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Quais estados dos EUA poderiam ser mais atingidos pelas tarifas do Canadá e do México de Trump? | Notícias de negócios e economia
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As tarifas dos Estados Unidos sobre as importações mexicanas e canadenses levaram efeito na terça -feira. As taxas, fixadas em 25 % pelo presidente dos EUA, Donald Trump, foram seguidas pela duplicação de tarefas sobre bens chineses para 20 %. As taxas sobre energia canadense são limitadas a 10 %.
México e Canadá, os principais parceiros comerciais dos EUA, representam mais de 30 % do total de mercadorias negociadas, excedendo US $ 1,6 trilhão. A medida provocou tensões comerciais, incluindo tarifas de retaliação, que podem retardar o crescimento econômico e aumentar os preços dos americanos que ainda se recuperam de anos de alta inflação.
“Estimamos que as tarifas possam levar a um aumento de quase US $ 1.000 por família anualmente no custo dos bens”, disse a economista -chefe mútua nacional Kathy Bostjancic.
Quanto das importações de cada estado vêm do Canadá e do México?
A Montana importa 93 % de seus bens do Canadá e do México, a maioria de qualquer estado. Maine fica em segundo lugar a 71 %, seguido por Michigan e Vermont (70 %) e Dakota do Norte (68 %).
Embora os preços devam subir em todo o país, espera -se que esses estados sejam mais atingidos pelas mais recentes tarifas, pois suas economias são as mais fortemente dependentes das importações do Canadá e do México.
O mapa e a tabela abaixo mostram a porcentagem de importações do Canadá e do México para cada estado.
Montana é um fornecedor líquido de energia para o resto dos EUA e tem quatro refinarias, recebendo petróleo bruto principalmente do Canadá e do Wyoming, de acordo com a Administração de Informações de Energia dos EUA (AIA).
Os EUA importam cerca de quatro milhões de barris de petróleo por dia do Canadá. Dez por cento das taxas sobre energia canadense provavelmente aumentarão os custos operacionais dessas refinarias, levando os americanos a pagar preços mais altos pela eletricidade e gasolina ou gasolina.
O que cada estado importa mais do Canadá?
O Canadá é o maior fornecedor estrangeiro de petróleo para os EUA, com produtos energéticos, incluindo produtos petrolíferos e petrolíferos, representando cerca de 30 % de todas as exportações canadenses para os EUA. Carros, tratores e peças automáticas são a segunda maior exportação, seguida por máquinas e aparelhos mecânicos. Outras exportações significativas incluem medicamentos, plásticos e produtos de madeira.
O mapa abaixo mostra a principal importação do Canadá para cada estado.
O petróleo e o gás são as principais importações de 13 estados, incluindo Califórnia, Colorado, Delaware, Havaí, Illinois, Minnesota, Montana, Nova Jersey, Dakota do Norte, Ohio, Oklahoma, Pensilvânia e Washington.
Os produtos de petróleo e carvão ficam em segundo lugar, sendo a principal importação de seis estados: Louisiana, Maine, Massachusetts, Mississippi, New Hampshire e Rhode Island.
Os produtos aeroespaciais ficam em terceiro, liderando importações em cinco estados: Geórgia, Virgínia Ocidental, Flórida, Kansas e Connecticut.
O primeiro -ministro canadense Justin Trudeau disse ontem que o Canadá responderia com tarifas de retaliação em mais de US $ 100 bilhões de bens americanos.
O que cada estado importa mais do México?
O México é um dos maiores fornecedores estrangeiros de mercadorias para os EUA, com carros, caminhões e peças de automóveis que compõem a maior parte das exportações. Máquinas e equipamentos elétricos seguem como as principais exportações, incluindo máquinas industriais, computadores e eletrodomésticos. Outras exportações importantes incluem produtos petrolíferos, produtos agrícolas, dispositivos médicos, plásticos e têxteis.
O mapa abaixo mostra a principal importação do México para cada estado.
Os veículos a motor são as principais importações de 16 estados, incluindo Arkansas, Califórnia, Flórida, Iowa, Maryland, Michigan, Montana, Nebraska, Dakota do Norte, Pensilvânia, Rhode Island, Dakota do Sul, Tennessee, Washington, Wisconsin e Wyoming.
As peças de veículos a motor ficam em segundo lugar, liderando as importações em sete estados: Alabama, Indiana, Kentucky, Mississippi, Ohio, Oregon e Carolina do Sul.
O equipamento de informática segue em terceiro lugar, superando as importações em cinco estados: Geórgia, Nova York, Carolina do Norte, Texas e Virgínia.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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