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Produção de cereais cai na União Europeia – 22/10/2024 – Vaivém

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A produção agropecuária da União Europeia passa por uma situação frágil, devido a condições climáticas, pressões sanitárias e desafios comerciais pelo mundo.

A redução dos preços das commodities, clima adverso e queda na produção são desafios financeiros para os produtores da região em 2025, segundo analistas da União Europeia voltados para o setor.

A safra 2024/25 de cereais recua para 263 milhões de toneladas, abaixo dos 283 milhões de média dos últimos cinco anos.

A produção atual está bem distante dos bons momentos da região, quando o bloco produzia acima de 300 milhões de toneladas. Em 2014, foram 306 milhões.

França, Alemanha, Polônia e Espanha, países que estão entre os principais produtores do bloco, terão volumes bem inferiores à sua média. Os franceses vão produzir 55 milhões, o segundo menor volume desde 2000.

Os países componentes da União Europeia já não têm mais área para crescer e a produtividade, que vinha crescendo, estacionou.

Nos cinco primeiros anos deste século, a área de milho era de 10 milhões de toneladas. Nos últimos cinco, caiu para 8,9 milhões. A de trigo teve pequeno aumento para 21,3 milhões. A produtividade de milho, que era de 5,6 toneladas por hectare, em 2015, recuou para 5,3 nos últimos três anos. A de trigo caiu de 6 toneladas para 5,6.

Com a queda na produção, os estoques de cereais foram reduzidos para 40 milhões de toneladas, os menores em três anos. A produção de trigo, a de maior expressão no bloco, diminui para 115 milhões em 2024, abaixo dos 128 milhões de média dos últimos cinco anos.

A colheita de milho desacelera e fica em 60 milhões, também inferior à média do último quinquênio, que é de 67, segundo dados do Eurostat.

A necessidade europeia de importação de cereais aumenta, atingindo média de 35 milhões de toneladas por ano, considerando as safras de 2022/23 a 2024/25. Nos anos de 2005/06 a 2007/08, era de apenas 18 milhões. As exportações, que chegaram a um pico de 55 milhões de toneladas em 2019, devem recuar para 40 milhões.

O consumo total de cereais pelos países do bloco deve atingir 266 milhões de toneladas. Destas, 157 milhões vão para o setor animal. Outros 59 milhões são para o consumo humano e 12 milhões para a produção de combustível renovável. Em 2005, a utilização de cereais para combustíveis era de apenas 1,8 milhão de toneladas.

Exportações As vendas externas de soja recuam neste mês, e as de milho se mantêm no mesmo patamar dos meses anteriores, segundo a Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais).

Exportações 2 Segundo a associação, estão programados 4,3 milhões de toneladas de soja e 6,2 milhões de milho para exportação neste mês.

Farelo O maior processamento de soja para a produção de biodiesel elevou o potencial de exportação de farelo de soja. Neste mês, serão colocados 2,5 milhões de toneladas no mercado externo, bem acima do 1,7 milhão de igual mês de 2023.

Gripe Já são seis os estados americanos que têm trabalhadores contaminados pelo vírus da influenza aviária.


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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre

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Entrega de notebooks e PCs (2).jpg

A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”

Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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