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Professora de história usa memes para alunos assimilarem conteúdo

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A professora de história Cíntia Beñák inovou para que seus alunos aprendam História de uma maneira mais leve: ela usa memes. As aulas ficaram mais divertidas e os estudantes passaram a assimilar o conteúdo muito mais!

Unindo o útil ao agradável, ela levou a internet para a sala e mudou a maneira como as aulas são lecionadas. Todas as imagens são selecionadas com relevância histórica e o objetivo é um só: desenvolver o senso crítico dos alunos!

Cíntia é docente da rede estadual do Rio de Janeiro e vinha tendo dificuldades com os alunos do Ensino Médio. Depois de participar de um curso sobre novos métodos de ensino, ela percebeu que os memes faziam parte da realidade da turma.

Memes na sala

Ao ensinar sobre a Era Napoleônica, por exemplo, Cíntia usou um meme do Jackie Chan com uma cara confusa.

“Eu quando descobri que Napoleão fugiu da Ilha de Elba”.

Além de usar os memes nas aulas, Cíntia também faz com que as imagens apareçam nas provas e apresentações de trabalho.

“A discussão de hoje envolveu temas muito sensíveis que precisam de grandes reflexões e os memes foram os nossos aliados nesse processo”, disse ela no Instagram.

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Curso de especialização

Foi em um curso de especialização na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que ela abriu novos horizontes.

Os métodos tradicionais de ensino são importantes, mas Cíntia viu que para inovar é preciso ir além do quadro e do pincel.

E por que não as redes sociais? Algo tão próximo do mundo dos alunos? Ela apostou e deu super certo!

Dissertação virou livro

Na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Cíntia fez o mestrado com a temática “Também com memes se ensina e se aprende história: uma proposta didático-histórica para o Ensino Fundamental II.

Na época, a professora escreveu sobre “o objetivo é apresentar reflexões que surgiram de experiências didáticas com a apropriação desse artefato cultural midiático em turmas do 6º e 8º anos do Ensino Fundamental II”.

A pesquisa ficou tão famosa e tão elogiada que inspirou outros profissionais e se tornou livro.

Para a professora, usar abordagens não tradicionais na sala de aula faz toda a diferença, principalmente quando aproxima os estudantes de meios que eles já estão familiarizados.

Veja como é a aula ministrada pela professora que usa memes:

A professora transformou sua tese de mestrado em um livro. A pesquisa foi sobre memes e práticas na sala de aula! - Foto: @profcintiabenak/Instagram A professora transformou sua tese de mestrado em um livro. A pesquisa foi sobre memes e práticas na sala de aula! – Foto: @profcintiabenak/Instagram



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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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