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CRIME

PRF prende mulher que dirigia ônibus com 1,8 tonelada de maconha no Paraná

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 1.841 quilos de maconha no início da tarde desta quinta-feira (13) em Alto Paraíso, na região noroeste do Paraná.
A apreensão foi a maior registrada este ano pela PRF no estado. A droga estava escondida em compartimentos ocultos de um ônibus, abordado na BR-487, em frente à Unidade Operacional Porto Camargo.
O ônibus era conduzido por uma mulher de 36 anos de idade, que não é habilitada para dirigir esse tipo de veículo.
Os agentes da PRF desconfiaram da motorista e decidiram fazer uma verificação minuciosa do ônibus.
Aos policiais rodoviários federais, ela disse que saiu de Ponta Porã (MS) e pretendia levar o veículo e a carga ilícita até Marília (SP).
O crime de tráfico de drogas tem pena prevista de cinco a 15 anos de prisão.
A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Civil em Xambrê.
Reincidente
Com residência declarada em Estrela do Norte (SP), a mesma mulher já havia sido presa ao menos outras duas vezes, também por tráfico de drogas.
Em março de 2011, ela foi detida pela própria PRF transportando 42,8 quilos de maconha, na companhia do marido, na BR-101, em Biguaçu (SC).
Em janeiro de 2012, agentes da Polícia Federal flagraram a mulher com 19,4 quilos de maconha, três quilos de haxixe, 11,3 quilos de pasta base de cocaína e 3,2 quilos de cloridrato de cocaína, em Teodoro Sampaio (SP).
Nessas duas outras ocorrências, as drogas também eram transportadas em compartimentos ocultos de veículos.

Nucom – PRF/PR

Bujari

No Bujari, padrasto é condenado a nove anos de reclusão por estupro de vulnerável

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Crime aconteceu em setembro de 2019 e foi julgado pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Bujari.

O Juízo da Vara Única da Comarca do Bujari condenou homem a nove anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial semiaberto. O denunciado foi sentenciado por cometer o crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal, contra vítima que tinha 12 anos de idade na época dos fatos.

Conforme os autos do processo, em setembro de 2019 o acusado, padrasto foi até a cama da vítima de madrugada e ficou tocando em partes do corpo dela enquanto dormia. Mas, a adolescente acordou e saiu correndo até as autoridades policiais.

A sentença é assinada pelo juiz de Direito Anastácio Menezes, que estava respondendo pela unidade judiciária. O magistrado explicou que nesses casos a palavra das vítimas tem alto valor de comprovação.

Além disso, o juiz de Direito discorreu que “(…) as testemunhas policiais afirmaram que a vítima foi registrar o ocorrido tão logo aconteceu e estava chorando, na madrugada, tamanha violência que sofreu e o desespero por socorro”.

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CRIME

Corpo achado carbonizado dentro de carro em rodovia de Rio Branco é enterrado sem ser identificado

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Corpo foi enterrado dia 4 de maio. Peritos colheram material para fazer o exame de DNA.

Capa: Corpo achado carbonizado dentro de carro em rodovia de Rio Branco é enterrado sem ser identificado — Foto: Iryá Rodrigues/G1.

O corpo encontrado carbonizado dentro de um carro, por moradores do Ramal do Ouro, na Rodovia Transacreana, zona rural de Rio Branco, foi liberado para o enterro sem ser identificado.

Ele foi enterrado no dia 4 de maio sem ser identificado porque o corpo estava em estado de putrefação e não tinha condições de ser levado para o freezer, segundo informações do Instituto Médico Legal (IML).

Os peritos recolheram o material genético para realizar um exame de DNA no corpo e fizeram a liberação. A suspeita é de que o homem seja o que tentou matar a mulher a facadas no dia 21 de abril, no bairro Joafra.

A assessoria de comunicação da Polícia Civil informou ao G1 que, devido existir a suspeita de quem é o homem, os familiares assinaram um documento e o corpo foi liberado para o sepultamento. Porém, mesmo com esse documento, o homem foi enterrado como indigente e só depois do exame de DNA, se der positivo, é feita a identificação.

Um dia depois da tentativa de matar a mulher, a polícia foi acionada para a atender a ocorrência, no dia 22. Na época, a polícia disse que possivelmente o corpo seria do companheiro de Zuleide de Souza Pessoa, de 40 anos, que levou quatro facadas dele, mas que somente após os exames que vai ser possível confirmar.

Ainda conforme o IML, não tem uma data prevista para que saia o resultado do exame que comprova a identidade da homem.

Paciente em recuperação

Após 18 dias de ser esfaqueada Zuleide se recupera bem, e já deixou a Unidade de terapia Intensiva (UTI), informou a filha dela Karolaine Pessoa do Nascimento.

“Ela não tem previsão de alta ainda. Mas, ela já está no leito, e se recupera bem. Tirou um dreno do pulmão do lado direito, e continua com o do lado esquerdo. Ela tem reagido bem e não tem mais dificuldade respiratória”, informou a filha.

Zuleide foi ferida na frente do filho de 11 anos e da neta, de 5, no Conjunto Joafra. O marido, principal suspeito, fugiu após o crime. No dia seguinte o carro dele foi achado com um corpo carbonizado dentro e aguarda o exame de DNA para comprovar se era ele.

Por G1AC. 

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