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Programa Celular Seguro agora oferece ‘Bloqueio Total’ e ‘Modo Recuperação’; veja como ativar

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O novo recurso do WhatsApp melhora a foto do usuário e cria imagens divertidas de si mesmo com a ajuda de inteligência artificial (IA).- Foto: WhatsApp

O programa Celular Seguro lançou mais ferramentas para combater furto e roubo de smartphones no Brasil. Uma delas é o envio de notificações para celulares subtraídos que estiverem no Modo Recuperação. O “novo proprietário” de um dispositivo roubado vai receber uma notificação alertando de que aquele aparelho foi furtado e pedir que o leve à delegacia para esclarecimentos.

As mensagens serão encaminhadas via WhatsApp, pelo perfil verificado do Ministério da Justiça e Segurança Pública, assim que um novo chip for instalado nos aparelhos roubados.

O alerta de bloqueio é emitido e a pessoa recebe informação de que o telefone foi roubado, furtado ou perdido.  O Só Notícia Boa adiantou no começo do ano que o serviço entraria em vigor. A seguir, detalhes sobre como acionar o programa e se proteger melhor.

O que fazer

Quem receber o alerta deve acessar o site do programa Celular Seguro para receber instruções sobre o que fazer.

A orientação é que a pessoa vá a uma delegacia de Polícia Civil, para regularizar a situação e apresentar a nota fiscal do aparelho. Se não tiver a nota para comprovar que é a dona do celular, o aparelho deve ser devolvido.

Com a emissão da mensagem de alerta, o Ministério da Justiça quer devolver às vítimas o celular roubado ou furtado, descobrir a pessoa que cometeu o crime, que acaba vendendo para quem nem sempre sabe de onde vêm o aparelho, e também combater a prática criminosa.

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Modo Recuperação

Opção disponível desde dezembro de 2024, o Modo Recuperação possui funcionalidades parecidas com o Bloqueio Total. Quando acionado, bloqueia a linha e as contas vinculadas às instituições financeiras. Mas não desativa o IMEI do aparelho, apenas o coloca em uma lista de restrição.

Com o IMEI incluído na lista de restrição, de alguém ativar uma nova linha no dispositivo, o novo usuário recebe uma mensagem via WhatsApp solicitando que o celular seja levado à delegacia mais próxima para esclarecimentos.

Caso o celular seja recuperado, ele poderá ser reutilizado imediatamente após a instalação de um novo chip. Essa alternativa é especialmente útil em casos de perda ou extravio, quando há possibilidade de o proprietário reencontrar o aparelho.

Esta opção é indicada quando existe a possibilidade de reaver o aparelho porque permite a reutilização rápida, segundo a Agência Brasil.

Bloqueio total

O bloqueio total é a medida mais rigorosa para impedir o uso de um celular roubado ou furtado. Porém, caso o celular seja recuperado, não poderá simplesmente inserir um novo chip e utilizá-lo. Será necessário seguir um processo burocrático para reverter a restrição.

Esta opção do Celular Seguro é recomendada quando o proprietário não tem interesse em recuperar o aparelho, pois impede qualquer tentativa de reutilização.

Quando acionado, desativa completamente:

  • A linha telefônica;
  • As contas vinculadas às instituições parceiras;
  • O IMEI do aparelho (número único que identifica o dispositivo na rede de telefonia móvel).

Para consultar o IMEI

Para visualizar o IMEI de um aparelho, basta digitar o código *#06# no teclado do telefone. Na tela, irá aparecer um código de barras juntamente com um número de 15 dígitos. Esse número é o IMEI.

  • Digitar o número do IMEI (15 dígitos);
  • Ou selecionar a opção “Ler código de barras”, acionando a câmera do aparelho para escanear o IMEI exibido no celular a ser consultado.

Caso o IMEI tenha sido colocado na lista de restrição, significa que o celular consultado é oriundo de furto ou roubo. Também é possível fazer a consulta diretamente no site da Anatel.

Para evitar a compra de celulares roubados, a pessoa deve acessar a opção Celulares com Restrição, no aplicativo ou site Celular Seguro, informar o IMEI –  o equivalente ao chassi de um carro, segundo ND+.

Os aparelhos roubados agora ganham um rastreador oficial do governo, é o programa Celular Seguro, que manda alerta para o telefone roubado. – Foto: Agência Brasil



Leia Mais: Só Notícias Boas

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural---todos.jpg

Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.

Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.

Cultivo do cacaueiro

O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.

“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”

Bananicultura no Acre

A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.

“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”

Mulheres na gestão

A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.

“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.

Milho e inflação

O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.

“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”

 



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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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