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Presidente do Líbano nomeia juiz do TIJ Nawaf Salam como primeiro-ministro designado | Notícias de política
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2 anos atrásem
A designação mostra uma mudança no equilíbrio de poder no Líbano, já que o Hezbollah queria que Najib Mikati mantivesse o cargo.
O recém-eleito presidente do Líbano José Aoun convocou Nawaf Salam, chefe do Tribunal Internacional de Justiça, para designá-lo como primeiro-ministro do país depois de ter obtido o apoio de mais de metade dos parlamentares.
O anúncio de segunda-feira reflete a posição enfraquecida do grupo Hezbollah do Líbano, que queria que o primeiro-ministro interino Najib Mikati mantivesse o cargo, após a guerra devastadora com Israel e a derrubada do aliado do grupo, Bashar al-Assad, na Síria, no mês passado.
Zeina Khodr da Al Jazeera, reportando da capital libanesa, Beirute, disse que a designação de Salam “simboliza uma nova era” na política do Líbano.
“Salam é um novato na política, mas foi embaixador nas Nações Unidas durante muitos anos e tem experiência internacional”, disse ela.
“Ele é amplamente respeitado como juiz, advogado e diplomata.”
Ela acrescentou: “Salam simboliza mudança. Ele foi escolhido pela oposição e pelos deputados independentes, que pressionam por uma nova ordem política, uma vez que ele não pertence à classe política que governa este país há décadas e foi acusado de má gestão e corrupção”.
O eleição a semana passada do comandante do exército, General Aoun, como chefe de Estado, uma escolha apoiada pelos Estados Unidos, também mostrou a mudança no cenário político sectário do Líbano, no qual o Hezbollah manteve durante muito tempo uma influência decisiva.
A sua eleição pôs fim a um vácuo de poder de dois anos e reavivou as esperanças de tirar o Líbano, devastado pela guerra, da crise económica.
O país do Mediterrâneo Oriental é governado por um governo provisório desde novembro de 2022.
Aoun, um cristão maronita, realizou consultas sobre a escolha do primeiro-ministro com os 128 deputados do parlamento na segunda-feira.
Salam garantiu o apoio de 78 deputados na tarde de segunda-feira, com nove apoiando Mikati.
Sob o sistema de partilha de poder do Líbano, o presidente deve ser um cristão maronita, o primeiro-ministro um muçulmano sunita e o presidente do parlamento um muçulmano xiita.
‘A era das armas acabou’
Os apoiantes de Salam vêem o juiz e antigo embaixador Salam como uma figura imparcial, capaz de levar a cabo as reformas tão necessárias – em contraste com Mikati, que é considerado pelos críticos como estando sob a influência do Hezbollah.
O deputado Georges Adwan do partido cristão Forças Libanesas disse depois de se reunir com Aoun e endossar Salam que era hora do Hezbollah se concentrar no “trabalho político”.
“A era das armas acabou”, disse Adwan aos repórteres.
O Hezbollah emergiu de uma guerra brutal contra Israel neste Outono gravemente enfraquecido.
Ao abrigo de um acordo de cessar-fogo, o grupo deve retirar os seus combatentes de áreas do sul do Líbano, perto da fronteira israelita, à medida que o exército nacional – até à semana passada sob o comando de Aoun – e as forças de manutenção da paz da ONU se deslocam para lá.
O Hezbollah também perdeu um aliado importante na vizinha Síria, quando os combatentes rebeldes derrubaram al-Assad no mês passado.
O deputado sênior do Hezbollah, Mohammed Raad, disse que os oponentes do grupo apoiado pelo Irã estavam buscando sua fragmentação e exclusão do poder no Líbano.
Falando no palácio presidencial depois dos deputados do Hezbollah se terem reunido com Aoun, Raad disse que o seu grupo “estendeu a sua mão” ajudando a garantir a eleição do presidente como presidente do Líbano na semana passada, apenas para encontrar a “mão cortada”.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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11 horas atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”
Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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