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Qatar Airways fecha acordo de patrocínio de £ 80 milhões para o Campeonato das Nações da união de rugby | União de rúgbi

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Exclusive by Matt Hughes

A Qatar Airways concordou com um acordo no valor de até £ 80 milhões para se tornar patrocinadora principal do novo Campeonato das Nações, em um movimento que sublinha a determinação da união do rugby em seguir outros esportes na garantia de investimentos do Oriente Médio.

O Guardian revelou em outubro que o Catar havia sido escolhido para sediar a segunda série de finais do Campeonato das Nações, em 2028, e a companhia aérea nacional agora entra como patrocinadora principal. O contrato de oito anos cobrirá as eliminatórias e as séries finais das primeiras quatro edições da nova competição, que vão de 2026 a 2034.

A Qatar Airways é propriedade integral do governo do Catar, que, tal como aconteceu com a Copa do Mundo de futebol de 2022, lidera o projeto. A companhia aérea já anunciou um acordo como patrocinadora principal da viagem dos Leões britânicos e irlandeses deste verão à Austrália.

A entrada do Qatar no rugby é, em parte, um reconhecimento de que os seus vizinhos, a Arábia Saudita, dominarão o panorama do futebol na próxima década, depois de conquistarem o direito de jogar. sediar a Copa do Mundo de 2034 e fechar vários acordos de patrocínio e transmissão com a Fifa. O dinheiro saudita também é cada vez mais proeminente no boxe, na Fórmula 1, no golfe e no ténis, mas o Reino não deu seguimento às conversações iniciais sobre o investimento no rugby.

O Campeonato das Nações inaugural acontecerá no próximo ano em uma joint venture dirigida pelas Seis Nações e pelos sindicatos Sanzaar do hemisfério sul, com a assistência da World Rugby. As seleções das Seis Nações jogarão três partidas fora e três em casa contra as nações Sanzaar e outras duas – que devem ser Japão e Fiji – em julho e novembro, seguidas por uma série final.

De acordo com a estrutura de torneio proposta, a equipa europeia classificada em sexto lugar, após os seis jogos da fase de grupos, jogará contra o seu equivalente do hemisfério sul, com o quinto a enfrentar o quinto e assim por diante, levando a uma grande final para determinar os vencedores do Campeonato das Nações. Todos os jogos da série final acontecerão na mesma cidade, com Doha sediando os seis jogos dos playoffs em 2028, depois que Londres sediará o primeiro evento no próximo ano.

O Catar queria sediar as primeiras quatro finais do Campeonato das Nações, mas a proposta foi rejeitada pelos sindicatos irlandês e francês devido à incerteza sobre o comparecimento e às preocupações com o histórico de direitos humanos do país. No entanto, o acordo de termos dá ao Catar a opção de realizar o evento novamente em 2030 ou 2032, se certas metas de receita forem cumpridas.

Um anúncio sobre o acordo de preparação foi adiado pelas discussões em curso entre as Seis Nações e Sanzaar sobre a divisão das receitas e a atribuição de prémios em dinheiro e taxas de participação.

Six Nations e Sanzaar também continuam conversando com outros parceiros comerciais antes de confirmar o acordo com a Qatar Airways. O tamanho do acordo fará dele o maior patrocínio de título no rugby mundial, com cada Campeonato das Nações avaliado em cerca de 20 milhões de libras, superando o valor de patrocínio de 12 milhões de libras do Guinness Six Nations, que abrange competições masculinas e femininas.

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Garantir uma marca global também é considerado um impulso significativo para o Campeonato das Nações. O Campeonato de Rugby no hemisfério sul, por outro lado, não tem um patrocinador global e é financiado por vários acordos regionais menores.

Um porta-voz das Seis Nações disse ao The Guardian que não se envolvem em comentários ou especulações sobre questões comerciais.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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