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Quais signos que devem ter mais sorte em 2025 – 16/12/2024 – Astrologia
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O próximo ano chega com força e traz perspectivas transformadoras. Movimentos importantes de Júpiter, Saturno e Plutão iluminam áreas como trabalho, relacionamentos e crescimento pessoal, oferecendo oportunidades únicas para alguns signos.
Os ascendentes que estiverem alinhados a esses movimentos tendem a vivenciar oportunidades e transformações mais marcantes. Para descobrir se o seu ascendente está entre os mais favorecidos de 2025, continue a leitura.
Confira todas as previsões para os signos em 2025
A IMPORTÂNCIA DO ASCENDENTE NAS PREVISÕES ASTROLÓGICAS
O Ascendente é um dos pontos mais importantes do mapa astral, representando o signo que estava no horizonte leste no momento do nascimento. Ele marca o início da casa 1, influenciando aspectos como comportamento, aparência e a forma como você é percebido pelo mundo.
Muitas vezes, características que você associa ao seu signo solar podem estar mais ligadas ao Ascendente, que tem um impacto direto na personalidade e na maneira como você se relaciona com o ambiente ao seu redor.
Além disso, o Ascendente define a organização das 12 casas do mapa astral, que refletem diferentes áreas da vida, como identidade, relacionamentos e propósito. Essa configuração é fundamental para entender como os trânsitos planetários, como os de 2025, afetam aspectos práticos e emocionais do dia a dia.
Para encontrar seu signo ascendente, é necessário saber a hora e a cidade do seu nascimento. Com essas informações, basta acessar a calculadora de ascendente gratuita, que revela rapidamente qual é o seu e seus principais significados.
OS SIGNOS COM MAIS SORTE EM 2025
Em 2025, trânsitos planetários prometem expansão, alívio e transformação para cinco ascendentes destacados. Confira como Júpiter, Urano, Saturno e Plutão trarão sorte e renovação:
TOURO
O alívio da saída de Urano trará maior estabilidade, permitindo foco em conquistas financeiras e relacionamentos. Um ano ideal para colher os frutos do esforço.
GÊMEOS
Júpiter no signo no início do ano impulsionará crescimento, aprendizado e conexões. Um momento de prosperidade em projetos pessoais e profissionais.
CÂNCER
A entrada de Júpiter em Câncer marca um período de sorte e expansão, com oportunidades na vida emocional, familiar e profissional.
AQUÁRIO
Plutão em aquário traz transformação e empoderamento. O signo terá destaque em papéis de liderança e inovação, com impacto coletivo.
PEIXES
Com a saída de saturno, Peixes experimentará leveza e fluidez, reconectando-se com sua criatividade e abrindo portas para novas oportunidades.
E OS OUTROS SIGNOS EM 2025?
Embora não estejam entre os mais favorecidos, os demais sscendentes também terão suas oportunidades em 2025. Veja o que o ano reserva:
ÁRIES
Um ano de encerramentos e novos começos, com Saturno e Netuno equilibrando intuição e responsabilidade. Reflexões sobre relacionamentos e autoestima estarão em foco.
LEÃO
Plutão promove mudanças nos relacionamentos e transformações emocionais, ideal para reavaliar conexões e ajustar metas pessoais.
VIRGEM
Eclipses trarão reavaliações na identidade e parcerias. Oportunidades para reorganizar prioridades e fortalecer relacionamentos significativos.
LIBRA
Júpiter impulsiona a carreira, favorecendo expansão e reconhecimento. Um período para investir em projetos autênticos e colaborações estratégicas.
ESCORPIÃO
Urano em gêmeos traz inovações nos relacionamentos, incentivando transformação e fortalecimento dos vínculos mais importantes.
SAGITÁRIO
Com a saída de Saturno e Netuno de peixes, o ano promete expansão e renovação emocional, perfeito para explorar novas possibilidades.
CAPRICÓRNIO
Um período voltado para reorganização financeira e estabilidade profissional, com foco em consolidar conquistas e buscar novas fontes de renda.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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