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“Quanto mais você tem acesso à informação, mais você sabe, mais livre você é”
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O fervoroso católico conseguiu sair do banco dos réus para aproximar-se da Bíblia no púlpito. Jimmy Lai, de quase 77 anos, recorreu ao livro sagrado que tanto estudou desde o início da sua detenção, há quatro anos, comprometendo-se a dizer a verdade. O magnata da comunicação social de Hong Kong, grande opositor ao regime chinês, pôde finalmente começar a dar a sua versão dos factos no reinício, quarta-feira, 20 de novembro, de um julgamento iniciado em dezembro de 2023 por conluio com forças estrangeiras e publicação de artigos ofensa sediciosa, após a qual ele corre o risco de prisão perpétua. Na quarta-feira, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China ligou para o Sr. agente e peão das forças anti-chinesas ».
Com uma camisola verde por baixo de um casaco cinzento, garantiu que nunca pressionou governos estrangeiros a agirem para além da afirmação do seu apoio às liberdades da cidade e que sempre se recusou a permitir que as suas publicações ou jornalistas apoiassem a independência de Hong Kong, uma ideia “irrealista, muito louco”. Mas não negou nenhuma das suas opiniões, muito pelo contrário, afirmando que os valores fundamentais do seu antigo jornal emblemático, Apple Diárioeram os de Hong Kong. “Quanto mais você tem acesso à informação, mais você sabe, mais livre você é”, disse o ex-chefe de imprensa com sua voz calma. No dia anterior, na mesma sala do tribunal, 45 ex-líderes partidários e cidadãos comprometidos foram condenados com penas que variam de quatro a dez anos de prisão.
Instado a esclarecer estes valores, enumerou todas estas características da cidade que desapareceram com a imposição, no verão de 2020, por Pequim, de uma implacável lei de segurança nacional. “O Estado de direito, a busca pela democracia, liberdade de expressão, religião, reunião”listou o homem, às vezes voltando o olhar para a esposa Teresa, de vestido preto, e para a filha, de paletó branco.
Cura segura
A acusação considera que Jimmy Lai usou a sua influência junto de governos estrangeiros, em particular a primeira administração de Donald Trump (2017-2021), para que tomassem ações hostis contra a China e as autoridades de Hong Kong. Durante mais de seis horas na quarta-feira, um dos seus advogados obrigou-o a detalhar as suas relações com políticos americanos, que visitou em julho de 2019, numa altura em que a juventude de Hong Kong estava massivamente mobilizada em favor das suas liberdades. Lai foi recebido pelo vice-presidente Mike Pence na Casa Branca e pelo secretário de Estado Mike Pompeo.
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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