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Putin está ameaçando usar armas nucleares? – DW – 19/11/2024

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De acordo com relatos da mídia, Presidente dos EUA, Joe Biden autorizou a Ucrânia a utilizarATACMS mísseis (abreviação de Army Tactical Missile System) contra alvos em território russo. Esses mísseis têm um alcance de cerca de 300 quilômetros (185 milhas) e Exército da Ucrânia poderá usá-los contra as tropas russas e norte-coreanas na região de Kursk, no oeste Rússiaque faz fronteira com a Ucrânia. Vários vídeos que afirmam apresentar declarações do presidente russo, Vladimir Putin, em resposta direta ao anúncio de Biden, estão circulando nas redes sociais. .

Alegar: “Último: Vladimir Putin acaba de anunciar o uso de armas nucleares se um míssil em massa ou UAV for lançado em direção à Rússia, ou quando essas armas cruzarem o território russo”, afirma um usuário X em um publicar que já foi visto quase 7 milhões de vezes e compartilhado mais de 11.000 vezes. A postagem também traz uma reportagem da emissora estatal russa RT, que conta com a participação de Putin.

Verificação de fatos DW: errôneo

UM pesquisa reversa de imagens revelou que o vídeo e a declaração de Putin não foram feitos em resposta à recente decisão de Biden. A reportagem da RT tem quase dois meses e inclui um clipe do Conferência permanente do Conselho de Segurança da Federação Russa sobre dissuasão nuclear, realizada em setembro de 2024.

Nesta reunião, foi tomada a decisão de mudar a doutrina russa existente sobre o uso de armas nucleares. Putin disse que a lista de ameaças militares contra as quais as armas nucleares podem ser usadas como dissuasão seria ampliada: “Gostaria de chamar sua atenção especificamente para o seguinte. A versão atualizada do documento supostamente considera uma agressão contra a Rússia por parte de qualquer estado sem armas nucleares, mas que envolva ou seja apoiado por qualquer estado nuclear como seu ataque conjunto contra a Federação Russa.”

A possibilidade de um ataque preventivo também foi discutida na reunião. A antiga doutrina só permitia o uso de armas nucleares como contra-ataque.

Ucrânia se prepara para terceiro inverno de guerra em meio à escassez de energia

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Na terça-feira desta semana, Putin assinou um decreto isso amplia o âmbito de quando a Rússia pode usar armas nucleares, enviando uma mensagem clara ao Ocidente e à Ucrânia. A nova doutrina permitiria efectivamente a Moscovo lançar uma resposta nuclear no caso de um “lançamento massivo de armas aéreas e espaciais”, mesmo que estas fossem armas convencionais.

Este vídeo não é o único que circula atualmente no X, plataforma anteriormente conhecida como Twitter, com alegações de que é a suposta reação de Putin à recente decisão de Biden. Outro viral postagem de vídeo no X afirma que Putin disse que a Rússia estava “agora oficialmente em guerra com a OTAN”. No entanto, o vídeo também data de 12 de setembro de 2024, quando Putin comentou em São Petersburgo a possível decisão dos Estados ocidentais de permitir que a Ucrânia utilizasse armas de longo alcance. Ele alertou que a aprovação ocidental de tal medida significaria “o envolvimento direto de OTAN países, os EUA e os países europeus na guerra na Ucrânia”.

Não houve qualquer reação oficial de Putin desde a decisão de Biden de dar luz verde à Ucrânia para o uso de mísseis. Até agora, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia Maria Zakharova referiu-se apenas a declarações anteriores do líder do Kremlin, incluindo uma de 12 de Setembro.

Em 18 de Novembro, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse em Moscovo que permitir que a Ucrânia utilizasse mísseis na Rússia desencadearia uma “nova ronda significativa de escalada”. Ele também se referiu à declaração de Putin em setembro: “Somente o pessoal militar da OTAN pode atribuir missões de voo a estes sistemas de mísseis. Os militares ucranianos não podem fazer isso. Portanto, não se trata de permitir que o regime ucraniano ataque a Rússia com estas armas ou não. É uma questão de permitir que o regime ucraniano ataque a Rússia com estas armas ou não. trata-se de decidir se os países da OTAN se envolvem diretamente no conflito militar ou não.”

Peskov disse que a nova versão da doutrina nuclear é um documento “muito importante” que deveria ser “estudado” no exterior. “Era necessário alinhar os nossos princípios com a situação actual”, acrescentou.

Este artigo foi traduzido do alemão.



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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.

A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.

Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.

Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.

Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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