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Professora usa próprio corpo como escudo para proteger aluno do ataque de gangue

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Mais que uma professora! Esta mulher usou o corpo como escudo para proteger um aluno do ataque de uma gangue perto da escola. A cena foi registrada pelas câmeras de segurança. A atitude corajosa deu certo: o rapaz sobreviveu e a gangue foi identificada pela polícia.

Cathy Hurley, de 56 anos, dá aula na Escola Comunitária William Shemin Midtown, em Bayonne, Nova Jersey, nos EUA. Ela notou que o aluno William Shemin Midtown foi cercado por vários adolescentes, imobilizado e, em seguida, golpeado várias vezes.

Cathy não pensou duas vezes e se jogou sobre o adolescente. A reação da professora evitou que os cinco jovens, que estavam no estacionamento próximo do colégio, continuassem espancando o estudante.

Corpo como escudo

As imagens mostram que o aluno foi cercado e jogado no chão pelos cinco jovens. Depois de imobilizado, eles passaram a desferir socos, pontapés e muitos golpes no garoto.

Cathy tentou afastá-los e como não conseguiu se jogou sobre o adolescente para impedir que ele seguisse apanhando. O estudante foi socorrido, levado ao hospital e passa bem.

A Polícia identificou os cinco jovens. Eles foram denunciados por agressão, ameaça contra a vida e rebelião. Um deles apenas tem 18 anos, os demais têm entre 15 e 17.

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Defesa dos oprimidos

Sielski, filha de Cathy, disse que sua mãe se determina a “defender os oprimidos”. Foi exatamente o que ela fez.

“Graças a Deus ela subiu em cima dele porque não havia um fim para aquilo”, afirmou ela ao Daily Mail.

Segundo a jovem, a reação da mãe foi a forma que ela encontrou para impedir que o aluno apanhasse mais.

“Eu sei que o pensamento dela era apenas fazer aquilo parar, e ela ficava dizendo ‘chamem a polícia, chamem’”, afirmou.

A ideia era interromper a agressão.

“Ela só precisava fazê-los parar, então por isso usou seu corpo. Não havia pensamento por trás disso”, disse.

“Minha mãe é a prova viva de que a sociedade é cheia de pessoas boas e altruístas.”

Que professora! Que mulher, nao?

Veja mais fotos da professora que usou o corpo como escudo para proteger o aluno:

A professora Cathy Hurley usou o corpo como escudo para proteger o aluno William que apanhava de uma gangue de adolescentes perto da escola, nos EUA. -  Foto: Daily Mail A professora Cathy Hurley usou o corpo como escudo para proteger o aluno William que apanhava de uma gangue de adolescentes perto da escola, nos EUA. –  Foto: Daily Mail



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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre

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1º Evento Cultural Entresentidos-2026 (2).jpg

O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.

A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.

“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”

Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”

Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre

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X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC

A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano

Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026

Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026

Chamada de trabalhos



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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