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Protocolo de classificação para dengue na UPA da Sobral otimiza atendimento e reduz complicações
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Halyce Santana
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Sobral Franco Silva, localizada na região da Baixada do Sol, em Rio Branco, tem se destacado pela implementação de um protocolo de classificação de risco para o atendimento de casos de dengue, seguindo as orientações do Ministério da Saúde, iniciado no mês de fevereiro. Esse procedimento visa otimizar o tempo de resposta e a qualidade do atendimento, especialmente em um período de intensificação das chuvas, quando as doenças sazonais, como a dengue, se tornam mais prevalentes.
Simone Prado, gerente-geral da UPA, explicou como a unidade tem se preparado para essa demanda crescente por meio do novo processo de classificação, recebendo, inclusive, visita in loco da Força Nacional para avaliar o fluxo estabelecido, o que reforça a seriedade e a eficácia do sistema adotado.
“A UPA da Sobral já tem 10 anos que presta esse serviço aqui na região da Baixada, com pronto atendimento 24 horas, oferecendo exames laboratoriais, eletrocardiograma com laudo. Com a chegada do período de intensificação das chuvas, enfrentamos também as doenças sazonais, que são a dengue e as arboviroses. Então, nossa equipe está preparada com um fluxo diferenciado só para dengue e com um sistema de classificação que segue as recomendações do Ministério da Saúde”, afirmou Simone.
A intervenção precoce, desde a entrada do paciente na unidade, garante um atendimento mais assertivo e diminui as chances de complicações graves. Dentre as avaliações, os pacientes com sinais de choque são classificados no grupo D e necessitam de internação imediata, enquanto os com sinais de alarme são automaticamente classificados no grupo C, com a necessidade de internação por, no mínimo, 24 horas, além de monitoramento rigoroso.

“O município faz uma triagem inicial e a gente vem na retaguarda para atendimentos mais graves. O atendimento da dengue é diferente dos atendimentos tradicionais, onde a gente leva em consideração outros sinais clínicos. O que é importante a gente sempre lembrar é buscar os sinais de alerta e os sinais de choque, que são os que fazem com que a gente coloque cada paciente dentro do seu grupo de risco com a sua devida atenção. Assim, conseguimos otimizar o atendimento e diminuir a chance de progressão ruim do quadro clínico do paciente”, reforçou Katherine Guimarães, médica da emergência da UPA.

“Eu trouxe ela porque observei manchas vermelhas no corpo e ela tem reclamado que estão coçando. Além disso, tem sentido febre e está vomitando, tô achando que pode ser dengue. Já tá com uns 40 minutos desde o primeiro atendimento de triagem, mas considero um tempo razoável, e fui bem atendida”, destacou Emanuelly Freitas, mãe de Lívia, de 3 anos, que estava recebendo o atendimento.
O protocolo de triagem adotado pela UPA da Sobral tem demonstrado ser um modelo eficiente, que garante uma resposta mais rápida e precisa diante da crescente demanda por atendimento de casos de dengue.
Atenção aos sintomas da dengue
Durante o período de chuvas e com o aumento de casos de dengue, é importante estar atento aos sintomas, como febre alta, dor no corpo, manchas vermelhas, vômitos e sangramentos. Caso apresentar sintomas, é essencial a busca pela devida unidade de saúde, de acordo com o agravamento.
- UBS (Unidade Básica de Saúde): Para casos leves, como febre e dor no corpo, sem sinais de complicação grave. Na UBS, o paciente será avaliado e, se necessário, encaminhado para a UPA.
- UPA (Unidade de Pronto Atendimento): Para casos moderados, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes ou sinais de alarme (ex: sangramentos leves, diminuição da urina). A UPA oferece atendimento 24 horas e triagem eficaz para casos que exigem monitoramento e internação. Além da UPA da Sobral, a capital acreana possui mais duas UPAs à disposição da população.
- Pronto-Socorro: Para casos graves e urgentes, como sinais de choque (dificuldade respiratória, pressão arterial muito baixa, confusão mental) ou complicações severas. O Pronto-Socorro deve ser procurado quando há risco imediato à vida e é necessária intervenção intensiva.
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Projeto Capes/Cofecub executa missão de trabalho em MG — Universidade Federal do Acre
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13 de julho de 2026O projeto “Agricultura Tropical e Subtropical, Pecuária e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, coordenado pela Ufac, realizou visitas técnicas em Minas Gerais, entre 26 de junho e 5 de julho. Aprovado em chamada pública do programa Capes/Cofecub, o Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil, o projeto está no segundo ano de execução, num total de quatro anos.
A missão ocorreu no Centro de Pesquisa de Cana-de-açúcar da Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroenergético (Ridesa); na Unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão em Melhoramento Genético e Sistemas de Produção de Palmáceas e Outras Oleaginosas; na Universidade Federal de Viçosa (UFV); nas fazendas São Pedro, Guimarinho, Santa Cruz e Serra das Cabeças, além do sítio Jardim.
É a primeira vez na história do programa Capes/Cofecub, iniciado na década de 1970, que uma instituição acreana coordena um projeto aprovado, cuja execução fica a cargo de professores e pós-graduandos das Universidade Federais do Acre, de Viçosa e do Paraná, além do Instituto Agrícola de Dijon (Agro Dijon, França).
Participaram das visitas os pesquisadores Almecina Balbino e Eduardo Mattar, da Ufac; Natalia Torres, do PPG em Produção Vegetal, da Ufac; Luís Cláudio da Silveira, Denise Cunha, Raquel Barro e Aziz da Silva Junior, da UFV; Ridha Ibidhi e Christelle Phileppeau, do Agro Dijon.
Rede de trabalho
O projeto formou uma rede de trabalho internacional que objetiva propor sistemas integrados de produção focados em uma sustentabilidade econômica, social e ambiental, através de proposição de sistemas e execução de pesquisas aplicadas. Até o momento, estão sendo executados estes projetos de pesquisa em cooperação:
– Early Development of Trichanthera Gigantea Under Different Light Conditions;
– ‘Cratylia argentea’ (Desv.) Kuntze: Da Prospecção de Acessos à Conservação Ex Situ na Amazônia Ocidental;
– Caracterização Ecológica de Espécies Forrageiras Não Convencionais Arbóreas e Arbustivas para Uso de Sistemas Silvipastoris;
– Representação Dasimétrica da Lotação Animal Bovina: Um Estudo de Caso no Acre;
– Sistema Silvipastoril Sucessional: Opção para Recomposição de Reserva Legal na Amazônia Sul-Ocidental Brasileira;
– Ecosystem Services in Livestock-Based Integrated Systems in South America: A Bibliometric and Qualitative Review;
– Agroecological Performance of Dairy Farms in the Brazilian Amazon: An Assessment Using the TAPE Methodology;
– Agroecological Performance of Integrated Farming Systems in the Brazilian Amazon: Evidence from Reca Cooperative Using the TAPE Methodology.
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Ufac lança Plano de Acessibilidade no campus-sede em 17/07 — Universidade Federal do Acre
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13 de julho de 2026O projeto Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança realiza o lançamento do Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física da Ufac 2026-2029, nesta sexta-feira, 17, às 9h, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções. O objetivo da ação é promover a acessibilidade e a inclusão, além de eliminar barreiras na infraestrutura física da universidade.
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Ufac entrega cartão para fortalecer curricularização da extensão — Universidade Federal do Acre
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13 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex), da Ufac, realizou a entrega do cartão Acex, sigla para Ações Curriculares de Extensão Universitária, o qual garantirá condições materiais e financeiras para execução dessas ações nos cursos de graduação. A solenidade ocorreu nesta segunda-feira, 13, na sala de reuniões da Pró-Reitoria de Graduação, campus-sede.
O instrumento foi operacionalizado pelo edital Proex n.º 38/2025, com R$ 300 mil provenientes de emenda parlamentar de bancada. Segundo a reitora Guida Aquino, a iniciativa está alinhada ao planejamento estratégico da instituição e é resultado da atuação conjunta de diferentes setores da universidade. “Ninguém faz nada sozinho; nós somos mais fortes e é assim que saiu o cartão Acex”, afirmou.
Nesta primeira edição, foram contemplados seis dos oito centros acadêmicos da Ufac. Guida destacou a importância da continuidade da iniciativa nas próximas edições e desejou que os professores beneficiados desenvolvam ações que fortaleçam a presença da universidade junto à sociedade.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, classificou a entrega como um momento histórico e explicou que a implantação do cartão exigiu a articulação entre a Proex e as Pró-Reitorias de Graduação e Pesquisa e Pós-Graduação. O processo também envolveu a regulamentação das ações e a criação de condições para a operacionalização dos recursos.
Carlos ressaltou que a Ufac optou por regulamentar a curricularização da extensão antes de buscar os recursos necessários para sua execução. “Nós organizamos a casa, mostramos a regulamentação e partimos em busca do financiamento.” Para ele, o cartão Acex despertou o interesse de representantes de outras universidades do país.
Com a maioria dos cursos já regularizados em relação à curricularização da extensão, a iniciativa busca contribuir para a qualidade das ações inseridas nos currículos. Conforme Carlos, essas atividades fortalecem o compromisso social da universidade e ampliam a atuação de estudantes e professores nos diferentes territórios.
Durante a solenidade, também foi informada a destinação de R$ 700 mil, pelo Ministério da Educação, para apoiar as ações de curricularização da extensão. Os recursos poderão contribuir para continuidade e ampliação da iniciativa na Ufac.
Também participaram da solenidade a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Lima Carvalho; e o diretor de Ações de Extensão, Gilvan Martins do Nascimento.
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