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Por que Lula tem expectativa de dias melhores na r…

Matheus Leitão

Um otimismo crescente no governo Lula tem funcionado como força motriz dos próximos dois anos – mesmo em meio à crise das emendas, que estremeceu novamente a relação dos Três Poderes, em Brasília.

Integrantes de pastas palacianas fazem uma avaliação de que a provável eleição de Hugo Motta para a cadeira de Arthur Lira e de Davi Alcolumbre para a de Rodrigo Pacheco vai apaziguar os ânimos. 

Quando Lira e Pacheco foram eleitos era pleno governo Jair Bolsonaro, o que trouxe um alinhamento dos dois – mais de Lira, é verdade – num contexto em que a extrema-direita ditava os rumos políticos e econômicos do país.

Bolsonaro deu carta branca para o presidente da Câmara em relação ao orçamento e deu no que deu – e a falta de transparência em relação ao dinheiro público enviado aos estados é apenas um dos problemas.

Tudo isso tem sido enfrentado por Flávio Dino, ministro do Supremo Tribunal Federal, que, após ser indicado por Lula, passou a fazer uma devassa nas emendas parlamentares. 

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Agora, com o apoio informal de Lula e os acertos nos bastidores para os próximos dois anos, aliados do presidente pretendem que o orçamento volte a ter mão firme do executivo. E  preveem reação menos beligerante de Motta e Alcolumbre. Daí, o otimismo.

Óbvio que há quem veja mais do mesmo com os novos comandos no Congresso Nacional, principalmente diante de uma maioria de parlamentares conservadores, mas internamente no Lula-3… a conversa é outra.



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