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Presidente equatoriano, Noboa, nomeia vice-presidente interino em meio a brigas | Notícias de política
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2 anos atrásem
Noboa discutiu com a vice-presidente Veronica Abad sobre questões de insubordinação à medida que novas eleições gerais se aproximam.
Presidente equatoriano Daniel Noboa nomeou um vice-presidente interino em meio a uma briga contínua com o atual titular desse cargo.
O Ministro do Governo José de la Gasca anunciou a decisão na quinta-feira, depois que a administração de Noboa acusou a vice-presidente Veronica Abad de uma suposta infração disciplinar.
Em seu lugar, Noboa nomeou a ministra do Planejamento, Sariha Moya, como vice-presidente interina.
De la Gasca disse que as ações de Abad constituíram um “caso de força maior” – uma circunstância extraordinária que exigia uma ação extraordinária.
Abad serviu não apenas como vice-presidente, mas também como embaixador do Equador em Israel. Mas, de acordo com de la Gasca, ela recusou uma ordem para se mudar para Turkiye devido a preocupações de segurança no meio da guerra contínua de Israel em Gaza.
O Ministério do Trabalho do Equador acabou por suspendê-la do seu cargo em Novembro.
“Até hoje ela não apareceu para cumprir suas funções em Turkiye”, disse de la Gasca na quinta-feira em entrevista coletiva.
Um tribunal anulou a suspensão de Abad em Dezembro, mas mesmo assim Noboa escolheu Moya para actuar como vice-presidente interino até 22 de Janeiro ou até Abad chegar a Turkiye.
Abad negou qualquer irregularidade. Ela e Noboa têm um relacionamento tenso há meses.
A briga é apenas um dos desafios enfrentados por Noboa, que enfrenta a reeleição em fevereiro.
Noboa, o presidente mais jovem da história moderna do Equador, foi eleito em outubro de 2023 em circunstâncias sem precedentes.
Enfrentando audiências de impeachment, o antecessor de Noboa, Guillermo Lasso, invocou um poder constitucional nunca antes utilizado: a “muerte cruzada” ou “morte cruzada”.
Permitiu que Lasso dissolvesse a Assembleia Nacional em troca do término antecipado de seu mandato. Uma eleição antecipada foi realizada para determinar quem serviria os 18 meses restantes do mandato de Lasso.
Desde que assumiu o cargo por um mandato reduzido, Noboa — o herdeiro de uma fortuna na indústria bananeira — enfrentou protestos, inclusive durante um série de apagões que perturbou a vida de milhões de residentes.
Uma seca persistente impediu o sistema hidroeléctrico do qual o país depende, e o governo de Noboa determinou cortes de energia durante grande parte do último trimestre de 2024.
A economia do Equador também tem lutado para recuperar da devastação da pandemia da COVID-19. E depois há a questão do crime.
Outrora considerado uma “ilha de paz” na América do Sul, o Equador registou um aumento na crime violento à medida que gangues de tráfico de drogas se deslocam para o seu território, procurando explorar rotas para o Oceano Pacífico a partir de regiões produtoras de cocaína nos vizinhos Peru e Colômbia.
Em resposta, Noboa adotou uma abordagem agressiva ao crime, incluindo a expansão dos poderes da polícia e das forças armadas e o aumento da severidade das sanções penais.
Mas essas tácticas têm sido alvo de escrutínio nos últimos meses, com os críticos a denunciarem o excesso militar e os abusos de poder.
No início desta semana, as autoridades anunciaram que os corpos queimados de quatro meninos desaparecidos foram encontrados perto de uma base militar na cidade de Taura.
Imagens de vigilância parecem mostrar que foram tiradas por militares, e os manifestantes questionaram o atraso no início de uma investigação.
O incidente gerou indignação e protestos.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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