NOSSAS REDES

CIDADES

Prefeitura veta PL que prevê isenção de IPTU para idosos em Sena Madureira

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Projeto de lei voltou para Câmara Municipal para nova análise e vereadores acabaram mantendo veto do prefeito, por cinco votos a quatro. Prefeitura diz que PL traria impacto financeiro ao município.

Foto: Prefeito vetou projeto de lei que prevê isenção de IPTU para idosos em Sena Madureira (Foto: Divulgação/Prefeitura de Sena Madureira).

O prefeito de Sena Madureira, Osmar Serafim, vetou o projeto de lei que isenta os idosos da cidade ao pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O PL foi devolvido para a Câmara Municipal e os vereadores acabaram mantendo o veto por cinco votos a quatro.

A votação para derrubar ou não o veto do prefeito ocorreu na terça-feira (21). Conforme o procurador jurídico de Sena Madureira, Denver Vasconcelos, o PL foi vetado porque traria um impacto financeiro alto para o município.

“O primeiro problema é que boa parte da situação imobiliária de Sena Madureira não tem sequer o título definitivo ou escritura. O segundo ponto é que esse projeto veio sem se pensar no impacto financeiro que isso provocaria no cofre do município”, disse o procurador.

Vasconcelos destaca que a cidade trabalha com recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), arrecadação de ICMS e de IPTU. Segundo ele, um projeto como esse iria impactar na redução da arrecadação do município.

“Essas arrecadações de IPTU ainda são muito irrisórias. Aí vem um projeto desse, que entendemos que é de extrema necessidade, mas que precisa ser feito um estudo prévio do impacto, que não foi feito”, declarou Vasconcelos.

O autor do projeto de lei, vereador José Lemos, conhecido como Canário (PV), lamentou o veto. “Infelizmente o prefeito vetou e os colegas vereadores mantiveram o veto. Só quem sai perdendo são os idosos que tanto precisam”, diz. G1Ac.

Advertisement
Comentários

Comente aqui

ACRE

Homem misterioso (nome não revelado) é condenado por comprar moto roubada

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Homem é condenado a um ano e cinco meses por comprar moto roubada.

Acusado desconfiou que tinha adquirido veículo roubado e durante abordagem de autoridades policiais evadiu-se

O Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco condenou homem a um ano, cinco meses e 15 dias de detenção em regime inicial aberto, além do pagamento de 11 dias-multa, em função do denunciado ter cometido o crime de receptação (artigo 180, caput, do Código Penal).

Conforme é relatado nos autos, as autoridades viram a moto trafegando pela Rua Benjamin Constant em atitude suspeita, consultaram a placa e constataram haver restrição no veículo, então, pediram para acusado parar, mas ele fugiu. Depois abandonou a moto e correu em direção ao matagal.

Sentença

O juiz de Direito Raimundo Nonato foi o responsável pela sentença, publicada na edição n°6.513 do Diário da Justiça Eletrônico, do último dia 10. O magistrado observou que durante o interrogatório, o acusado reconheceu que desconfiou que a moto fosse roubada, quando não obteve os documentos do veículo após a compra.

“O acusado declarou ter imaginado que a motocicleta tratava-se de produto de origem ilícita, confirmando que, quando a polícia deu voz de parada, a primeira coisa que pensou foi que teriam verificado a placa e, consequentemente, isso seria um problema”, anotou o juiz.

Receptação

Na sentença, o magistrado explicou que a receptação é delito acessório, pois a pessoa que comprou ou recebeu o item sabendo ser roubado é punida, independente da identificação dos responsáveis pelo roubo. O juiz também discorreu sobre as consequências desse tipo de crime.

“O crime de receptação sempre está por trás de algum fato delitivo, alimentando, em especial, a prática de outros crimes contra o patrimônio, motivo pelo qual deve o receptador ser censurado de modo exemplar, notadamente porque tem plena consciência de sua ação devastadora no submundo da criminalidade, com danos sequenciais de caráter irreparável à população”, concluiu. Com informações GecomTJAC.

Continue lendo

ACRE

Juiz de Brasileia condena por furto qualificado dupla que arrombou residência

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Veículo roubado foi levado para Bolívia. O crime ocorreu em março de 2019.

O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Brasileia condenou dupla responsável por furto qualificado pelo concurso de pessoas. Um réu teve pena estabelecida em sete anos e seis meses de reclusão em regime inicial fechado e o condutor do carro de apoio do crime recebeu pena de quatro anos e dois meses de reclusão, em regime semiaberto.

De acordo com a sentença, os réus realizaram uma ação premeditada, arrombando o portão de uma residência e subtraindo um carro, uma moto e uma televisão durante a madrugada.

Segundo a investigação, ação criminosa foi demandada por um homem que está recluso na Bolívia. A intenção era roubar uma camionete, mas o dono tinha saído com o veículo, logo foi subtraído o outro carro que estava na garagem.

O veículo foi levado para território boliviano e não foi recuperado. Durante a perseguição policial, a moto foi abandonada duas ruas depois e o condutor do carro de apoio foi preso em flagrante. Havia outras pessoas envolvidas no ato infracional que não foram identificadas.

A confissão dos réus esclareceu que o carro furtado seria utilizado em um assalto ao banco, na qual um caixa eletrônico seria estourado por artefato explosivo e, de fato, três “bananas de dinamite” foram apreendidas com um dos agentes.

Um deles justificou que a finalidade do delito era pagar dívida na facção, porque tinha sido preso anteriormente com uma arma, assim, foi culpado por desmunir e deixar mais frágil a organização criminosa.

Ao arbitrar a dosimetria, o juiz de Direito Clovis Lodi considerou como majorantes da pena o fato de o crime ter sido praticado durante o período de repouso noturno e com rompimento de obstáculo, ou seja, o arrombamento. Os réus poderão apelar em liberdade e juntos devem indenizar a vítima em R$ 50 mil.

A decisão foi publicada na edição n° 6.513 do Diário da Justiça Eletrônico (fl. 42).

Continue lendo

+30 mil seguidores

TOP MAIS LIDAS

Advogados Online