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Presidente do Botswana admite derrota nas eleições após seis décadas de governo do partido | Botsuana

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Reuters in Gaborone

O presidente do Botswana, Mokgweetsi Masisi, admitiu a derrota depois de resultados preliminares terem mostrado que o seu partido perdeu a maioria parlamentar nas eleições desta semana, encerrando quase seis décadas no poder.

O jornal privado Mmegi e a rádio estatal relataram que o Partido Democrático do Botswana (BDP), no poder, tinha perdido por uma vitória esmagadora, citando resultados de mais de metade dos círculos eleitorais.

A coligação da oposição, Guarda-chuva para a Mudança Democrática (UDC), estava na frente, colocando o seu líder, o advogado Duma Boko, no caminho certo para conquistar a presidência. Boko ainda não falou publicamente.

Numa conferência de imprensa, Masisi disse: “Embora quisesse continuar como seu presidente, respeito a vontade do povo e felicito o presidente eleito. Vou me afastar e apoiarei a nova administração.”

Analistas disseram que a eleição seria competitiva, embora ainda se esperasse que o BDP vencesse. O partido governa o país da África Austral com 2,3 milhões de habitantes desde a sua independência do Reino Unido em 1966.

Mmegi disse que com base nos resultados de 36 dos 61 círculos eleitorais, os partidos da oposição conquistaram mais de metade dos assentos no parlamento, que elege o presidente.

Os apoiantes da Guarda-chuva para a Mudança Democrática aplaudem nas ruas de Gaborone. Fotografia: Monirul Bhuiyan/AFP/Getty

A rádio estatal teve a mesma contagem. Afirmou que dos 36 círculos eleitorais até agora, o BDP venceu apenas um. A UDC ganhou 25. Um partido precisa ganhar 31 círculos eleitorais para obter a maioria nesta eleição.

O Botswana tem desfrutado de estabilidade e relativa prosperidade graças à sua riqueza de diamantes e uma pequena população, que recebe cuidados de saúde e educação gratuitos. O país é o maior produtor mundial em valor da gema.

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Mas uma recessão no mercado de diamantes reduziu as receitas nos últimos anos e o país tem lutado para diversificar a sua economia.



Leia Mais: The Guardian

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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