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Projetos sociais da PMAC geram impactos positivos na vida de jovens em Rio Branco
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1 ano atrásem
Francilene Moura
Influência construtiva na vida de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social: esse tem sido o resultado dos projetos Semeando o Futuro e Guardiões da Paz, promovidos pela Coordenadoria de Polícia Comunitária e Direitos Humanos (CPCDH) da Polícia Militar do Acre (PMAC). Em Rio Branco, atualmente as ações contemplam 250 alunos de escolas públicas do bairro Taquari e do Conjunto Habitacional Cidade do Povo.
Com duração aproximada de três meses, as iniciativas atendem alunos do ensino fundamental I e II, que estão na faixa etária entre 9 e 12 anos. O Semeando o Futuro é desenvolvido durante o horário das aulas, com encontros semanais, em que são realizadas palestras, debates e atividades lúdicas. Já no Guardiões da Paz, as instruções são ministradas no contraturno e incluem atividades recreativas como jogos e prática de esportes, além de rodas de conversa.
Em ambos os projetos, são abordados temas relevantes para essa fase do desenvolvimento infanto-juvenil, como os riscos da internet, consequências do uso de drogas, atos infracionais, bullying e violência, bem como noções de civismo e cidadania. Os instrutores também ensinam sobre disciplina e a importância de identificar e não desistir de seus sonhos.
Durante a programação, a garotada se concentra na ordem unida (posicionamento físico organizado dos integrantes do grupo), fica atenta às palestras e também se diverte com as brincadeiras e bate-papos com os policiais. O mais importante é que os participantes passam a vislumbrar um futuro melhor, como é o caso de Samuel Conceição, de 10 anos, que concluiu o Guardiões da Paz em 2024. Sua mãe, Francisca Sandra Rodrigues, conta que o projeto foi “um divisor de águas” na vida do filho.
“Depois que começou a participar do Guardiões da Paz, o Samuel passou a ter sonhos, a dizer ‘mãe, agora eu quero ter duas profissões, eu quero ser médico e policial’. Ele também ficou mais organizado em casa, passou a ter uma rotina que até hoje ele pratica e continua exercendo aquilo que aprendeu no projeto. Ele mudou e essa mudança nos faz bem”, relata Francisca.

Emocionado, Samuel relembra de como se sentia durante as atividades. “Lá era muito legal, era um lugar para se divertir, onde as crianças também se sentissem bem, como eu me senti. Eu gostei muito. Eu queria que esse projeto também pudesse existir em muito mais escolas aqui da Cidade do Povo. Eu agradeço muito, de coração, a todos os policiais. Muito obrigado!”, disse.
A coordenadora dos projetos, tenente Patrícia Costa, explica como é trabalhar com esse público. “É muito recompensador olhar para esses jovens e notar a mudança de perspectiva. Eles passam a ter uma atitude mais positiva e a mostrar um brilho no olhar, que antes não tinham. Isso nos traz a certeza de que estamos no caminho certo e nos deixa muito felizes”, diz a oficial.
Os projetos, que tiveram início em 1º de junho de 2023 e que no último ano formaram 2.389 jovens em todo o estado, também são oferecidos nos municípios de Epitaciolândia, Brasileia, Xapuri, Senador Guiomard, Sena Madureira, Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Tarauacá, Feijó, Capixaba, Marechal Thaumaturgo e Assis Brasil.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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1 semana atrásem
6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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