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Por que apenas alguns assentos no Senado dos EUA estão em disputa? O que saber em 500 palavras | Notícias das Eleições de 2024 nos EUA
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1 ano atrásem
Trinta e quatro do total de 100 assentos no Senado serão disputados em novembro, resultado de um sistema eleitoral escalonado.
Uma corrida dominou o ciclo eleitoral deste ano nos Estados Unidos: a batalha entre Kamala Harris e Donald Trump para ganhar a Casa Branca.
Mas em 5 de Novembro, os americanos também votarão para preencher outros cargos importantes fora da presidência. Muitas dessas disputas determinarão quem controla o Congresso, uma importante alavanca de poder.
Um terço do Senado dos EUA está em jogo, assim como toda a Câmara dos Representantes. Isso equivale a 34 cadeiras na Câmara Alta do Congresso e 435 na Câmara Baixa.
Mas por que os representantes são eleitos a cada dois anos – e os senadores a cada seis? E por que todas as 100 cadeiras do Senado não são disputadas ao mesmo tempo, como na Câmara?
Corridas escalonadas no Senado
A resposta remonta à fundação do país, quando os homens que escreveram a Constituição dos EUA decidiram basear as eleições para o Senado num “sistema de três classes”.
De acordo com uma ficha informativa do Senado“no início da primeira sessão do Congresso em 1789, os senadores foram divididos em três classes por sorteio, com senadores do mesmo estado atribuídos a grupos separados”.
O primeiro grupo viu o seu mandato expirar em dois anos, o segundo em quatro e o terceiro em seis anos.
“As eleições subsequentes para todas as classes foram para um mandato completo de seis anos no Senado”, explica o folheto informativo.
A ideia era dar estabilidade à política dos EUA. Como resultado do sistema de votação escalonado do Senado, dois terços dos senadores permanecem em seus cargos sempre que ocorre uma eleição nacional, uma vez a cada dois anos.
Como isso se compara à Câmara dos Representantes?
As coisas são diferentes na câmara baixa do Congresso, onde todos os seus 435 membros cumprem mandatos de dois anos e são eleitos a cada votação.
Ter que se candidatar à reeleição a cada dois anos torna os membros da Câmara mais vulneráveis à perda de seus assentos.
No entanto, alguns representantes estão na Câmara há décadas: Ex-presidente da Câmara, Nancy Pelosipor exemplo, atua há 37 anos.
O que poderia acontecer em 5 de novembro?
O Partido Democrata atualmente tem um controle tênue sobre o Senado. O partido e os independentes aliados detêm 51 cadeiras, em comparação com 49 cadeiras ocupadas pelos republicanos.
Para assumir o controle da Câmara, os republicanos precisam de um ganho líquido de uma cadeira no Senado se Trump derrotar Harris na corrida presidencial.
Isso porque o vice-presidente atua como voto de desempate no Senado. Se os republicanos ganharem a Casa Branca, O companheiro de chapa de Trump, JD Vance preencheria esse papel e votaria com os republicanos.
Se Harris vencer – dando a ela vice-presidente, Tim Walz, esse poder de desempate – então os republicanos precisariam de um ganho líquido de duas cadeiras no Senado para obter o controle.
Das 34 cadeiras no Senado que serão disputadas no próximo mês, 23 são ocupadas por democratas ou independentes.
De acordo com pesquisas recentes, provavelmente se resumirá a algumas disputas para o Senado que parecem acirradas, inclusive no estado indeciso de Michigan.
Os republicanos, entretanto, esperam defender o seu controlo da Câmara dos Representantes. Atualmente, há 220 republicanos na Câmara, em comparação com 212 democratas – com mais de uma dúzia de disputas consideradas disputadas.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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