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Preso diz que foi espancado por diretor do Iapen para incriminar advogados e agentes

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Um dos presos do Francisco de Oliveira Conde (FOC) teria sido torturado para incriminar o sindicalista Janes Peteca e declarar que o agente penitenciário comete irregularidades dentro do sistema penitenciário. A denúncia foi feita pelo próprio reeducando denominado Marcos Viera em uma carta encaminhada à juíza titular da Vara de Execuções Penais, Luana Campos.

O preso que alega ser torturado com murros nos rins, onde já possui uma enfermidade, diz que um dos diretores a quem denomina Vagner (na verdade seria o diretor do complexo penitenciário Fagner Souza) teria citado o nome de Janes Peteca.

“Começou a fazer várias perguntas e nas perguntas citou o nome de várias pessoas sendo advogados e agentes penitenciários, se eles são de facção, isso tudo me ameaçando levar para o Regime Disciplinar Diferenciado ou Antônio Amaro. Aí ele perguntou se o Janes Peteca, se ele trazia corre para a cadeia”, frisou ao referir-se em giria ao ato de levar para o presídio itens de forma ilegal.

Janes Peteca, que, segundo agentes penitenciários lotados na FOC, é considerado inimigo da nova gestão por não concordar com os modus operandis adotados por Lucas Bolzoni afirmou que o relato do preso fica evidente uma tentativa de incriminá-lo e já comunicou orgãos competentes a respeito do assunto.

“Me coloco à disposição de qualquer autoridade. Podem quebrar meu sigilo bancário e me submeto a qualquer exame toxicológico que prova que não ganho nada ilícito ou uso drogas”, diz.

Lucas Bolzoni, em uma suposta tentativa de se eximir das acusações que são feitas a ele de forma indireta, uma vez que Fagner estaria sobre suas ordens, não se manifestou sobre o caso. Limitou-se a repassar uma nota assinada pelo sindicato onde repudia as acusações feitas a Fagner.

“Esta entidade confia plenamente na lisura dos trabalhos e nas diligências direcionadas pelo diretor Fagner Souza da Silva e sua equipe, e concluímos esta missiva manifestando que este sindicato moverá instrumentos de reparação de danos morais em favor dos servidores que foram objeto destas matérias e dentro de um contexto que impere a verdade”, diz trecho da nota.

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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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