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Por que os apoiadores de Trump estão alegando que ele quer colidir com o mercado de ações dos EUA? | Donald Trump News
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O mercado de ações dos EUA teve um passeio esburacado desde a eleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em novembro.
Depois de atingir as altas recorde após a vitória de Trump, as ações dos EUA lançaram trilhões de dólares em meio a seus anúncios estonteantes de ida e volta sobre tarifas e crescentes medos de uma recessão.
Embora Trump tenha minimizado a turbulência como um “período de transição” temporário no caminho para uma economia mais forte, apoiadores e críticos do presidente dos EUA especularam sem evidências de que ele pode estar tentando colidir com o mercado de ações de propósito.
O que está acontecendo com o mercado de ações dos EUA?
As políticas econômicas vacilantes de Trump criaram incerteza – algo que os investidores não gostam.
O Benchmark S & P500, que acompanha o desempenho de 500 das maiores empresas americanas, perdeu quase US $ 5 trilhões em valor em seu pico de 19 de fevereiro.
Em 10 de março, o Nasdaq pesado em tecnologia caiu 4 %-sua pior queda de um dia desde setembro de 2022.
Independentemente de Trump estar jogando o jogo longo, como ele afirma, no mês passado “se destaca pela quantidade de incerteza e pela variedade de frentes”, disse Tara Sinclair, diretora do Centro de Pesquisa Econômica da George Washington University, à Al Jazeera.
O índice de incerteza da política econômica, que o Federal Reserve Bank de St. Louis produz com base na cobertura de notícias de questões relacionadas à política econômica, em fevereiro atingiu seu nível mais alto desde o auge da pandemia Covid-19 em 2020.
O Índice de Incerteza de Política Econômica Global em janeiro atingiu seu ponto mais alto já registrado, além de maio de 2020.
Por que algumas pessoas alegam que Trump quer cair no mercado de ações?
Existem várias teorias sem fundamento sobre por que Trump pode querer colidir com o mercado de ações, mas o chefe delas é que ele está tentando facilitar o pagamento da dívida nacional de US $ 36 trilhões nos EUA, reduzindo as taxas de juros.
Desde que assumiu o cargo, Trump expressou preocupação com o tamanho da dívida e pediu ao Federal Reserve que reduza as taxas de juros.
Em uma entrevista recente à Fox News, ele alegou que “ninguém nunca fica rico quando as taxas de juros são altas, porque as pessoas não podem pedir dinheiro emprestado”.
Com uma taxa de dívida para produto interno bruto (PIB) de cerca de 120 %, a dívida federal está se aproximando do seu nível mais alto desde o final da Segunda Guerra Mundial.
Também é caro pagar – o governo dos EUA no ano passado gastou mais de US $ 1 trilhão apenas em pagamentos de juros.
Alguns apoiadores de Trump alegaram que ele está intencionalmente tentando induzir a dor econômica a forçar o Federal Reserve a reduzir as taxas de juros, o que tornaria mais barato refinanciar a dívida nacional.
“Trump está montando um acidente no mercado de ações. O governo dos EUA precisa refinanciar US $ 7 trilhões em dívidas nos próximos 6 meses ”, disse o investidor e investidor da criptografia Thomas Kralow, que tem mais de 500.000 seguidores do YouTube, na semana passada.
“Trump não quer isso nos rendimentos atuais de 10 anos. É por isso que ele está deixando o mercado de ações cair enquanto aumenta os preços dos títulos “, disse Kralow, acrescentando que isso criaria” dor de curto prazo, ganho de longo prazo “.
Enquanto o Federal Reserve toma suas decisões independentes da Casa Branca e do Congresso dos EUA, normalmente reduz o custo do empréstimo durante condições econômicas difíceis, a fim de estimular o crescimento.
Quando as taxas de juros caem, o governo também paga rendimentos mais baixos aos títulos do Tesouro dos EUA – essencialmente um tipo de empréstimo ao governo – reduzindo assim o custo dos juros pagos sobre dívidas pendentes.
Se o rendimento dos títulos descesse, o governo dos EUA poderá pagar substancialmente pagamentos de juros sobre a dívida que precisa de refinanciamento, o que deve chegar a cerca de US $ 9 trilhões em 2025, de acordo com uma estimativa da Axel Funhoff, professora da Escola de Gerenciamento de Antuérpia na Bélgica.
“Durante a maior parte de uma década, os EUA se beneficiaram de taxas de juros historicamente baixas. Essas taxas mais baixas permitiram ao governo financiar sua dívida a taxas em torno de 2,7 % ”, afirmou Funhoff em um cargo no LinkedIn em janeiro.
Comparado com a época de empréstimos baratos, as taxas de juros atuais são muito maiores: os rendimentos dos títulos do Tesouro de 10 anos e títulos do Tesouro de 5 anos ficaram em 4,3 % e 4 %, respectivamente, na sexta-feira.
Por que alguns críticos de Trump estão dizendo que ele quer ‘comprar o mergulho’?
Uma teoria diferente que circula entre alguns críticos de Trump sugere que ele está deliberadamente tocando o mercado de ações para recompensar a si mesmo e a seus apoiadores, incluindo investidores conservadores de Wall Street e CEOs do Vale do Silício que apoiam o Maga.
Os proponentes dessa teoria afirmam que Trump induziu uma queda de mercado para que ele e seus aliados possam “comprar o mergulho” – em outras palavras, comprar ações com desconto antes que o mercado recupere.
“(Trump) está propositalmente manipulando os mercados de ações…. Scare, os mercados descem seus ricos amigos que compram o mergulho, depois a tarifa, o mercado de ações volta, disse que amigos ricos ficam mais ricos … ele precisa ser investigado ”, disse o usuário do X Akasabrafella na semana passada.
Então, Trump realmente quer que o mercado de ações caia?
Embora o governo Trump tenha minimizado a turbulência nos mercados, ela não deu nenhuma indicação de que realmente queira que os preços das ações caam.
De fato, Trump no passado costumava se gabar do desempenho das ações em seu relógio quando o mercado foi otimista.
Kathleen Brooks, fundadora da empresa de análise de mercado Minerva Analysis, disse que não acreditava que Trump estava propositadamente tentando fazer com que o mercado caia.
“A economia dos EUA atingiu o pico em novembro e, desde então, os dados econômicos dos EUA estão tendo tendência de menor e surpreendentemente no lado negativo. Isso significa que o mercado de títulos teve que recuperar o atraso ”, disse Brooks à Al Jazeera, acrescentando que outros ativos como o Bitcoin também caíram de seu pico.
“Não é incomum que os mercados se movam em uníssono assim. Isso prejudica a visão de que os movimentos no mercado do Tesouro são uma teoria da conspiração. Em vez disso, existem boas razões fundamentais para o declínio ”, disse ela.
Alguns analistas de mercado também sugeriram que o mercado está supervalorizado e atrasado por muito tempo – Lingo de Wall Street para uma queda de mais de 10 % do seu pico.
O lendário investidor Warren Buffett, cujos movimentos de mercado são observados de perto devido ao seu recorde de décadas de superar o S&P 500, despejou pelo menos US $ 134 bilhões em ações em 2024 em uma venda que foi amplamente interpretada como um sinal de que o mercado estava funcionando muito.
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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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11 horas atrásem
16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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