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Primavera chega nesta quarta-feira com previsão de chuvas e possível onda de calor

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Neste ano, a primavera começa nesta quarta-feira (22), às 14h21m, no horário do Acre. A mudança de estação é um fenômeno astronômico, que acontece por causa dos movimentos da Terra. Mas por que as estações têm dia e hora certa para começar e acabar? É tudo uma questão de movimentos da Terra.

Na astronomia as estações do ano são definidas a partir de posições específicas que a Terra alcança em seu movimento ao redor do Sol. A data de início da primavera acontece quando temos a mesma quantidade de luz do sol nos dois hemisférios, Sul e Norte, o dia e a noite têm a mesma duração e isso é chamado de equinócio.

Também temos outros dois pontos muito importantes conhecidos por solstícios. Isso acontece duas vezes no ano, no início da primavera e no início do outono. Já quando o dia é o mais longo do ano (e a noite mais curta) é a data que marca o início do verão. No caso contrário (noite mais longa e dia mais curto) temos o início do inverno.

Previsão para a estação

De acordo com a empresa de estudos climáticos Climatempo, na maior parte da estação teremos temperaturas médias mensais dentro e acima da média normal em praticamente todo o país. É possível a ocorrência de nova onda de calor, porém não tão intensa quanto a observada na primavera de 2020, quando várias regiões do país bateram recordes históricos de calor.

Chuva

Desde o início de setembro, as pancadas de chuva retornaram sobre a várias áreas do Sudeste e do Centro-Oeste do país, mas de forma irregular. As precipitações mais frequentes e volumosas durante o mês de setembro devem ser observadas no Rio Grande do Sul, em Mato Grosso do Sul, Rondônia, Acre e Amazonas.

Outubro e também novembro devem ser dois meses com o aumento da frequência e do volume de chuva sobre o Sudeste, Centro-Oeste e principalmente o sobre o Norte do Brasil.

Apesar da tendência de volume chuva acima da média normal em áreas importantes para o abastecimento dos reservatórios para geração de energia, o volume de chuva ainda estará muito abaixo do necessário para regularizar a situação.

O aumento da chuva em novembro vai fazer com que grande parte do Sudeste e do Centro-Oeste do Brasil fiquem menos quente neste mês.

Mas e o horário?

O horário está relacionado com o tempo que a Terra leva para completar uma volta em torno do Sol. Diferente do que imaginamos, o percurso total leva um pouco mais 365 dias. São cerca de 365 dias, 5 horas e 45 minutos e é por causa dessa diferença que as estações do ano também sofrem alterações de um ano para o outro. Os astrônomos conseguem definir, através de cálculos matemáticos, o horário exato de todas as próximas viradas de estações.

Com informações fornecidas pela Assessoria de Comunicação da Climatempo.

Com informações de Ac24horas

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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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