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Putin alerta contra o uso de armas de longo alcance – DW – 27/10/2024

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Pular próxima seção Ucrânia abate drones em grande ataque russo

27 de outubro de 2024

Ucrânia abate drones em grande ataque russo

As defesas aéreas da Ucrânia conseguiram destruir 41 dos 80 drones russos lançados durante a noite, disseram os militares ucranianos no domingo.

A Força Aérea disse que perdeu 32 drones de controle, sem dar mais detalhes.

Nenhuma vítima ou dano à infraestrutura foi relatado até o momento

As autoridades militares e locais não relataram vítimas dos ataques ou danos a infraestruturas críticas.

“A Rússia não pára no seu terror contra a Ucrânia. Agressões diárias contra o nosso povo, as nossas cidades e aldeias. Ataques com vários tipos de armas”, disse o presidente ucraniano. Volodymyr Zelenskyydisse na plataforma de mensagens Telegram.

Ele disse que a Rússia implantou mais de 1.100 bombas aéreas guiadas, mais de 560 drones de ataque e cerca de 20 mísseis em seus ataques à Ucrânia na semana passada.

Causas de drones aumentam na Ucrânia e na Rússia

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Pular próxima seção Moscou diz que suas tropas tomaram mais aldeia ucraniana

27 de outubro de 2024

Moscou diz que suas tropas tomaram mais aldeia ucraniana

O Ministério da Defesa da Rússia afirma que os seus militares capturaram a aldeia de Izmailivka, na linha da frente, no leste da Ucrânia.

Unidades do exército russo “libertaram o assentamento de Izmailovka”, disse o ministério, usando a grafia russa para designar a vila.

As tropas russas têm feito avanços na região enquanto Moscovo continua a sua invasão em grande escala do seu vizinho, o que já dura há cerca de dois anos e meio, apesar das enormes perdas de ambos os lados.

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Pular próxima seção Putin promete ‘resposta’ ao possível uso de armas de longo alcance pela Ucrânia

27 de outubro de 2024

Putin promete ‘resposta’ ao possível uso de armas de longo alcance pela Ucrânia

Presidente russo Vladímir Putin indirectamente redobrou a sua ameaça de guerra com a NATO se permitisse que a Ucrânia utilizasse armas de longo alcance para atingir alvos dentro da Rússia.

Referindo-se a uma ameaça inicial que fez em setembro nesse sentido, Putin disse: “Eles não me disseram nada sobre isso, mas espero que tenham ouvido”.

Putin sustentou que as tropas ucranianas não poderiam “usar estas armas por conta própria” e precisariam de inteligência espacial disponível apenas para a OTAN para tais operações.

Ele disse que o Ministério da Defesa russo estava avaliando opções para responder a tais ataques.

“(O ministério) está pensando em como responder aos possíveis ataques de longo alcance em território russo; ele oferecerá uma série de respostas”, disse Putin ao principal repórter do Kremlin na TV estatal russa, Pavel Zarubin.

Presidente ucraniano Volodimir Zelensky pediu repetidamente aos seus aliados ocidentais permissão para usar mísseis ocidentais de longo alcance contra alvos nas profundezas do território russo.

Os líderes dos EUA e da Grã-Bretanha adiaram a tomada de uma decisão sobre o assunto, aparentemente em resposta às terríveis ameaças vindas de Moscovo.

Atualmente, a Ucrânia já utiliza drones para atingir alvos dentro das fronteiras da Rússia.

tj/wd (Reuters, AFP, AP, dpa)

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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