de alumínio, quartzo moído e algodão.

Em junho, a técnica de enfermagem Deisi Furtado, de 29 anos, sofreu um corte no pescoço ao ser atingida por uma linha de pipa com cerol. Deisi voltava para casa após mais um plantão quando foi ferida no bairro Sobral, na capital acreana.

“Senti um ardor no pescoço, parei a moto de uma vez, quando olhei no retrovisor já vi que começou a sangrar muito e vi que tinha um corte profundo”, contou ao G1 na época.

Motociclista ficou com ferimentos no pescoço e queixo ao ser atingido por linha de cerol em Rio Branco — Foto: Divulgação/Polícia Militar do Acre (PM-AC)

Motociclista ficou com ferimentos no pescoço e queixo ao ser atingido por linha de cerol em Rio Branco — Foto: Divulgação/Polícia Militar do Acre (PM-AC).

Dez dias depois, no dia 23, um motociclista ficou com ferimento também no pescoço e no queixo ao ser atingido por uma linha de pipa com cerol. O acidente ocorreu na Avenida Ceará e a vítima foi socorrida por uma equipe da Polícia Militar do Acre (PM-AC) que passava no local.

Na maioria dos casos, as vítimas não sabem de que direção veio a linha e nem encontra o responsável. Em entrevista à Rede Amazônica Acre em junho, o Corpo de Bombeiros alertou que a cada 100 acidentes com linhas de cerol 50% deixam sequelas permanentes e 25% causam mortes.

Lei

A lei diz que o descumprimento, o comerciante vai ter o material apreendido e multa de R$ 2 mil na primeira ocorrência. Em caso de reincidência, a norma determina a cassação do alvará de funcionamento do estabelecimento e aplicação de uma nova multa no dobro do valor que foi cobrado anteriormente.

A lei foi um projeto foi apresentado na Câmara pelo vereador João Marcos Luz (MDB) e aprovado por unanimidade no último dia 9.

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