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Quanto vai a Casa Branca de Trump de volta a Ucrânia? – DW – 16/03/2025

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Quanto vai a Casa Branca de Trump de volta a Ucrânia? - DW - 16/03/2025

As guerras comerciais iminentes com a China e a Europa, disputas tarifárias com os vizinhos Canadá e o México, a guerra em Gaza, os mercados de ações e os protestos contra as demissões em massa: Presidente dos EUA Donald Trump Atualmente, está lutando em muitas frentes (parcialmente feitas em casa) ao mesmo tempo.

Em meio a essas crises, há outra questão. Os EUA deixarão a Ucrânia cair? Parece apenas uma questão de tempo até que seja respondida com um “sim”.

Depois de várias tentativas malsucedidas de impor um cessar -fogo temporário entre Kyiv e Moscouexistem muitos fatores que parecem apontar para esse cenário ameaçador.

Trump: Ucrânia ‘pode não sobreviver’

Trump recentemente abordou a questão. Em uma entrevista com a emissora da Fox News, nos EUA, após uma briga com seu colega ucraniano Volodymyr Zelenskyy Na Casa Branca, em 27 de fevereiro, o presidente dos EUA foi perguntado pela âncora Maria Bartiromo se ele estava “confortável” com a ideia de que Ucrânia “Pode não sobreviver” à guerra com a Rússia.

“Bem, pode não sobreviver de qualquer maneira”, disse Trump à Fox News. “Demora dois. Olha, não ia acontecer, essa guerra, e aconteceu. Então, agora estamos presos a essa bagunça.”

Marco Rubio, o novo secretário de Estado dos EUA, também deixou claro que a Ucrânia não estava no topo das prioridades do governo Trump em sua audiência perante o Comitê de Relações Exteriores do Senado em 15 de janeiro.

Rubio disse que os EUA continuariam a apoiar seus aliados mais próximos, mencionando Taiwan e Israel explicitamente. Em relação à Ucrânia, ele disse que era hora de ser “realista” e sugeriu que ambos os lados teriam que fazer “concessões”.

“Mas, em última análise, sob o presidente Trump, a principal prioridade do Departamento de Estado dos Estados Unidos será os Estados Unidos”, disse ele. “Os dólares dos contribuintes americanos só devem ser gastos para promover os interesses dos EUA, e cada centavo deve ser examinado para garantir sua sinceridade e eficácia”.

Secretário de Estado dos EUA Marco Rubio falando com repórteres em um avião militar
Marco Rubio viajou recentemente para a Arábia Saudita para conversas com funcionários ucranianos Imagem: Saul Loeb/Reuters

Em um artigo recente para O guardiãoStephan Wertheim, especialista em política externa dos EUA na Carnegie Endowment for International Peace, apontou que “nenhum dos antecessores de Trump jamais se comprometeu a lutar pela Ucrânia. Joe Biden descartou explicitamente que nos enviava tropas quando viu a invasão em larga escala da Rússia chegando “.

Ele acrescentou que não OTAN Aliados vieram à defesa direta da Ucrânia. “O motivo é óbvio: isso significaria guerra com a Rússia, uma perspectiva de que os aliados da OTAN ainda possam deter, independentemente do que acontecer na Ucrânia”.

“Se a Ucrânia e a Europa continuarem a pressionar por fortes garantias de segurança dos EUA”, continuou ele. “Eles têm uma pequena chance de ter sucesso e uma chance maior de criar uma ruptura permanente com Trump. O presidente poderia concluir que seus aliados se recusam a ouvir e, pior, continuar tentando prendê -lo”.

Putin não concordará em Ceasefire Proposta: Zelenskyyy

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A Ucrânia é um peão no relacionamento da Rússia-EUA?

Stefan Meister, chefe do Centro de Ordem e Governança na Europa Oriental, RússiaE a Ásia Central no Conselho Alemão de Relações Exteriores é muito crítico da recusa de Trump em oferecer garantias de segurança à Ucrânia.

O presidente dos EUA “já piorou massivamente sua própria posição de negociação e a da Ucrânia”, disse ele à emissora alemã SWR. “Por que Moscou deveria fazer algum compromisso quando o presidente dos EUA já está oferecendo metade do que a Rússia é exigente?”

Ele disse que estava preocupado que a Ucrânia pudesse simplesmente cair no caminho à medida que as relações da Rússia-EUA foram reajustadas. “Minha impressão é que Trump finalmente não se importa com a Ucrânia”, disse ele, explicando que a Ucrânia pode ser apenas “um peão” dado à Rússia em troca de “outras coisas”.

Essas “outras coisas” podem estar relacionadas aos tópicos mencionados por Rubio. Israel e paz no Oriente Médio, relações com a China, lidação com o Irã e uma aproximação entre Washington e Moscou.

O colunista dos EUA, Robert Kagan, não tem ilusões. “O presidente Trump deixou claro que o Nós não estamos mais preparados para defender a Europa“O ex -republicano, que aconselhou vários presidentes dos EUA, disse em entrevista ao jornal semanal alemão O tempo.

Kagan disse que a idéia de defender a democracia em outras regiões do mundo era estranha a Trump. “Ele parece não ter escrúpulos em concluir um ‘acordo’ com o regime criminal de Putin sobre as cabeças dos europeus. “

Este artigo foi publicado originalmente em alemão.



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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