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Por que há protestos em Turkiye? O que saber | Características
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Dezenas de milhares em cidades em torno de Turkiye protestaram no sábado contra a prisão de um importante político da oposição.
Os cidadãos desafiaram a proibição de se reunir e saíram às ruas, com apoiadores do político da oposição descrevendo as acusações como politizadas. Estes são os maiores protestos de Turkiye em mais de uma década.
Aqui está o que você precisa saber sobre os protestos em massa e o que está acontecendo em Turkiye.
Por que há protestos em Turkiye?
As pessoas saíram às ruas sobre a prisão de Ekrem Imamoglu, prefeito de Istambul e um potencial candidato da oposição nas próximas eleições presidenciais turcas.
Seus apoiadores dizem que as acusações são politizadas e visam impedi -lo de concorrer à presidência em três anos.
Alguns manifestantes, no entanto, dizem que isso é maior que o imamoglu e representa lutas mais amplas, incluindo preocupações com a democracia, a economia, a educação e os sistemas de saúde.
Quando os protestos começaram?
Os protestos começaram na quarta -feira, no mesmo dia em que Imamoglu foi preso, com milhares se reunindo na Universidade de Istambul para acalmar a prisão.
Eles continuaram desde então, com o maior protesto até hoje no sábado à noite.
Quem é Ekrem Imamoglu e o que aconteceu com ele?
Ele é o prefeito de Istambul e um candidato em potencial nas próximas eleições presidenciais com o Partido Popular Republicano (CHP).
O homem de 53 anos assumiu o cargo em 2019 e foi reeleito em 2024.
Em 19 de março, Imamoglu foi preso, com mais de 100 outras pessoas, pela polícia turca por acusações de corrupção e supostamente ajudando um grupo político proibido.
Um dia antes, a Universidade de Istambul havia revogado seu diploma, o que o tornaria inelegível para concorrer à presidência. Ele tinha um Bacharelado em Administração de Empresas e um Mestrado em Gerenciamento de Recursos Humanos.
A universidade alegou que havia irregularidades em seu diploma depois que ele se transferiu de uma universidade particular no norte de Chipre.
A mudança ocorreu apenas alguns dias antes do CHP ter escolhido seu candidato nas eleições presidenciais de 2028.

Com o que ele foi acusado?
Imamoglu foi inicialmente acusado de corrupção, suborno e “terrorismo”.
Os promotores de Istambul disseram que a Imamoglu liderou uma organização criminosa que se envolve em fraude sistemática, rigging de lances, peculato e suborno, de acordo com a agência Anadolu (AA), a Newswire turco.
Ele também foi acusado de ajudar o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que Turkiye, os Estados Unidos e a União Europeia consideram um grupo terrorista.
“Os promotores alegam que a Imamoglu participou de uma iniciativa de ‘consenso urbano’ ligado ao Congresso Democrático do Povo (HDK), uma entidade pró-terrorista PKK, antes das eleições locais de março de 2024 de Turkiye”, informou a AA.
Segundo a mídia turca, o “consenso urbano” foi um esforço para dar aos atores curdos mais influência na política municipal.
No domingo, o tribunal decidiu que imamoglu seria preso sem fiança, aguardando julgamento pelas acusações de corrupção.
As acusações de “terrorismo”, no entanto, foram descartadas. Um tribunal turco manteve as acusações de corrupção, dizendo: “Embora exista uma forte suspeita de ajudar uma organização terrorista armada, já que já foi decidido que ele será preso por crimes financeiros (sua prisão) não é considerada necessária nesta fase”.
Como o Imamoglu não foi acusado de acusações de “terror”, o tribunal não poderá nomear um administrador do governo para o município de Istambul, informou o Sinem Koseoglu, da Al Jazeera, acrescentando que o prefeito será eleito do Conselho Municipal.

O que ele disse sobre essas acusações até agora?
Imamoğlu negou as acusações.
“Vejo hoje durante o meu interrogatório que eu e meus colegas enfrentamos acusações e calúnias inimagináveis”, disse Imamoglu, no sábado, em sua defesa durante uma audiência, de acordo com um documento visto pela agência de notícias da Reuters.
“Eu rejeito fortemente todas as alegações.”
Ele postou em sua página em X, anteriormente Twitter, agradecendo aos atores internacionais por apoiá -lo e os manifestantes que foram às ruas.
O coração de uma mãe fala a verdade mais profunda.
Para todas as mães e os filhos de Türkiye e seu futuro, devemos perseverar. pic.twitter.com/lto9h8tccd
– Ekrem İmamoğlu (Internacional) (@imamoglu_int) 20 de março de 2025
O que o presidente Erdogan disse?
Na sexta -feira, o presidente do Turkiye, Recep Tayyip Erdogan, fez um discurso público onde ele disse que o sistema de justiça deveria fazer seu trabalho sem interferência.
Ele denunciou os protestos, rotulando -os como “terror de rua” e dizendo: “Não aceitaremos a interrupção da ordem pública.
“Apontar para as ruas em vez de tribunais para defender roubo, pilhagem, ilegalidade e fraude são uma grave irresponsabilidade”, disse Erdogan.
“Assim como não nos rendemos ao terrorismo das ruas até agora, também não nos curvaremos ao vandalismo no futuro.”
O CHP entrou em colapso em um punhado de parábolas no dedo do século -partido, “Gazi’nin Trust”, ele também perturbou as pessoas que votam no CHP.
Certifique -se de que nossos cidadãos sinceros do CHP não possam digerir a mesma desgraça novamente 32 anos após o escândalo da ISKI. pic.twitter.com/1d4uvcwooe
– Recep Tayyip Erdogan (@rtterDogan) 22 de março de 2025
Tradução: O fato de um punhado de pessoas gananciosas que se apegaram ao CHP estão manipulando o partido centenário também está perturbando nosso povo que votou no CHP, dizendo que é “o legado dos ghazi”.
Tenha certeza, nossos sinceros cidadãos CHP não podem estomcho testemunhar a mesma desgraça novamente 32 anos após o escândalo de İski.
Quão grandes são os protestos?
Pelo menos dezenas de milhares levaram para as ruas de Istambul.
O líder da oposição Ozgur Ozel disse que mais de 300.000 pessoas se juntaram ao protesto e se reuniram em vários lugares da maior cidade do país devido ao fechamento de estradas e pontes, impedindo que as pessoas estivessem em um só lugar.
Estes são os maiores protestos antigovernamentais de Istambul desde as manifestações do Gezi Park em 2013.
Os manifestantes jogaram pedras e explosões na polícia turca, que respondeu com spray de pimenta. Na capital de Turkiye, Ancara, os manifestantes foram recebidos com canhões de água da polícia e gás lacrimogêneo.
Ali Yerlikaya, ministro do Interior de Turkiye, disse que 323 pessoas foram detidas após os protestos da noite de sábado.
“Não haverá tolerância para aqueles que procurarão violar a ordem social, ameaçar a paz e a segurança do povo e buscar caos e provocação”, disse ele.
Quando é a eleição presidencial?
A próxima eleição programada é em 2028.
Mas as primeiras eleições são prováveis.
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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre
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4 de novembro de 2026Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.
A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).
O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.
A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.
Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.
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Projeto do Hospital Universitário da Ufac tem continuidade garantida — Universidade Federal do Acre
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4 de novembro de 2026O reitor Josimar Ferreira se reuniu com o presidente da HU Brasil (novo nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, para tratar da retomada do projeto do Hospital Universitário da Ufac. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 4, em Brasília.
“Está garantida a continuidade do nosso Hospital Universitário”, afirmou Josimar após a reunião. Ele comemorou o resultado das discussões e classificou o momento como uma retomada de uma ação importante para a instituição.
Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, professor Carlos Viga, a retomada do planejamento do Hospital Universitário é resultado das articulações conduzidas pela gestão superior. “O hospital é extremamente importante para nossa sociedade, em especial para comunidade acadêmica da universidade”, disse.
Também participaram da reunião o professor do curso de Medicina, Nilton Ghiotti de Siqueira; e o professor João Batista Francalino da Rocha, coordenador do curso de bacharelado em Enfermagem e coordenador pró-tempore do PPG em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental.
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Reitor da Ufac participa de encontro sobre censo da educação superior — Universidade Federal do Acre
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4 de novembro de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, participa do 11º Encontro Nacional do Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quarta-feira, 4, e quinta-feira, 5, em Brasília. O evento visa discutir procedimentos de coleta, qualidade das informações e indicadores utilizados no planejamento e na avaliação da educação superior brasileira.
“Enquanto reitor, conhecer o censo e os sistemas de coleta de dados é importante, considerando que nós estamos alimentando as informações que gerarão relatórios técnicos, tanto para o MEC [Ministério da Educação] quanto para o orçamento”, afirmou Josimar.
Segundo ele, a qualidade das informações depende da integração entre as coordenações de cursos, os setores de registro acadêmico e as unidades administrativas responsáveis pela alimentação dos sistemas institucionais. Ele ressaltou a necessidade de acompanhar os fluxos de informações desde o ingresso e a matrícula dos estudantes até a integralização curricular e a conclusão dos cursos.
Além disso, Josimar lembrou que os dados do levantamento integram indicadores relacionados à matriz orçamentária das universidades federais. Para ele, o aperfeiçoamento dos procedimentos internos de coleta e conferência das informações é fundamental para que os dados encaminhados ao Inep representem a realidade institucional da Ufac.
Realizado anualmente pelo Inep, o Censo da Educação Superior reúne informações sobre instituições, cursos, vagas, matrículas, ingressantes, concluintes, docentes e infraestrutura. Os dados subsidiam a produção de estatísticas e indicadores utilizados no acompanhamento, na avaliação e no planejamento da educação superior brasileira.
A programação do primeiro dia do encontro contempla a avaliação do Censo-2025, o novo cronograma de preenchimento, as boas práticas de coleta, a evolução da classificação Cine Brasil e os indicadores da educação superior. Nesta quinta-feira, 5, os debates abordam as perspectivas para o Censo-2026, o sistema e-MEC, o diploma digital, a qualificação dos dados de cor/raça e o Censo da Pós-Graduação Stricto Sensu, além da apresentação de experiências institucionais.
O coordenador da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Alex Souza Mello, da Pró-Reitoria de Planejamento, também está no evento, onde estão participando da programação representantes do Inep, do MEC, do IBGE, da Capes e de instituições de ensino superior de diferentes regiões do país.
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