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primeira visita de investigadores da ONU aos crimes cometidos durante a guerra civil

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Na Síria, primeira visita de investigadores da ONU sobre crimes cometidos durante a guerra civil

Um investigador das Nações Unidas sobre violações dos direitos humanos durante a guerra civil na Síria expressou esperança de que “boa cooperação” com as novas autoridades do país, após uma primeira visita in loco na quinta-feira. A comissão de inquérito da ONU sobre a Síria nunca teve até agora acesso ao país, sob o poder do Presidente Bashar Al-Assad, deposto em 8 de Dezembro por uma coligação rebelde liderada por islamistas radicais.

“Esperamos poder ter um bom relacionamento com as autoridades locais”declarou à Agence France-Presse (AFP) Hanny Megally, membro da comissão, observando que o novo poder acolheu bem ” imediatamente “ a missão que realizou durante cinco dias no local.

A comissão, que tem investigado crimes de guerra e outras violações do direito internacional dos direitos humanos desde o início da guerra civil na Síria em 2011, até agora conduziu a sua tarefa remotamente, compilando listas de 4.000 alegados autores de crimes graves.

Megally disse que visitou centros de detenção e valas comuns em Damasco e arredores, e manteve reuniões com os ministérios da justiça e das relações exteriores. “Queremos poder ir aos lugares que documentamos (…) para reconfirmar, em substância, a informação” coletados e preencher as lacunas, explicou ele.

A comissão, que investigou todas as partes envolvidas no conflito sírio, incluindo os ex-rebeldes agora no comando, também quer trabalhar com as autoridades “para garantir que o passado não se repita”. “Nenhuma parte no conflito na Síria pode dizer ‘respeitamos os direitos humanos ou o direito humanitário internacional’”observou o Sr. Megally, “mas agora estamos em uma nova fase (…) seria bom poder dizer que as lições foram aprendidas”.



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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