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Polícia Militar reforça segurança no carnaval na Capital acriana

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Com o cancelamento da folia de Carnaval que teria o apoio do Governo do Estado, não fez com que os foliões  se intimidasse e realizaram sua própria folia.  Doze bairros da capital acriana resolveram realizar a festa por conta própria.  A Polícia Militar reforçou o efetivo e garantiu a segurança dos que foram brincar a festar tradicional carnavalesca. Além do policiamento ordinário, durante os dias de festa, o efetivo de policiais nas ruas foi reforçado tanto na capital como nos municípios do interior.

A primeira noite de folia na sexta-feira (01), aconteceu timidamente em alguns bairros e foi considerada tranquila. De acordo com o Centro Integrado em Operações (Ciosp), não foram geradas ocorrências relacionadas diretamente a festa de Carnaval nos bairros, restando apenas registros de tráfico e posse ilegal de arma durante o policiamento convencional.

Oficialmente a festa nos doze pontos de folia começou no sábado (02), e foram colocados a disposição 70 homens que partiram da frente do Comando Geral, logo no início da noite e foram espalhados entre os bairros para garantir a ordem enquanto durarem as festas. São homens do quadro administrativo da instituição e também foram convocados os que estavam de folga.

“Nós colocamos o policiamento em vários locais da cidade inclusive com operações incluindo a álcool zero e acreditamos que teremos aí, ao final do período carnavalesco, bons resultados sem alterações e um Carnaval muito tranquilo”, disse o Comandante Geral da instituição, Coronel Mário César. Em todo o estado, a Polícia Militar vai empregar durante o período, mais de 1200 policiais e 47 viaturas.

Tarauacá

No interior do Acre a folia ficou por conta dos empresários que com o cancelamento do Carnaval de rua, resolveram promover  a festa nos clubes. O policiamento da Polícia Militar também foi e deve ser intensificado para garantir a segurança dos que irão brincar o carnaval durante o período — além do trabalho de patrulhamento preventivo para evitar possíveis delitos.    

 

Contribuição: Jose Gomes

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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