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Previsão: São Paulo inicia 2025 com sol e chuva isolada – 01/01/2025 – Cotidiano
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Jorge Abreu
A primeira semana de 2025 na região metropolitana de São Paulo pode ter dias ensolarados e com temperaturas entre 19°C e 30°C. Contudo, o período também poderá registrar chuvas em algum momento.
Segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) da prefeitura paulistana, esta quarta-feira (1º) será de sol entre nuvens e temperaturas em elevação. Os termômetros devem variar entre 19°C e 30°C. E, no final tarde, poderá haver pancadas isoladas de chuva.
Já na quinta (2), o tempo permanece abafado com sol entre nuvens na capital paulista, inclusive com as mesmas temperaturas do dia anterior. No período da tarde, a nebulosidade pode aumentar e há condições para chuvas na forma de pancadas, “típicas de verão”.
A sexta (3) terá nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, conforme previsão do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). As temperaturas seguem entre 19°C e 30°C, com tendência para elevação.
Litoral Norte
Em Ubatuba, no litoral norte, o dia 1º será de “muitas nuvens com chuva isolada”. A temperatura mínima pode chegar a 17°C e a máxima de 27°C.
Já no dia 2, a cidade praiana segue com condições para: nublado com pancadas de chuva isolada. Com mínima de 19°C, e máxima de 28°C.
Na sexta, Ubatuba terá nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Contudo as temperaturas sobem, com mínima de 20°C, e máxima de 30°C.
Baixada Santista
Em Guarujá, no litoral sul, a previsão de quarta-feira é de nuvens com chuva isolada, com temperaturas entre 22ºC e 27°C.
Na quinta, o dia pode seguir com nuvens e chuva. Já as temperaturas sobem para 24°C, a mínima, e 29°C, a máxima.
E, por fim, na sexta, o tempo fecha ainda mais no litoral sul. O dia poderá ser de nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. As temperaturas variam entre 24°C e 31°C.
Região metropolitana de Campinas
Em Campinas, a maior cidade do interior do estado, a previsão para o primeiro dia de 2025 é nuvens com possibilidade de chuva isolada pela manhã e pancadas de chuva à noite. Os termômetros devem registrar entre 19°C e 28°C.
No dia seguinte, a região seguirá com previsão de chuva durante o dia inteiro. As temperaturas previstas são de 21°C e 29°C.
Na sexta-feira, o dia poderá ser nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A temperatura será também entre 21°C e 29°C.
Região metropolitana de Ribeirão Preto
A quarta-feira em Ribeirão Preto e na sua região metropolitana será de nuvens com possibilidade de chuva isolada. A temperatura mínima é prevista de 21°C, enquanto a máxima chegará a 27°C.
Na quinta, a previsão é de nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. As temperaturas podem variar entre 22°C e 29°C.
A sexta segue a tendência do dia anterior: nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros devem registrar, neste dia, 21°C e 31°C.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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